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The Big Deal

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26 Re: The Big Deal em Qui Set 08 2016, 21:10

Josh

Capítulo bacana. Não aconteceu muita coisa, mas foi uma leitura bem fluida e agradável.

Acho que o povo que atirou no Chris são homens do Lazarus. O caso da Mary ter tratado do loiro e saber do negócio todo não é tão preocupante quanto a filha de um chefe da máfia no porão, eu acho. Mary provavelmente ajudará o grupo mais vezes. Já essa garota do porão, acho que se for solta coisas boas não fará com a gangue.




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27 Re: The Big Deal em Sex Set 09 2016, 18:12

Babi

Gostaria de reclamar desse marido da Babi, que prefere brincar com pistola do que fazer sexo, triste situação essa.

Mas de resto Parabéns, Chris. Gostei bastante da forma em que os personagens foram mostrados e essa treta toda com a máfia. Agora nós resta descobrir quem fodeu o amante do meu marido, pq apesar dos italianos serem bem fdps, o Will tentou incriminar Russos



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28 Re: The Big Deal em Sex Set 09 2016, 20:03

Mary

Ih, rapaz. Tem dedo do Lazarus nessa cena Fast and Furious do Chris, hein? Mas ainda bem que sempre tem alguém pra salvar o dia e como sempre muito gentil e funcional, eis que aparece a Doutora. Boa, autor Wink



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29 Re: The Big Deal em Sex Set 09 2016, 21:01

Dwight

Sinto que a chave já foi aplicada com sucesso no Prime, falta pouco pra dar merda. Competição de merdeiro entre ele e o Gabriel, mas o Will é chatão tbm, bem Guliel.



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30 Re: The Big Deal em Sab Set 10 2016, 08:58

Gulielmus

Bom capítulo. 
E porra, de certo modo é sim um risco ter trazido uma desconhecida lá pra dentro, mas como ela tem PoV, dá pra relevar. Cat Mas já que ela ajudou, podia ter dado pelo menos um trocado pra moça, não custava nada tbm... 
Agora esse ataque aí foi preocupante mesmo, principalmente se não foi feito pelos russos, o que é o mais provável até o momento. Se os italianos atacaram, então eles, de alguma forma, já sabem a verdade. Baita de uma pica, que se depender do Prime coração mole, só tende a aumentar. Smile



 

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31 Re: The Big Deal em Dom Set 11 2016, 13:07

Luckwearer

Bom capitulo, Chris, espero que agora comece a ação, viu.

Porra, a morte desse grupo vai ser culpa do Gabriel e do Prime, tá foda mesmo, bixo. Espero ter um desenvolvimento Jax, pelo menos. Ainda acho o Will o melhor personagem da fic. E fiquei surpreso com esse final, tava crente que o Chris ia morrer também, mas sobreviveu, sorte dele, veremos se não escapou pra tomar no cu depois.


ps: é estranho pra caralho falar dos personagens com os nomes dos membros, tipo falar de mim em terceira pessoa, elogiar o escritor que é o Chris e falar do personagem Chris dps, scorro






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32 Re: The Big Deal em Dom Set 11 2016, 15:22

Chris

Galera, seguinte: Eu postei dois capítulos agora, o 1x06 e o 1x07 juntos porque ambos eram curtos e pra chegar logo na reta final da temporada. Desculpem a demora pela ação real da trama, mas prometo que a partir do próximo só irá acontecer fatos importantes, que de certa forma se iniciam nesses dois que postei. Obrigado pela paciência de todos e vamos que vamos. Boa leitura.

Ah, e obrigado outra vez pelos comentários. Continuem que estão me motivando bastante a já planejar a segunda temporada.

Beijos.




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33 Re: The Big Deal em Dom Set 11 2016, 16:33

Josh

Massa, Chris. Quero ver mais cenas desse Nelson Barnes, parece ser um personagem foda. Espero que nos próximos ele tenha mais espaço.

Foi bom ver a investigação avançar. Parece que antes da season finale todas as tretas vão se unir em uma só, o que vai ser bastante interessante. Espero que finalmente tenha tiroteio ou uma briga séria envolvendo esses grupos nos próximos capítulos.




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34 Re: The Big Deal em Dom Set 11 2016, 16:40

Luckwearer

Como você postou dois capítulos, vou comentar cada um de forma separada:

O capítulo 6 foi bem simples, mas serviu pra começar algumas relações e mostrar mais de outras, além de introduzir o Michael Cera, que já subiu fodidamente a audiência da série. 10/10, já virou meu favorito.

Gostei bastante desse background do Gabriel, pensei que ele e o Will simplesmente não iam com a cara do outro, mas o cara tirou eu da rua e me deu um objetivo na vida, muito bom Feel Crying 3 .



O 7 eu achei do caralho, como acho o Will o melhor personagem da fic, mostrar mais da vida dele foi tão foda quanto no capítulo da gangue enfiando a porrada no filho dele. Muito foda e triste a relação deles Frog . E to curioso pra saber o que rolou com a esposa.

De resto, Josh sendo Josh.






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35 Re: The Big Deal em Seg Set 12 2016, 13:54

Dwight

Aí sim, esses dois foram os melhores até agora, batata começando a esquentar.

Curti o background do Gabriel, dá bastante sentido pra relação conflituosa dos dois, e espero que isso seja mais abordado no futuro, por mais que seja difícil encaixar flashbacks alguns personagens teriam coisas interessantes a oferecer. O mesmo serve pra história do Will com o filho dele, mas é meio inevitável mostrar o que de fato aconteceu com a mãe dele, eventualmente.

Já na parte da investigação, pô, My Coceira (Chamado Nelson, o que deixa ainda melhor) e a Emilia Sarah Connor é sacanagem, agora fodeu forte. Só não deu merda ainda porque o Josh é idiota. Cara babacão da porra, espero que morra sofrendo.

Spoiler:



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36 Re: The Big Deal em Seg Set 12 2016, 23:18

Babi

Quem diria, ele não gosta só de pistolas afinal. Fiquei ate surpresa agr.
E esse Gabriel todo sapequinha também, abusando da médica só pra não precisar de plano de saúde.

Mas enfim, os capítulos tão ótimos, Chris. Como disseram antes, curiosa pra saber porque o filho do Will culpa ele pela morte da mãe. Também ansiosa pra saber se a Anna e o Nelson são tão pikas pra descobrir cadê a crush do Prime e esfregar na cara do Josh que eles são mais uteis. Espero que nos proximos capitulos de uma esquentadinha em questão de ação, então continue a postar, moço.



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37 Re: The Big Deal em Sex Set 16 2016, 19:38

Chris

S01E08 - Time for Relationships
Spoiler:


— Temos que mover as armas rápido. Josh pode retornar com um mandato. — dizia Bad Assher.

Além do velho e de Prime, Will e Dwight estavam ali após o veterano ligar informando que Josh estava bisbilhotando a casa.

— E temos que achar um novo lugar para Claire. — lembrou Prime.

Will coçou a cabeça e andou pela sala, procurando uma solução. Puxou seu celular e começou a discar um número.

— Eu vou ligar para o Cezar, os marrons possuem várias garagens e galpões. Ficaremos devendo um favor. — falou o negro indo para os fundos da casa, junto das armas, falar ao telefone.

Dwight jogou um molho de chaves para Prime, que pegou-as franzindo o cenho, aguardando uma explicação.

— Leve a garota para minha casa, manteremos ela lá até encontrarmos um lugar. Barbara irá te ajudar com qualquer coisa. — falou o ruivo.

Prime assentiu e se dirigiu até o porão, deixando Dwight e Bad Assher na sala aguardando Will e ficando a disposição do mesmo. O jovem desceu as escadas e lá estava Claire, de cabelos molhados devido a um banho quente que havia tomado naquele dia mais cedo. A garota estava calada assistindo televisão, era a única coisa que podia fazer para matar o tédio, na verdade.

O jovem pegou uma venda que estava em cima da TV e se aproximou dela, ajoelhando-se próximo da poltrona que a mesma sentava.

— Iremos te mover para outro lugar. — disse num tom baixo.

A italiana nada disse, apenas concordou com a cabeça lentamente. Seu olhar ainda era quebrado, mas já não estava tão irritada ou preocupada quanto no começo, Prime lhe passava uma certa garantia de que não deixaria ninguém lhe fazer mal.

Prime, delicadamente, colocou a venda nos claros olhos da garota, amarrando com pouca força atrás para não machucá-la. Enquanto o jovem dava o nó no tecido, Claire sussurrou:

— Você sabe que não precisa fazer isso, não é? Já te disse.

— Me desculpe, mas você já viu dois do nosso grupo, contando comigo. — respondeu dando uma olhada para a loira, tentando perceber se ela estava completamente cega.

— Não falo de vendar meus olhos. Falo de me manter em cativeiro. — embora a mesma não enxergasse, Prime arqueou uma das sobrancelhas — Se você me soltasse, eu poderia mentir que os russos me sequestraram.

O garoto não disse nada por alguns segundos, apenas desamarrou a garota da poltrona e amarrou suas mãos. Até enfim falar alguma coisa:

— Sinto muito. Mas não posso. — respondeu cabisbaixo.

Guiou a garota pelas escadas e até o jipe que Dwight e Will haviam vindo, e começou a dirigir até a casa do irlandês, tomando cuidado pelas ruas para ver se não estava sendo seguido tanto por algum policial ou por uma suv preta com algum bandido para lhe balear.

Após alguns minutos de caminho, chegara na casa do casal Phillips. Estacionou o jipe na garagem e certificou-se de não haver nenhum vizinho enxerido olhando e enfim retirou a garota do veículo, que passara calada o caminho todo.

Entrou na casa sinalizando um “olá” para chamar a atenção de Barbara, porém fora respondido com um silêncio. Trancou a porta e deu uma breve olhada pela casa, a mulher não estava lá. Deu de ombros e levou Claire até o sofá. Havia alguns quadros do casal pela estante da casa, Prime abaixou  todos antes de tirar as vendas da garota. Ligou a televisão após isso.

— Mais TV. Ótimo. — murmurou a italiana.


O loiro havia ficado cuidando do bar enquanto os outros resolviam o problema na casa do velho Bad Assher. Era o melhor a se fazer, ainda mais por estar se recuperando do ombro. Fazia alguns leves movimentos para exercitar o músculo, dando intervalo para beber sua cerveja.

O bar não estava tao cheio, afinal, era de dia. Possuía mais movimento pelo turno da noite. Estavam ali apenas uma dezena de clientes. Em especial uma mulher sentada sozinha numa mesa, bebendo uma garrafa de cerveja, Chris já havia trocado olhares com ela dando seu sorriso galanteador e insinuoso.

Um estranho homem de bigode bebia uma coca diet no balcão, o loiro até pensou em tirar sarro mas manteve-se na sua e deixou pra lá. Fora surpreendido quando adentrou o bar a mulher de seu amigo. Barbara foi até ele sorrindo em vê-lo depois de algumas semanas.

— Droga, você ainda está vivo? — brincou dando um abraço no amigo.

Chris riu. Embora o grupo fosse como uma família para o galanteador, Dwight e Barbara eram os mais próximos. Conhecia os dois desde jovem, tinha um laço muito forte com ambos e um enorme respeito.

— A preocupação de vocês realmente tocam meu coração. — brincou de volta. — Como vai, querida?

— Um pouco preocupada, mas bem. — respondeu a morena com um sorriso de canto.

O homem nem precisou perguntar para sacar que o que preocupava a mulher era a merda toda com a máfia. Embora fosse acostumada com aquela vida, Josh deixara aquelas palavras ecoando em sua cabeça.

— Nós superaremos isso que está acontecendo, como sempre fazemos. — confortou o amigo.

— É… Podemos conversar num lugar mais privado? Preciso contar algo.

O loiro assentiu com uma expressão curiosa. Sinalizou para um cliente que frequentava o bar há anos para vigiar o balcão enquanto se ausentava e ambos foram até a sala de reunião conversar. Notara certa ansiedade e preocupação no rosto da mulher, parecia algo importante. A mesma começou a falar:

— Isso tem que ficar só entre nós, ok? Dwight não pode saber.

— Claro, o que está havendo? — questionou Chris curioso.

Barbara vasculhou a bolsa que carregava e de dentro dela tirou um objeto branco pequeno que fez Chris levantar as sobrancelhas ao ver. Ela estendeu a mão mostrando para o amigo com mais clareza.

— Isso é…? — não precisara completar a frase.

— É. — confirmou — Já é o terceiro que fiz nesse mês.

— Uau. Quero dizer… Por que quer manter em segredo do Phillip?  — perguntou sem saber como reagir aquilo.

— Quero deixar essa merda toda que está acontecendo passar antes de contar a ele. Mas por favor, Chris, mantenha-o salvo. Eu não conseguiria lidar com isso sem ele. — disse a moça um tanto tristonha.

— Ei, venha cá. — disse Chris abraçando-a. — Eu nunca deixaria nada acontecer aquele idiota irlandês. Você sabe disso… mamãe. — falou tentando confortá-la.

Barbara riu e agradeceu o apoio de Chris. Ambos voltaram para o bar, a mesma ficara por ali mais alguns minutos antes de ir embora jogando conversa fora sobre a viagem do loiro para Normtown. Até enfim se despedir e voltar para casa.

O homem deu mais um gole na cerveja para absorver aquela informação. Embora estivesse feliz pelos dois, aquilo podia ser preocupante na situação atual. Teve seus pensamentos interrompidos pela mulher que o observava antes indo até o balcão deixar o dinheiro da bebida.

— Lugar legal aqui. — disse a mulher, sorrindo e dando as costas.

Após isso a mesma se retirou do bar, Chris sorriu para si mesmo e quando pegou o dinheiro que ela deixou vira algo dentro da nota de vinte dólares que estava enrolada. Era um papel com um endereço, mais especificamente de um hotel e o número do quarto. O loiro olhou através dos vidros do bar para a rua e percebera a mulher olhando para ele com o mesmo sorriso de antes, enquanto seguia caminho.

Chris guardou o papel no bolso e começou a passar um pano no balcão, esperando algum dos outros caras retornarem ao bar.

Perto do anoitecer, a picape fumaçante do Bad Assher estacionou em frente ao Sadboys, e o velhote entrou no bar. Explicou toda a situação para Chris, que Will havia contatado os mexicanos e que Claire estava na casa do irlandês.


Após estar por dentro da situação, despediu-se do velho e saiu do bar. Pegou a Wrangler do grupo e dirigiu até o local que a mulher havia lhe fornecido. Com cuidado pelas ruas, como os outros. Chegara no tal hotel, nada muito refinado, e fora até o quarto “205” no segundo andar. Bateu à porta e sem muita demora a mulher abriu.

— Eu estava à sua espera. — disse sorridente a mulher.

— E aqui estou eu.

A bela moça fez um sinal com a cabeça para ele entrar e assim o loiro fez. Era um quarto simples, sem nada de especial. Havia uma mesa próximo da janela com uma garrafa uísque. A mesma serviu dos copos baixinhos e levou um até ele.

— Nunca te vi antes pela cidade. — disse Chris bebendo um gole do uísque.

— Estou morando aqui há pouco tempo. Estou nesse hotel até achar uma casa.

Anna virou todo o copo de uísque de uma vez só e foi até a mesa largar o copo. Quando foi se virar levou um pequeno susto ao perceber que o homem estava bem próximo dela. Ele deu seu costumeiro sorriso pretensioso.

— Te assustei?

A mulher riu e agarrou o homem pelo pescoço, beijando-o com certa euforia. E o mesmo correspondeu após largar o copo de uísque na mesa, sem nem mesmo notar um mínimo dissolvimento de algo na bebida.

Ambos vestiam jaquetas de couro e camisetas por baixo que não demoraram muito para estar no chão, enquanto beijos eram variados entre a boca e o pescoço um do outro. O loiro pegou a mulher no colo após um pequeno pulo, levando ela até a cama. Sentira uma leve tontura quando deitara junto com a federal, mas achou ser apenas o álcool. Continuou a beijá-la e naquela situação ambos passaram a noite, trocando prazeres.

S01E09 - Dark Things
Spoiler:


Fazia algumas assinaturas em papéis do hospital mas seus pensamentos estavam longe. Pensava no beijo que havia recebido de Gabriel, deveria estar maluca por estar interessada em um criminoso. Mas ele parecia ter um bom coração, talvez fosse isso que chamava sua atenção. Balançou a cabeça tentando se afastar de tais pensamentos, tinha que pensar que se envolver com ele poderia acabar com sua carreira.

Uma enfermeira bateu à porta de sua sala e anunciou que havia alguém da polícia querendo vê-la. Arregalou os olhos, centenas de hipóteses vieram a sua cabeça, todas acabava com ela sendo suspeita de algum crime. Assentiu para a colega de trabalho com a cabeça, que foi chamar a pessoa que queria conversar com ela.

Eis então que entra o homem na sala da médica. Parecia um pouco desconfortável, estendeu a mão para cumprimentar Mary.

— Detetive Josh Cohle. — se apresentou o homem.

— Ah, sente-se, por favor. — disse a doutora apontando a cadeira em frente sua mesa.

O homem se sentou, e começou a olhar em volta da sala. Já Mary estava tentando disfarçar o nervosismo que passava por dentro.

— Deve saber do que houve na mansão Marconi em Venturas, não é? — perguntou o detetive recebendo um sim com a cabeça da doutora. — Neste dia você atendeu um paciente que é suspeito desse caso. Poderia me dizer alguma coisa que ajudasse na investigação?

O oficial colocou uma foto de Gabriel em cima da mesa. Mary olhou para a fotografia notando que era de uma ficha criminal, mas ainda tentando disfarçar, começa a responder o detetive:

— Oh, eu não sabia que ele era um suspeito. Ele havia se metido em uma briga de bar ou coisa do tipo, se bem me lembro.

Josh olhou nos olhos da médica, era um tanto quanto assustador sua expressão embora não apresentasse maldade.

— Ele não lhe disse mais nada? Ou esteve por aqui novamente? Qualquer detalhe poderia ajudar.

Mary estava com os olhos na foto da ficha de Gabriel, havia esquecido por um momento que tinha um detetive na sua frente. Retomou a consciência e respondeu o homem:

— Sinto muito, detetive, é tudo que sei. Não o vi mais depois daquele dia.

O detetive assentiu e se levantou da cadeira, virando as costas e saindo da sala. Suas últimas palavras foram um “obrigado pela cooperação” de forma seca. Quando estava sozinha na sala, levou uma das mãos a cabeça e respirou pesadamente.

Algumas horas depois quando acabara seu expediente, pegou seu carro e foi direto até o Sadboys procurar por Gabriel. Chegando lá, encontrou Chris conversando com Bad Assher, contava algo sobre ter acordado hoje num hotel sem lembrar de muita coisa. A médica não prestou muita atenção.

— Olá. — cumprimentou Mary os dois.

— Hey, doc. Que surpresa. — respondeu Chris.

A mulher olhou para Chris e fez uma expressão de que se lembrara de algo. Mexeu na bolsa procurando por algo e então tirou um frasco com alguma medicina.

— Eu trouxe um antibiótico para seu ferimento. — disse entregando o remédio.

— Oh, isso é muito gentil de sua parte. Eu agradeço.

— Sem problemas. — disse sorrindo. — O Gabriel está por aqui?

O loiro respondeu positivamente e disse que iria chamá-lo, abriu a porta da sala dos fundos, a mesma que ela tratou da bala no ombro de Chris e pudera ver que estavam tendo algum tipo de reunião lá dentro, mas, mesmo assim, Gabriel veio vê-la.

— Hey, o que faz aqui? — disse surpreso Gabriel.

Os dois foram até uma mesa para conversar mais à vontade. Gabriel oferecera algo para a médica porém a mesma rejeitou, foi direto ao assunto:

— Um detetive veio me ver hoje… Disse que você era suspeito do que aconteceu no caso Marconi e queria algumas informações. — o rapaz fez uma cara surpresa ao ouvir aquilo. — Achei que gostaria de saber.

— Era Josh Cohle? — perguntou Gabriel recebendo um sim como resposta. — Esse desgraçado tem algum tipo de fixação na gente.

— Eu não disse nada, apenas sobre a briga de bar… — explicou Mary.

Gabriel sorriu lateralmente ao ouvir aquilo, pegando na mão da médica e a agradecendo. Ela rira de volta pra ele no começo, mas depois não conseguiu esconder uma certa preocupação.

— Ei, você está bem? — perguntou Gabriel.

— Ah, é, estou. É só que… Foi um pouco assustador a visita dele, pensei que poderia acabar me prejudicando.

— Desculpe ter colocado você nessa posição. Darei um espaço para você não se complicar, está bem?

A médica concordou sorrindo e o homem não resistiu e teve de beijá-la. Mary ficara surpresa, mas foi mais forte que ela e apenas deixou o momento continuar. Se separam quando Chris a tirar sarro dos dois.

— Bravo! — dizia ele batendo palmas e rindo junto de Bad Assher.

— Vão se foder. — falou Gabriel rindo.

Mary ficou envergonhada naquele momento e apenas riu junto dos homens. Despediu-se de Gabriel e dos outros e saíra do bar. Quando entrou em seu carro, prestes a dirigir, viu próximo dali no outro lado da rua um carro parado. A surpresa era quem estava nele. Era o detetive Josh a observando. A médica sem saber reagir, apenas ligou o carro e deu o fora dali.


— Vamos primeiro resolver nossos problemas com Al e depois vamos para uma boate italiana ter uma conversa com nosso amigo mafioso. — Will atualizava Gabriel e Chris que estava com Mary antes.

— Então vamos recusar roubar as armas dos russos? — perguntou Gabriel.

— Vamos oferecer as armas da Dama pra ele. — disse o negro olhando para os parceiros. — Se não, teremos que pensar em um plano B.

Estavam na sala também Dwight e Prime, o mais jovem havia deixado a italiana com Barbara, que embora relutante, acabou ficando vigiando a garota. Bad Assher conseguiu a localização de Al com alguns contatos da rua e deu para o grupo que checaram suas pistolas e foram até o jipe.

O local que o velhote conseguiu para os parceiros era uma rua da área dos Black Normies, a gangue de Al. Um lugar bastante desértico, não haveria problemas com polícia caso as coisas saíssem errado.

Chegando na rua, Will e os outros puderam ver de longe uma garagem com dois carros estacionados e sete negros escorados nos veículos, contando dinheiro e saquinhos de cocaínas. O grupo chegou numa velocidade lenta para não assustar os negros e estacionou quase em frente a garagem.

Os Black Normies no mesmo momento sacaram suas pistolas, apontando para o jipe. Will abriu a porta do veículo, saindo dele e gritando para Al:

— Nós viemos apenas fazer algumas perg…

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Will nem pode completar a frase pois os negros começaram a atirar. Gritou um “merda” e foi para trás do veículo. Prime pulou para direção tomando controle do volante, enquanto Chris e Gabriel saíram do veículo atirando de volta. Dwight abriu o teto solar e começou a atirar por cima.

Os negros correram até seus carros para dar o fora dali, porém dois foram atingidos por balas que mancharam suas camisetas de sangue. Al e os outros saíram cantando pneu do local, levando tiro de todos os Sadboys na lataria dos carros.

— Vamos lá! — gritou Will voltando para o veículo.

Dessa vez Prime dirigia, em alta velocidade atrás dos dois carros. Dwight ainda estava pra fora do teto solar. O irlandês começou a atirar em um dos veículos, conseguindo acertar o pneu dele e fazer o carro capotar algumas vezes.

O grupo gritou de comemoração devido a adrenalina do momento em ver o carro capotando, mas continuaram a perseguição.

— Al está naquele dali, encoste do lado dele! — disse Will para Prime.

O garoto acelerou o veículo e alcançou o carro dos negros na velocidade, andando emparelhado ao lado deles. Os negros abriram a janela e começaram a atirar, fazendo Dwight descer do teto solar rapidamente. Alguns tiros destruíram as janelas do lado esquerdo do jipe, mas sem acertar ninguém do grupo. Will apontara sua arma através da janela quebrada para o carro, colocando o braço na frente da visão de Prime que teve de dirigir cegamente por alguns segundos. Atirou três vezes contra o carro dos negros, fazendo sangue jorrar nos vidros. Havia acertado um dos negros que estava no banco do carona. Al que dirigia freou o carro bruscamente, fazendo os Sadboys passarem reto, tendo que improvisar uma manobra. Prime recuperando a visão girou o volante pisando no freio e girou o jipe para a direção do carro dos negros, que estava tentando se virar para continuar a escapar.

— Hora de acabar com a brincadeira. — disse Will.

Prime tomou velocidade e correu com o veículo na direção do carro dos negros que recém-tomara velocidade para fugir. O jipe chegou novamente ao lado do veículo dos Black Normies, tendo Dwight no teto solar novamente atirando com sua pistola nos pneus, acertando outra vez. O carro de Al perdeu o controle e acabou batendo na lateral traseira do jipe, os dois carros começaram a rodopiar.

O cenário seguinte fora o carro dos negros batendo em um carro estacionado na rua e o jipe sendo freado as pressas por Prime, jogando Dwight para fora que caiu no chão rolando.

— Ah, merda! — disse o irlandês quando caiu no chão, mas sem ferimentos.

O grupo saiu do carro e foram todos apontando as armas para o carro de Al, que abrira a porta e tentara fugir, atirando cegamente nos rapazes mas errando todos. Chris atirou na perna do negro fazendo-o cair no chão, enquanto Gabriel e Prime checavam os negros restantes do carro. Estavam todos desacordados, não dava pra dizer se morreram, mas estavam com bastantes ferimentos.

— Nós iriamos apenas conversar. — ironizou Will mirando a arma na cabeça de Al.

Acabou com a vida do homem deixando um rastro de sangue e miolos no asfalto. Fez um sinal para os parceiros para darem o fora dali, aquela área era desértica mas ninguém era surdo para não ouvir tudo que fizeram.

Entraram em seu veículo e deram o fora dali, indo na direção de uma garagem de um dos contatos do Bad Assher, um policial aposentado que ganhava a vida com favores. Deixaram o jipe com esse homem para não chamar a atenção e saíram de lá com uma nova picape emprestada. Enfim, seguindo até a boate se encontrar com Lazarus.

A boate marcada pelo encontro possuía um letreiro grande e escandaloso, com luzes fluorecentes. O lugar se chamava “Divina”, havia dois seguranças na porta que revistaram Will e os outros antes de entrarem, recolhendo suas armas.


Já dentro do local, puderam observar como era um local bonito, embora não tão grande. Bastante organizado, com mesas e cadeiras prateadas, alguns sofás nos cantos e salas privadas. Um palco no meio com uma mulher fantasiada de “Mágica Sensual” fazendo alguma apresentação para homens próximo dela que jogavam notas de cinquenta dólares. Fora as outras belas e seminuas garotas que rondavam pela boate servindo bebidas e até mesmo elas mesmo para alguns clientes.

Lazarus estava numa mesa com uma bela mulher loira trajada com um vestido vermelho e elegante ao seu lado. Quando vira Will e os outros mandou a mulher deixar eles a sós e foi de encontro ao negro.

— Fico feliz que tenha vindo, William. — disse o italiano apertando a mão do negro.

Fez um gesto para os rapazes se sentarem na mesa em que estava. Fazendo um gesto para uma das garotas trazer bebidas para eles.

— É um lugar e tanto. — elogiou Will.

— Obrigado, é uma das minhas propriedades que mais me orgulho, devo dizer.

Algumas das belas garotas que circulavam, passavam pela mesa e trocavam olhares e sorrisos com os rapazes, principalmente com Chris. Prime era o mais desconfortável por nunca ter frequentado algum lugar parecido.

— Eu cuidarei de alguns negócios em Polotown e ficarei por lá alguns dias. Parto em uma semana. Pensei que não seria problema conseguir minhas armas até lá. — falou Lazarus.

— É, sobre isso… Sinto muito pela demora, tivemos um problema com uma gangue que atacaram um dos meus caras. — disse o negro apontando com o queixo para Chris. — Mas agora estamos bem.

— Está tudo bem. Sinto muito pelo ataque.

O que mais irritava Will naquele italiano era sua elegância, sempre tão gentil em suas palavras que nem parecia um criminoso. Uma jovem garota veio com uma bandeja que possuía alguns drinques, distribuindo para eles. Lazarus levantou o copo para um brinde e Will o fez, mesmo que sem querer.

— Diga-me, Lazarus, você precisa mesmo das armas dos russos? Eu poderia lhe fornecer algumas que consegui numa recente negociação. — perguntou o negro.

— Pensei que comprasse armas na rua. — rebateu sarcástico o italiano.

O irlandês tomou a palavra, largando um comentário que fez Lazarus rir baixo:

— Foi uma negociação das ruas.

— Desculpe-me, cavalheiros, mas eu aceitando essas armas não afeto diretamente os russos. Então temo que o único jeito seja pegar as armas do galpão Solokov. Dois russos na cadeia não é uma vingança de mafiosos, russos sem armas e destruídos é. — falou o chefe da máfia italiana.

Will fora obrigado a concordar e deixou Lazarus avisado que iriam recolher as armas antes da viagem do italiano para Polotown. Quando ele e os outros estavam se dirigindo a saída, ouviu o mafioso gritar por seu nome, fazendo-o virar para ouvir o que ele tinha mais a dizer.

— Minha sobrinha ainda está desaparecida. Eu ficaria muito grato e devendo dois favores se encontrarem ela junto com as armas. — disse sorrindo.

O negro gelou por dentro quando ele disse aquilo. Aquelas palavras apenas fortaleciam a teoria do grupo de que Lazarus sabia de tudo e só estava brincando com eles para ver até onde a lealdade iria. Apenas assentiu ao italiano e saíram todos da boate rapidamente.

— O que faremos, Will? — perguntou Dwight.

— Pensaremos no plano B. — respondeu o negro.




Galero, capítulos oito e nove postado. Aproveitem.

Por que eu postei dois capítulos novamente? Porque demorei pra postar.

Por que coloquei os capítulos nesse post? Porque o Forumeiros é uma merda e excedeu o limite de caracteres no tópico. Fazer o que.

Boa leitura e comentem! E IGNOREM AS TAG DE ÁUDIO BUGADA DESSA DESGRAÇA




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38 Re: The Big Deal em Sex Set 16 2016, 20:45

Luckwearer

Então, vamos lá.

O capítulo oito foi um daqueles de transição fodido, que pra ser sincero não gostei muito, a única coisa importante de fato que aconteceu foi o Chris sendo tralado numa golpe de boceta. Teve também a descoberta da gravidez da Babi, mas isso whatever, é só mais motivo pra um dos dois do casal morrer.


Agora vamos falar dessa delicia deliciosa de se ler que foi esse capítulo nove, puta que me pariu broder, eu me empolguei tanto nessa cena de ação que até comecei agir que nem um down na cadeira, porque sou hiperativo, não consigo ficar parado por muito tempo e empolgar não ajuda nisso. :grin:

Enfim, esse foi um capítulo que dá gosto pra caralho de se ler e reler, tua escrita ultrapassou a área de conforto que geralmente sempre fica e mostrou que tu é ótimo descrevendo ação, algo que só me deixa mais ansioso pra reta final da temporada. Foi muito foda ver a galera finalmente agindo todos juntos, espero mais cenas deles reunidos. E parabéns, menino Prime, por mais que eu quisesse escutar aquela trilha foda enquanto lia, o Prime dirigindo só me vinha isso em mente.

Coitada da Mary, se enfiou numa relação logo com o lawfull good do grupo, conhecido também como merdeiro. E porra, vai se foder esse Josh também, se ela enxergou ele, o cara nem pra botar um vidro fume nessa merda. Detetive de bosta.






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39 Re: The Big Deal em Sex Set 16 2016, 21:00

Josh

Gostei desse último. As cenas de ação foram bem detalhadas e passou uma certa emoção ao leitor. Pena que durou pouco tempo. Como já está no episódio 9, já espero a desgraça nos próximos. Estou curioso para saber como isso vai terminar, apesar de já ter sido spoilado que os Sadboys vão sair vitoriosos.




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40 Re: The Big Deal em Sex Set 16 2016, 21:08

Gulielmus

Bons caps, dá pra notar que a história tá progredindo bastante. 

Ainda acho que deviam se livrar dessa garota o quanto antes, já que essa merda só tende a piorar, tá virando uma bola de neve. E o pior é que quanto mais tempo o Prime perde cuidado dela, mais ele se apega, o que só aumenta a chance de dar merda quando forem forçados a tomar uma decisão. Não custava nada se revezar nisso né, porra, só usar máscaras. Pica Pau muito puto Também não acho uma boa ideia terem deixado na casa do Dwight, que só tá envolvendo a própria esposa nas merdas da criminalidade, por mim tinham que comprar um quarto de Motel no meio do nada e manter a porra da guria lá. 

E bem estranho a forma que esse Al reagiu, cara saiu correndo como se fosse o capeta fugindo da cruz, tá devendo tanto assim? Pra mim isso aí é motivo de suspeita, não duvido que esses caras tivessem sido os responsáveis pelo atentado ao Chris, a mando de alguém. 

E outra coisa que queria pontuar, é que o personagem do Josh é o mais interessante, principalmente por ter esse conceito maneiro de ser um "antagonista" que está fazendo o correto ao ir contra os protagonistas. Porém, acho que ele podia ter sido aplicado um pouco melhor. É meio difícil ter alguma empatia com ele, porque o cara quase não tem chances de mostrar seu lado humano, só agindo como um obcecado piradão, que quer prejudicar os "mocinhos" a todo custo. Fica aí como uma dica pra Season Dois, do personagem agir mais como um detetive mesmo, tendo um verdadeiro mistério que é tão desconhecido para ele quanto para os leitores, já que o que ele combate agora é algo que a gente já tá cansado de saber. :grin: Sei lá, as vezes isso pode fazer o Joshão parecer meio incompetente, apesar de eu sacar que não é isso que você quer passar, só acho que ele não tem muitas chances de mostrar suas habilidades investigativas tentando desvendar algo que a gente já sabe. Parece que o cara não tem ideia do que tá fazendo, só stalkeando a galera sem apoio da polícia, atraindo toda a atenção e se fazendo um alvo fácil dos caras. Cara tem muito potencial se você explorar mais o seu lado gênio, o botando pra solucionar paradas fodas, de formas bem boladas e brilhantes. Com o Lazarus, por exemplo, você consegue dar um ar bem foda de vilão enigmático, que parece estar prontinho pra fazer uma revelação inesperada e fuder com o vida de geral, mas sem perder a simpatia do leitor.

Devo ser o único que gosta do Josh Cohle, então quis dar aquela defendida e pontuar que ele tem potencial pra ser um personagem melhor. Foi mal por ficar implicando com uma parada que você já terminou de escrever, só quis dar meu pitaco, como bom ignorante coerente que sou. Como já falei várias vezes, a fic tá muito boa, personagens tão fodas e sua escrita progrediu pra caralho, só tendendo a melhorar! 
E não fiquem implicando por eu não comentar, sou um cara difícil. Clô



 

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41 Re: The Big Deal em Sex Set 16 2016, 22:19

Dwight

Ter movido essa mina pra dentro de casa vai dar merda certamente, pqp. Tá parecendo muito que um dos dois ali vai morrer, mas não se mata gente grávida ok. Feel Crying 3

Prime tá dando orgulho, até agr não deixou a chave entrar na maçaneta, gosto da ideia de que no final ele que tenha que tomar uma decisão sobre a vida dela. Assim como o Prime, Gabriel é outro que considero fundamental para uma continuação, e consequentemente a Mary, muita margem de desenvolvimento para morrerem agora. Não entendi o que rolou com o Chris, cara foi sodomizado durante o sono? My Coceira colocou uma sonda anal alienígena nele? Foi só uma tralada inofensiva?

Acho que o Josh deixou a médica vê-lo justamente pra assustar ela, e talvez acabar arrancando uma confissão por medo, mas fez algum sentido o comentário do Guliel, principalmente ao comparar com o Lazarus. São tipos diferentes de antagonistas, porém, e de certa forma isso é legal tbm.

A atitude dos negão foi estranha mesmo, era até pra terem dado uma pressionada no Omar pra ver o que ele dizia, mas toda a parte da perseguição foi muito foda. Relembrando bons tempos em que:

Spoiler:

Esse final claramente expõe que o cara sabe de tudo e vai nos foder lentamente, acredito que esse enrolo com a Claire com certeza se resolve até o final, mas um dos dois plots (Com a máfia ou com a investigação da polícia), vai ficar em aberto para a continuação.



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42 Re: The Big Deal em Sab Set 17 2016, 18:14

Chris

S01E10 - Solutions
Spoiler:

[audio]UIRCPAOLBd0[/audio]

Gabriel jogava conversa fora com Mary, que sentava a sua frente numa das mesas do Sadboys. Resolveu dar uma passada para vê-lo em seu horário de almoço. Tomando cuidado com o detetive xereta. Embora ambos tivessem combinado de darem um tempo, o último beijo que Gabriel deu nela fez a doutora mudar de ideia. Gabriel a protegeria de qualquer ameaça ou blefe. Ambos riam e bebiam uma soda enquanto Bad Assher levantava uma garrafa de cerveja aos dois, numa espécie de comemoração.

Na casa de Dwight, estavam Barbara e Prime sentados no sofá acompanhados de Claire que era vigiada por ambos. A italiana olhava para o televisor com mesmo olhar quebrado de sempre, enquanto Barbara com uma expressão aborrecida por ter que virar “babá de mafiosa” como ela mesmo dissera para Prime. Já o garoto mais jovem estava no meio das duas, com um olhar constrangido devido ao tenso clima do local. Tentava puxar assunto algumas vezes mas era sempre cortado pela mulher do irlandês ou ignorado pela loira.

Enquanto isso, ao norte da cidade, a polícia grudava contra a parede os homens e algemava suas mãos. Os criminosos eram neonazis, um grupo pequeno de cinco caras que haviam assassinado um idoso negro. A polícia levava eles para dentro das viaturas, enquanto Josh apenas observava. Um policial passa por ele dando um leve tapa nas costas, um sinal de “bom trabalho”. Era incrível como o detetive ainda conseguia resolver casos mesmo com todo seu envolvimento no caso Marconi.

Na delegacia, Anna e Nelson Barnes olhavam para o quadro de Josh. Havia algumas fotos de ficha criminal dos Sadboys, fotos do dia do caso Marconi e de alguns italianos. Vários alfinetes marcando possíveis ligações e algumas anotações. Os agentes se entreolharam após ver o quão focado o detetive estava.

No território dos mexicanos, Will conversava com Cézar, líder da gangue Latz Dogz. Estavam em um pátio de alguma casa, com alguns corpos de negros caídos no chão em cima de uma plantação de maconha. O mexicano se despede do negro com um abraço, agradecendo a ajuda para se livrar daquela pedra no sapato dos marrons. Saindo do pátio estava Chris e Dwight esperando por Will, retirando silenciadores de suas glocks e guardando dentro do veículo que vieram. E assim, dando o fora daquele lugar.


Josh retornava do caso dos neonazis, chegando no departamento de polícia. Se dirigia até sua sala, quando através do vidro que Anna se encontrava nela.

— Eu deixei a porta trancada quando saí, significa que não era para ninguém entrar aqui. — disse o homem entrando na sala.

— Reclame com o capitão. — respondeu com um sorriso irônico a agente.

Como se fosse adiantar algo reclamar com o capitão Smitt. O velho estava sempre no telefone resolvendo algo do condado de Hueston e mal dava atenção para o resto. Por um lado era bom, já que Josh tinha mais liberdade para trabalhar de seu jeito. Notara que Anna o olhava um tanto quanto interrogadora, não falara nada aguardando ela dizer alguma coisa.

— Você tem provas o suficiente para prender quatro dos Sadboys por envolvimento na briga da escola, fora um bom motivo para um mandato de revista na casa de todos eles. — disse séria. — O que está fazendo, Josh?

— Prendo eles pela briga e eles pagam a fiança. Revisto a casa deles, não encontro nada. São dois movimentos que não dão em nada para mim.

— Se passasse menos tempo jogando sozinho e cooperasse, saberia que temos uma forma de conseguir respostas deles.

Josh franziu o cenho, tinha de admitir que ficou curioso com aquilo. Parou em frente da agente e ouviu o que a mesma tinha em mente. A agente olhou em volta para ver se não havia ninguém próximo da sala e começou a falar:

— E se eu te disser que podemos conseguir a confissão de um deles jogando da maneira errada? Prendendo eles pela briga da escola mas com o motivo dos Marconi. — disse Anna com um olhar sugestivo.

— Isso daria no mesmo que eu prender eles agora pela briga, apenas algumas horas até pagarem a fiança pelo real motivo da prisão. Sem contar que isso seria jogar nossas carreiras foras. — respondeu Josh já com o interesse perdido no plano.

— Você não me entendeu, detetive. Nós usaremos a prisão deles para chegar em algo bem maior com um acordo. — parou por uns segundos com um sorriso no rosto. — A máfia.

— Você acha mesmo que aqueles caras fariam um acordo conosco? Eles saberão que é tudo uma farsa.

— Você tem razão, eles são inteligentes o bastante para não cair no nosso papo. — respondeu a mulher saindo da sala de Josh, porém parando na porta — Mas e uma mulher preocupada com a vida de seu marido?

Josh notara a disposição da agente em colocar esse plano para a frente ao ver o sorriso no rosto dela. Soava como loucura, mas fazia sentido. Ela acobertaria toda as irregularidades da parte deles com seus contatos do FBI e eles poderiam não só pegar os Sadboys, mas a máfia também. O detetive só tinha a ganhar. Eles jogaram sujo para se safar de Josh, agora era a hora de reverter essa situação.

Olhara mais uma vez para seu quadro, para as fotos dos criminosos. Apertou o punho e saiu da sala, falando alto para a agente:

— Mande Barnes para a casa de Barbara Phillips. — depois virou-se para um dos oficiais — Quero duas viaturas comigo.

E começou a se dirigir para seu carro, tendo a agente Danvers seguindo ele com uma expressão satisfeita. Alguns policiais desceram junto subindo nas duas viaturas como ordenado pelo detetive. Já Josh e Anna foram na picape do detetive.

Com pressa, foram até o bar que era o provável lugar que estariam os rapazes. Devido à velocidade que foram, não demorou muito para chegarem lá, com sirenes ligadas e freando bruscamente na frente do Sadboys. Josh entrou no bar acompanhado da agente e de quatro policiais armados.

Bad Assher berrou perguntando o que significava aquilo, fazendo da sala dos fundos sair Will e os outros.

— Nós temos mandato de prisão para os senhores William Fort, Dwight Phillips, Gabriel Heisen e Christopher Walker. Pelo assassinato de Lucca e Vini Marconi e o sequestro de Claire Marconi. — anunciou Anna.

Chris arregalou os olhos quando viu a mulher com quem havia dormido portando um distintivo federal. Will deu uma breve risada debochada e perguntou:

— E com que provas vocês estão nos prendendo, senhorita?

— Graças a colaboração do senhor Walker, que confessou para mim. — disse Anna, fazendo Josh a encarar confuso. — Prendam-nos.

Will e os outros olharam para Chris sem entender do que a agente falava, o loiro apenas negativava a cabeça com um julgante olhar para Anna enquanto os policiais algemavam os criminosos. Josh olhava para a agente tentando entender de onde veio aquela história de confissão, suspeitara de que agiu errado confiando nela.

— Filha da pu… — resmungava Chris quando a mulher o interrompeu.

— Cuidado com as palavras que diz para uma agente, Chris.

Chris cuspiu próximo dos pés dela e foi levado junto dos outros para as viaturas, recebendo olhares sem palavras dos parceiros, que queriam não acreditar que ele teria aberto o bico e entregado a todos. Principalmente Dwight não acreditara nisso.

Josh continuara dentro do bar pensando que ele havia sido enganado, foi apenas usado pela agente para ela chegar até eles e a máfia. Embora o detetive quisesse acabar com o esquema de todos eles, ser enganado daquela forma era inaceitável para ele. Notara Bad Assher desaprovando ele naquele momento.

— Isso é uma mentira de merda. — disse o velhote. — E você sabe disso. Só está cego, filho.

O detetive nada respondeu e foi até sua picape, acompanhando os veículos que levavam os Sadboys até a cadeia da cidade.


Servia uma xícara de café para si própria enquanto Prime e a italiana estavam no sofá. Pegara a carteira de cigarro e sacou um do maço, porém antes de acender se recordou que carregava uma criança, balançou a cabeça e jogou no lixo toda a carteira. Percebeu pela janela que havia um carro do outro lado da rua, com um homem magricelo e de bigode. Parecia observar a casa. A mulher pasmou e chamou Prime para ver. O garoto viu pela janela e sussurrou:

— Não acho que seja um italiano. Embora, nunca o vi por aqui.

— Um novo detetive, quem sabe? — pergunta a mulher.

Ambos olham para Claire que observava eles sussurrarem na cozinha com as mãos atadas por uma corda, os dois tentaram disfarçar e voltaram para o sofá. Prime que estava sentado no meio das duas tenta puxar assunto:

— Até que não é tão ruim assim, não é? Nós três aqui assistindo TV…

As duas olharam para o jovem franzindo o cenho. Prime percebera a besteira que tinha falado e ficou calado.

Barbara não recebia nenhum retorno de Dwight, se levantou do sofá e foi até um canto da sala tentar ligar para o irlandês. Enquanto isso, Claire parecia incomodada com as cordas que apertavam seu pulso e falara para Prime:

— Pode me levar até a cozinha para molhar meus pulsos? Estão doendo…

— Ahn… Claro, vamos lá. — respondeu acompanhando a garota.

Na cozinha, Prime deu uma olhada nos pulsos da garota que estavam com leves ferimentos devido a áspera corda que a amarrava. O garoto desatou o nó e deixou ela molhar os pulsos na torneira. A jovem notara o rapaz a observando, ele tinha uma certa admiração óbvia por ela.

A italiana notara na pilha de louça uma faca, por um momento pensou em tentar uma fuga. Mas o cenário que ela tinha em mente era sendo parada por Prime ou Barbara. Os dois jovens tiveram uma surpresa quando escutaram um som de batida de porta de carro. O rapaz foi até a janela ver e se tratava do homem de bigode que observava a casa se dirigindo prestes a atravessar a rua.

— Ah, merda. — disse Prime. — Barbara! Preciso de ajuda aqu…

Quando Prime se virava para Claire, teve sua fala interrompida pela garota pulando para cima dele com a faca, fazendo um corte no seu pescoço. O garoto arregalou os olhos e levou as mãos ao pescoço, tentando estancar o sangue que vazava. A italiana pegou a arma dele que havia caído de suas calças começou a olhar a sua volta assustada, quando Barbara apareceu na cozinha para ver o que havia acontecido.

Claire apontou a arma para Barbara quando a viu, fazendo com que a morena levantasse as mãos, se rendendo. A mulher viu Prime no chão sufocando e entrou em pânico, queria se aproximar para ajudar mas não podia arriscar testar a garota armada.

— Claire, você não precisa fazer isso. — disse Barbara, nervosa.

A loira tinha muito medo de tudo aquilo, mas parecia decidida do que fazer. Estava prestes a puxar o gatilho quando sentiu um rasgo na traseira de sua perna, que a fez gritar e atirar, mas errando a mulher de Dwight.

Prime havia usado a faca para cortar a perna dela, dando tempo para Barbara correr na direção da garota e grudar a cabeça dela na mesa, fazendo a soltar a arma e ficar tonta. A mulher pegou a arma que a jovem soltou e foi ver o quão ruim estava o ferimento de Prime.

— E-eu… Eu não… Eu não quero morrer, Barbara. — dizia quase incompreendível Prime.

O rapaz chorava e sufocava com o sangue vazando de sua garganta, Barbara tentava acalmá-lo. Estava nervosa, não sabia o que fazer. Vira Claire tentando se levantar e correndo mancando até a porta para tentar escapar e quando menos se deu conta, havia disparado contra a cabeça da menina.

Ouviu chutes na porta após o disparo, provavelmente do homem que vigiava a casa. Prime sangrando até a morte, a italiana morta na sua frente. Escorriam lágrimas da mulher que não sabia o que fazer.

A porta de sua casa foi arrombada pelo agente Barnes que adentrou a casa, vendo Prime e Claire ao chão desacordados e Barbara coberta de sangue, o homem ia sacar sua arma porém a mulher disparou três vezes contra seu peito, fazendo o cair sem vida no chão próximo de Claire. E quando menos se deu conta, estava sentada no chão próxima de Prime olhando para os corpos do local, com dificuldade de digerir a situação.




Capricharam nos comentários, hein. Gostei de ver e quero mais. Boa leitura!




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43 Re: The Big Deal em Sab Set 17 2016, 19:09

Josh

Esse foi o meu capítulo favorito até agora. Gostei de ver as coisas realmente ficarem sérias, e essa cena final foi muito linda.

Não esperava que a Barbara chegasse em uma situação assim. Estava teorizando que ela iria morrer alguma hora para impactar o Dwight, ou o contrário, mas isso que aconteceu agora foi muito melhor. O marido preso e ela tendo que lidar com a morte de um amigo e o assassinato de duas pessoas. Com a garota Marconi morta e também o detetive, só dá para se esperar desgraça para a gangue e a Barbara. Estou muito curioso para saber como isso vai se desenrolar.

Com a "mentira" da detetive, acho que os Sadboys não devem permanecer muito tempo presos. Mas, se a máfia descobrir o que houve com a Claire, acho que eles vão preferir estar presos do que lá fora. Porém, tem a Barbara e o Dwight pode ficar preocupado com o que pode acontecer com ela sozinha, sem falar que ela quase morreu agora. Não sei como o Josh vai reagir a isso, mas com certeza ele não queria que as coisas tivessem acontecido desse modo.

Gostaria de fazer uma menção especial a esse garoto que estava presente em alguns episódios por aí que ganhou bastante o público. Esse rapaz carismático, que tinha bastante potencial, mas que infelizmente errou dessa vez e sentimos muito pela sua morte. Vai ficar para sempre na memória dos fãs. Adeus, Michael Cera.

E também, triste a morte do Prime. Já esperava a morte dele, mas acho que ele não vai ser o único do Sadboys a morrer. Talvez o Dwight, se Barbara continuar viva. Daí Chris acaba cuidando do filho dela com ela. Já consigo imaginar a tristeza.

O que me faz ficar muito curioso em relação ao final dessa temporada é que o último capítulo se chama "win", provavelmente simbolizando que os Sadboys ganharam essa batalha. Depois desse acontecimento, fica difícil ver eles se saindo bem ainda. Acho que vou me surpreender bastante nos próximos capítulos.

Parabéns, Chris. A cena final foi muito bem escrita e prendeu muito o leitor. Com certeza essa é sua melhor fic, esse foi seu melhor capítulo, e essa foi uma das, senão a melhor, cena que alguém desse fórum escreveu. Você é um ótimo escritor e espero que, depois das continuações dessa história, você faça mais outras fics de temas diferentes.




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44 Re: The Big Deal em Sab Set 17 2016, 19:33

Gulielmus

Não preciso nem dizer que eu avisei, né? Smile Não tem como você sequestrar uma pessoa e querer conquistar ela a aceitar essa situação, mais cedo ou mais tarde ela ia tentar algo, principalmente com o tanto de chances que esse "regime semi-aberto" cria. Mas sei lá, na minha opinião, PELO MENOS esse problema tá resolvido. Agora a Bárbara e o Badass tem só um protocolo a seguir: banheira + ácido. Dar um fim nesses corpos é essencial, incluindo o do Prime, caso ele não sobrevivido à essa merda, porque sem corpo, sem crime. Não vou nem falar que a pica poderia ser menor se essa menina não tivesse sido mantida na RESIDÊNCIA PESSOAL de um dos integrantes da gangue...

A situação da galera na cadeia é melhor, na minha opinião. Como não existem provas suficientes pra fechar o caso, eles vão ser mantidos na delegacia, o que deixa eles à salvo do risco que uma penitenciaria cheia de Russos e Italianos oferece. Claro que o Chris pode estar um pouco em risco se não conseguir tirar essa história à limpo, mas no geral, a pica tá bem contornável. Inclusive, quando descobrirem que isso não passou de um blefe, a galera pode até virar a mesa ao seu favor, caso a Anna não tenha outra carta na manga, (o que ela provavelmente tem). Mas vale lembrar que ela parece ser envolvida com negócios ilegais, (se eu não tiver enganado), então não sei o quanto ela tá disposta a arriscar.

Bom cap.



 

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45 Re: The Big Deal em Dom Set 18 2016, 13:11

Dwight

Eeeeh caralho, sucessão de melda. Capítulo foda.

Ter levado essa menina para dentro de casa foi uma ideia muito de merda, pelo menos o Prime não caiu numa chave, só foi inocente e se fodeu. Espero que o Prime pelo menos sobreviva e a Barbara consiga se livrar dessa cagada antológica com a ajuda do Badass, mas se qualquer um sabia que o Nelson tava ali de tocaia (o que não parecia muito difícil de se notar) a coisa já complica. Isso ignorando que possam ter ouvido os tiros e qualquer outra complicação, pelo menos a polícia tá distraída com a prisão dos outros.

O blefe da Anna não vai dar em nada, mais fácil dar merda pra ela, a não ser que ela realmente tenha alguma gravação dele admitindo. De qualquer maneira, as coisas ficaram complicadas, potencial foda pra merda só aumentar.



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46 Re: The Big Deal em Dom Set 18 2016, 14:31

Babi

Estou com muita vontade de falar do 10, mas vamos começar falando do 9 que também foi perfeito. Gostei muito da ação dos sadboys contra os negão, pela sua descrição consegui imaginar direitinho a cena, menos a parte do Dwight indo pro chão sem nenhum ralado. De resto foi uma cena e uma descrição perfeita.

Assim como no capítulo 9, no 10 vc descreveu tudo de forma sensacional e surpreendente. Foi foda, tanto imaginar o Prime agonizando no chão, quanto o tiro na cabeça da mafiosinha abusada. Quando o agente entrou na casa pensei que tava tudo fodido pra todo mundo, aí vc surpreendeu-nos novamente com alguns tiros no peitos. Isso provavelmente tratá diversos problemas pra essa galerinha, até pq agr temos 3 corpos pra sumir e 2 detetives pra ludibriar.



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47 Re: The Big Deal em Dom Set 18 2016, 20:18

Mary

Os últimos capítulos foram ótimos, você conseguiu descrever as cenas de forma bem "limpa" e elas se tornaram fáceis de entender e projetar (pelo menos na minha mente que tem certa dificuldade pra isso).

O "romance" da Mary com o Gabriel tá muito Tara e Jax, só não deixa acabar como o original, plis. O relacionamento do William com o filho é algo complicado e esse moleque podia se tornar um alvo dos inimigos para que pelo menos escutasse o pai.
O Josh tá pesando demais na dos garotos tristes, e obviamente vai fazer de tudo pra conseguir prejudicar todos eles mesmo que tenha que perder algumas coisas, que acredito ser a Anna, já que somehow, somewhere, something went wrong.
Tô gostando bastante do desenvolvimento de todos os personagens e do envolvimento equilibrado de cada um na história. Todos tem um ponto fraco aparente, e acho que isso é uma das maiores aberturas possíveis pro aprofundamento de cada um deles.

O final foi realmente uma surpresa atrás da outra, algo que eu acho necessário em qualquer obra pra fazer a diferença e prender o leitor, e você fez isso muito bem. Espero que as mortes do Prime e a da Claire mudem o rumo das coisas, apesar de sentir muito. Ou não, já que isso pode mudar drasticamente o rumo das coisas. mh

Sua escrita continua ótima e só melhora, keep going. Wink



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48 Re: The Big Deal em Dom Set 18 2016, 22:49

Luckwearer

O que dizer desse capítulo que trouxe tanta coisa inesperada? Eu passei todos capítulos até aqui imaginando que o Prime ia se apaixonar por essa mina e deixar ela cair fora, nunca pensei em ela matar ele(?) e muito menos tudo isso com a Babi, pensei que ela ia terminar o papel na série sendo apenas a grávida e esposa do Dwight, mas não é que a mulher fez mais do que praticamente todos personagens até agora. Só que não tem como sair dessa, né bróder, impossivel os vizinhos não terem escutado.

ALGUÉM COMPRA VIDRO FUME PRA ESSAS PORRA DE POLICIAL

Enfim, to surpreso pra caralho e feliz pra porra que tua fic tá me dando vários tipos de sentimento, assim que eu gosto, cara.



matou o michael cera já :'(






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49 Re: The Big Deal em Dom Set 18 2016, 22:59

Chris

S01E11 - The Deal
Spoiler:
Estavam em uma cela da cadeia os quatro Sadboys presos. A polícia não informou muito para eles, apenas ordenaram que aguardassem Josh ou Anna para interrogá-los. Até então, ficaram esperando atrás das grades.

— Se Chris tivesse realmente confessado já teríamos sido encaminhados para o presídio de contenção. Tem algo errado nessa merda toda. — disse Dwight.

— Depois de transado com a federal nós dormimos, eu tenho certeza. Aquela desgraçada está armando algo. — complementou Chris.

Will coçava a cabeça pensativo, preocupado que encontrassem a garota Marconi. Já haviam feitos suas ligações e o único que atendeu foi Bad Assher, mandou ele checar a casa de Barbara. Fora isso, estavam por fora de toda a situação.

— Ela pode ter dopado você. Beberam algo naquela noite? — perguntou Gabriel que estava sentado no chão e escorado na parede.

— Filha da puta! — reclamou Chris. — Ela deve ter colocado algo no uísque e me fez apagar. Ela está acusando a gente através de uma falsa história.

— Eles não podem prender alguém sem provas. — disse Will. — Alguma coisa sobre a gente eles devem ter.

A conversa dos homens fora interrompida por um policial que chegou no local, abrindo a cela e chamando por Will. O negro foi algemado e levado para a sala de Josh, recebia alguns olhares quando era levado até o detetive. Chegando na sala, lá estava o detetive sentado em sua mesa, fez um sinal para que os deixassem a sós.

Will se sentou a frente de Josh e aguardou o homem começar a falar, encarando-o com firmeza e seriedade.

— As notícias de que vocês são os responsáveis pelo caso Marconi já estão circulando pelas ruas. — falou o detetive.

— E graças a essa mentira você e sua amiga federal colocaram pessoas em perigo. Você sabe o que a máfia pode fazer com nossos familiares e amigos, Josh? Tudo isso por uma mentira. — respondeu indignado o negro.

— Eu sinto muito. Mas eu ainda acredito que foram vocês.

— Eu estou pouco me fodendo para o que você acha. Saiba que você será o culpado se houverem mortes devido a essa situação que vocês criaram.

Josh desviou o olhar por alguns momentos e pegou em sua gaveta algumas fotografias, e as colocou na mesa. Eram do dia em que houve a briga próximo da Foreek High School.

— Vocês foram presos por envolvimento na briga que ocorreu na Principal com os estudantes. — confessou o detetive.

O negro olhou as fotos que mostravam ele e os outros apontando armas para Al e seus capangas. Negativou a si próprio ao notar que realmente tudo não passou de uma farsa dos policiais.

— Eu vou acabar com a sua raça, Josh… — ameaçou Will.

O líder dos Sadboys estava com uma grande raiva dentro de si, pois a essa altura já devia chegar até os ouvidos de Lazarus que eles foram preso pela falsa acusação.

— Poupe seu ódio. Eu tenho uma proposta para você. — disse Cohle chamando a atenção do negro. — Os federais têm suspeitas de que Marconi anda comprando armas ilegais, se me conseguir entregar os italianos no flagra e se entregarem como responsáveis do assassinato e sequestro, eu consigo segurança dentro e fora da prisão para você e seus amigos.

Will franziu o cenho e começou a pensar no que acabara de ouvir. Obviamente não se entregaria para Josh, mas viu ali uma oportunidade de tirar a máfia de seu pé. Começou a apresentar sua contraproposta:

— E se eu te entregasse os italianos e os reais responsáveis pelo caso Marconi?

— Do que você está falando, Will, você e seus parceiros são os resp… — dizia Josh quando é interrompido.

— Você realmente acha que um pequeno grupo igual ao meu arriscaria se envolver com a máfia? Pense direito, Josh, quem são os maiores rivais dos italianos? E na propriedade de quem apareceu a grana roubada da mansão? Use a lógica, detetive.

— Isso não é lógica, é conveniência. Nós dois sabemos disso. — disse Josh se levantando.

O detetive se dirigia até a porta para liberar Will, avisou um policial de que ele e seus amigos estavam liberados. Então o negro fora liberado das algemas, quando passou por Josh sussurrou:

— Eu te entrego as duas máfias mais poderosas do país e você larga do pé do meu grupo. Pense a respeito, detetive.

Will deu o fora do departamento de polícia e aguardou pelos parceiros do lado de fora, que alguns minutos depois foram liberados também. O negro contou para eles que a situação foi toda uma farsa criada pela federal e por Josh e que eles tinham de tomar cuidado a partir daquele momento. Chamaram um táxi para que levasse eles até o bar e aguardaram ali próximo da cadeia.

Enquanto isso, no departamento de polícia. A agente Danvers se dirigiu furiosa até a sala de Josh, abrindo a porta com força e falando num tom de voz grosso:

— Por que diabos você liberou os quatro?

— Você manipulou toda a situação, não é? — disse Josh se levantando e tomando a frente da agente. — Dormiu com Christopher Walker para criar uma situação de confissão que nunca existiu apenas para gerar incerteza no grupo deles. Não prendeu eles pela briga, registraria de verdade que Chris confessou para você o crime. Eu não sei que tipo de contatos e poder você tem por ser uma agente do governo, mas eu não vou deixar você manipular fatos e machucar pessoas inocentes para prender mafiosos.

— Ah, é? E o que fará então, detetive? Barnes não retornou até agora, o que lhe garante que ele já não conseguiu uma confissão da esposa do irlandês? — questionou Anna.

— Se ele retornar com uma confissão, eu contarei sobre o que fizemos aqui. Sobre a fraude que realizamos no caso. Prenderei os mafiosos da minha forma, não cometerei o mesmo erro novamente de confiar em você.

Após isso o detetive deixou a sala, fazendo a agente bufar de raiva pela atitude do “colega”. Pegou seu celular e começou a ligar para Barnes, checar como foi na casa de Barbara.

Quase uma hora depois, já estava anoitecendo. O táxi largou Will e os outros no bar, que assim que entraram notaram que Bad Assher não estava, quem cuidava do Bar era Lana, uma amiga do grupo. A mesma avisou que o velho estava na casa de Barbara como o negro mandou pela ligação da cadeia.

Will fizera um sinal para os outros o seguirem até a sala de reuniões, lá eles se sentaram na mesa e começaram a discutir:

— Eu fiz uma proposta para Josh. De entregar a máfia italiana por tráfico e porte de armamento ilegal e os russos por possuírem Claire Marconi.

— Como colocaremos a culpa do sequestro da garota nos russos? — perguntou Dwight.

— Entraremos em contato com os russos e ofereceremos as armas da Dama e a garota em troca de proteção contra Lazarus. Eles só tem a ganhar.

Gabriel desviou o olhar para o nada, desaprovando a situação, ele indaga:

— Vamos nos envolver com outra máfia?

— Não, Gabriel. Nós colocaremos uma contra a outra em batalha. — respondeu Will. — E mandarei Josh para o endereço errado.

O silêncio prevaleceu por alguns instantes na sala, até que Chris tomou a palavra:

— Quando tivermos as duas máfias no mesmo lugar… O que acontece?

— Nós mandamos os malditos italianos, russos e quem mais estiver lá para o inferno. — disse Dwight num tom baixo, era mais um palpite do que uma resposta.

O negro assentiu indicando que era exatamente o que o irlandês falara que aconteceria. Gabriel encarou o líder, embora relutante, assentiu. Provavelmente o rapaz gostaria de uma solução menos arriscada.

Após a reunião, deixaram Lana ainda tomando conta do bar, pegaram o carro e rodaram estrada até a casa dos Phillips. As estrelas já enfeitavam o céu escuro quando os quatro chegaram na casa, Dwight foi na frente e quando viu a fechadura de sua porta quebrada, sacou a arma e entrou mirando para uma possível ameaça. Mas tudo que vira foi Barbara sentada no sofá com Bad Assher ao seu lado, entregando um chá para ela. Chris entrou em seguida armado também, porém baixou as armas junto dos outros quando adentraram a casa.

Dwight se ajoelhou em frente da mulher que parecia chocada e perguntou preocupado:

— O que foi, linda?

Ela nada disse, apenas abraçou o marido com bastante força. O irlandês olhou para Bad Assher que possuía um olhar pesado, algo havia acontecido. A casa possuía um forte cheiro de água oxigenada, que fez Will franzir o cenho e perguntar para o velho:

— Onde está a garota?

— Ela ameaçou Barbara… Ela não teve escolha. — respondeu o velho.

O negro ficara sem palavras e sem gestos. Foi até a porta e começou a olhar para o céu, estava processando o que acabara de ouvir. Gabriel levou uma das mãos ao rosto e entrou no assunto:

— E onde está o Prime?

Bad Assher apenas fez um sinal negativo com a cabeça, bastante triste. Aquele sinal havia dito tudo para os presentes na sala. Will deu um forte soco na parede resmungando um “merda”. Gabriel começou a negativar para si mesmo de que aquilo realmente havia acontecido. Chris e Bad Assher mantinham apenas olhares para baixo.

— Ela atacou Prime... Eu tive que fazer... — disse soluçante Barbara.

O irlandês abraçou ela mais forte dando um beijo em sua testa. Dizendo que estava tudo bem, para acalmar ela. Mas definitivamente não estava.

— Havia um federal vigiando a casa… Barbara… — ia dizendo o velho mas repensou as palavras. — Ele também está morto. Eu liguei para uns contatos que fizeram parecer um ataque dos negros na estrada. Não posso afirmar se algum vizinho ouviu, mas foram quatro disparos.

O negro saiu da casa e foi tomar um ar. Havia finalmente encontrado uma utilidade para manter a garota viva e agora tudo tinha ido por água baixo. Gabriel saiu para a rua também, parando ao lado do parceiro.

— Barbara não teve culpa, Will…

— Eu sei. — disse rudemente o negro. — Isso é culpa sua.

Gabriel fizera uma cara surpresa e rebateu:

— Minha? Como isso pode ser…

— Eu disse para você que toda essa merda explodiria e cairia em você! — o negro interrompeu encarando Gabriel.

— Eu te impedi de matar uma garota inocente. Apenas isso. Não havia como prevermos que isso aconteceria. — falou o rapaz tentando se manter calmo.

— Pois agora essa garota e o nosso garoto estão mortos.

— Você não está dando a mínima para o Prime. — disse Gabriel fazendo Will franzir o cenho. — Você está jogando tudo isso em cima de mim porque não quer admitir que precisava da garota viva.

O negro em um ato de fúria pula pra cima de Gabriel, desferindo dois socos em seu rosto. O rapaz coloca as duas mãos sobre o pescoço dele e ambos começam a rolar para o lado até se separarem e se levantarem rapidamente.

— Foi você que teve a brilhante ideia de atacar os Marconi's! — berrou Gabriel indo pra cima de Will.

O mais novo acertou um forte soco no rosto do negro, seguido por outro que errara pois levou um na barriga. Will empurrava ele pela barriga na tentativa de derrubar, enquanto ele acertava com as duas mãos as costas do parceiro. Até caírem no chão rolando novamente.

Chris e Bad Assher saíram para fora ao escutar os gritos e foram correndo apartar a briga. Com um pouco de dificuldade, separaram os dois. Will possuía seu nariz sangrando enquanto Gabriel havia cortes no supercílio e na boca escorrendo sangue.

— Se me disser algo do tipo novamente, garoto. — falou o líder num tom ameaçador apontando para o oponente. — Eu mato você.

O negro deu as costas para o grupo, pegou o carro e se retirou com pressa do local. Bradley se certificava se Gabriel conseguia se manter em pé normalmente. O mesmo apenas encarava o carro com o negro sair dali, com um olhar de lamentação de que as coisas chegaram aquele nível.




Os comentários de vocês estão cada vez melhores, é pra motivar mesmo. Tomem mais um capítulo dessa bagaça e boa leitura, como de costume. Lembrando que faltam apenas dois episódios pra acabar a temporada dessa série maluca. Surprised




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50 Re: The Big Deal em Dom Set 18 2016, 23:30

Luckwearer

Não tem muita coisa pra comentar sobre esse capítulo, foi mais uma reação da galera ao final do anterior. Teve um foco bem grande no Gabriel até, na cagada que ele fez ao ser bonzinho demais e mostrou um lado do Josh que me faz pensar que talvez ele sobreviva pra mais uma temporada, e que o plot nela ao invés dele ficar contra nós, nos ajudar de alguma forma. O que seria bom como disseram antes, porque aí o personagem faria algo de fato.

Spoiler:

Não é o Cavill, mas foda-se, encaixa perfeitamente.

"Gabriel levou uma das mãos ao rosto e entrou no assunto:"



"— Você não está dando a mínima para o Prime. — disse Gabriel fazendo Will franzir o cenho. — Você está jogando tudo isso em cima de mim porque não quer admitir que precisava da garota viva."



"O mesmo apenas encarava o carro com o negro sair dali, com um olhar de lamentação de que as coisas chegaram aquele nível."








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