Fórum para discussão de todo o universo Geek: Seriados, filmes, quadrinhos, livros, games e muito mais.


Você não está conectado. Conecte-se ou registre-se

 » Geral » Museu dos usuários » Fanfics e histórias » 

The Big Deal

Ir à página : Anterior  1, 2, 3

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo  Mensagem [Página 3 de 3]

51 Re: The Big Deal em Seg Set 19 2016, 19:24

Dwight

Eeeeh caralho², até que a sucessão de melda foi bem controlada.

Achei que ia dar mais cagada imediata, mas ainda tem possibilidade de foder tudo. O plano do Will era furado mesmo, se eles entregassem a menina para os russos e logo depois a polícia batesse eles saberiam quem foi, e como ele disse, são um pequeno grupo pra lidar com uma máfia depois. Sobre a parte de ter levado a guria realmente foi cagada do Gabriel, mas ficar batendo nisso agora não dá em porra nenhuma.

Spoiler:
Poxa, eu tinha esperanças de que o Prime sobreviveria, RIP. Feel Crying 3 Tem que revelar o nome dele agora.



Ver perfil do usuário http://filmow.com/usuario/lamb

52 Re: The Big Deal em Qua Set 21 2016, 19:28

Josh

Interessante esse capítulo. O curioso é o título "deal", que parece fazer relação com a oferta que Josh fez ao Will. Seria esta The Big Deal?

Esse lado do Josh não deixa claro se ele é um cara muito bom ou quer utilizar isso para atingir seu objetivo principal. Se for considerar que ele nunca irá negar o envolvimento deles no caso dos Marconi, talvez esta seja The Big Deal mesmo, onde ele vai conseguir pegar todos os grupos de uma vez só. Mas sabemos que a fic é focada na gangue, e que eles que vão ganhar nisso, então bem provável que Josh morra ou seja afastado de alguma forma.

A prisão não deu em nada no final, mesmo. Foi um plano bem inútil dessa Anna, que além de não os ter prendido realmente, ainda perdeu o parceiro. É por isso que o Josh trabalha sozinho. Governo só atrapalha.

Tretas internas logo nessa reta final da temporada pode dar ruim. Veremos como isso vai acabar.




Ver perfil do usuário http://forumgeek.forumeiros.com

53 Re: The Big Deal em Qua Set 21 2016, 22:24

Chris

S01E12 - Solokov
Spoiler:


Barbara estava deitada em sua cama num sono profundo, com os olhos inchados de choro. Do outro lado da cama estava o irlandês sentado, livre de camiseta naquela madrugada um tanto quanto calorenta. Coçava sua ruiva barba enquanto olhava para o nada, lamentando a morte de Prime e o acontecido com sua mulher. Fora até a cozinha fumar um cigarro, sono era algo que ele não possuía naquela noite. Balançou a cabeça negativamente quando o cheiro de água oxigenada adentrou suas narinas. Embora Bad Assher havia feito um trabalho bem-feito sumindo com as evidências do crime, Dwight conhecia sua casa e notava a mínima diferença que havia ali, seja uma fraca mancha no carpete ou parede.

No Sadboys estava o velho Bad Assher atrás do balcão com um copo de uísque, devia ser o seu terceiro ou quarto copo. Olhava triste o movimento do bar que havia bêbados dando risadas e tagarelando, algumas belas mulheres que os acompanhavam. Um ou outro solitário apenas afogando as mágoas no álcool. Mas seus pensamentos estavam longe dali, pensava que não poderiam nem dar um enterro descente a Prime já que teriam que esconder o corpo da polícia e seja lá o que Will faria com o da garota, ambos estavam num açougue de uma amiga do velhote, que ilegalmente armazenava problemas como esses.

Na sala de reunião aos fundos do bar, haviam roupas femininas e masculinas jogadas ao chão e no sofá preto e acolchoado do lugar estava Lana, nua e de bruços, soltando gemidos ofegantes enquanto Chris montava na mulher. O loiro tentava tirar a tristeza e preocupação da cabeça com o prazer, mas não parecia funcionar muito já que seu corpo sentia prazer mas a mente preocupação. Esperava que essa merda toda com a máfia acabasse logo.

Gabriel foi até a casa de Mary naquela madrugada, batendo a porta e sendo recebido pela mulher vestindo roupas de dormir já. Sentia por ter acordado ela mas a mesma nem ligou para isso quando viu os ferimentos em seu rosto. Tratou dos cortes do homem, o mesmo gostava quando ela tocava carinhosamente sua face. Mas aquela boa sensação não foi o suficiente para conter as lágrimas que vieram ao seu rosto, teria sido realmente culpa dele o que houve com o Prime? Devia ter deixado Will matar a garota no dia do assalto? Tudo isso bagunçava sua cabeça. A doutora se surpreendeu ao ver ele daquele jeito, abraçou-o forte e não dissera nada, apenas quis confortá-lo.

Josh estava em seu apartamento, despido no banheiro fumando um cigarro. Estava prestes a entrar no banho quando parou para pensar no que Will havia lhe dito. Valeria a pena deixar os Sadboys de lado para capturar as máfias? Tinha de haver um jeito de pegar os três, mas talvez perdesse uma grande oportunidade ali. Pegara no seu armário um frasco de comprimidos para insônia, jogou duas pilulas na mão e tomou-as.

O líder dos Sadboys estava em casa, atirado em sua cama com uma boa quantidade de garrafas de cerveja vazias em sua volta. Olhava para o teto com o resto de consciência que tinha, pensando na sua já falecida esposa que fora morta por pessoas de uma gangue a qual Will não previu ser uma boa aliança. Um favor não pago e teve sua mulher brutalmente assassinada pelos White Breeds. Uma gangue nazista que fora exterminada pelos rivais. O negro fechou os olhos e deixou lágrimas escorrerem pelo seu rosto, indesejadas mas necessárias para o homem aguentar toda essa situação. Não podia deixar mais ninguém se machucar.


Na mesma praça onde Will e Lazarus se encontraram, estava Josh sentado num dos bancos daquele belo lugar. Havia entrado em contato com os Sadboys naquela manhã para um encontro na Praça Central. Daria sua resposta ao negro sobre a proposta que havia recebido.

Após alguns minutos de espera, avistou Will chegando sozinho no lugar com um rosto cansado. O negro se sentou ao lado de Josh e nada dissera, apenas aguardou o detetive.

— E o resto de seu grupo? — perguntou Cohle.

— Descansando, provavelmente. — respondeu rouco. — Aceitará meu acordo?

— Depois de algumas respostas, talvez.

Will olhou para o detetive e concordou com a cabeça. O negro puxou a carteira de cigarro do bolso e acendeu um, oferecendo a carteira para Josh que apenas rejeitou desinteressado no momento. O policial não pode deixar de notar a estranheza que o homem apresentava. Difícil dizer se era tristeza ou cansaço.

— Os russos trocarão a garota por armas hoje a noite, no mesmo galpão que encontraram o dinheiro dos Marconi. — disse Will tragando o cigarro.

— Como você sabe disso? — indagou Josh.

— Lazarus ainda desconfia da gente. Ameaçou matar cada um de nós se os russos não estiverem com a garota e for algum tipo de plano nosso.

O detetive olhou para o horizonte e ficou em silêncio por alguns segundos. Will o encarava aguardando uma resposta. Josh apenas concordou com a cabeça. Ambos se levantaram e o negro estendeu a mão para o detetive, que lentamente apertou selando o acordo.

Quando o criminoso se dirigia para fora da praça, ouviu seu nome ser chamado e se virou para ver do que se tratava.

— Eu espero que isso não seja uma farsa. — disse Josh com firmeza. — Porque as coisas ficariam bem ruins.

William riu de canto e assentiu, se retirando do local sem muita pressa. E Josh não fazia nem ideia de que tudo aquilo não passava de uma mentira. Foi até o departamento de polícia fazer os preparos para a suposta captura dos mafiosos.

Mal havia entrado em sua sala e a agente Danvers adentrou o local também com uma feição furiosa. Ela nada dissera, apenas jogou alguns papéis na mesa de Josh e ficou parada esperando ele ler. Se tratava do atestado de óbito do agente Barnes. Aquilo chamara a atenção do detetive, que perguntou o que havia acontecido para a mulher.

— Foi assassinado na rodovia, a perícia acha que foram os negros. Mas eu tenho outro palpite. — disse sugestiva.

— Sinto muito pelo seu parceiro. — falou o homem se sentando na mesa.

— Sinto muito? É isso que você tem a dizer? Isso é culpa sua que liberou aqueles criminosos e jogou todas as chances que tínhamos de capturar a máfia no lixo!

— Ao contrário, agente Danvers. Isso é culpa sua, na verdade. — rebateu num tom calmo Josh. — Prepare cinco equipes para a prisão de alguns criminosos.

— Do que diabos você está falando?

O detetive se levantou da mesa e começou a caminhar em direção da saída de sua sala. Parou na porta e se virou para a agente, encarando-a com um olhar de quem havia ganhado aquela disputa:

— Estou falando de capturar mafiosos do jeito certo. Do meu jeito. — deixou as palavras no ar saindo dali.


Abriu os olhos lentamente e notara ter acordado numa cama que não conhecia. Após espreguiçar-se, se retirou daquele quarto e se deparou com Mary sentada na mesa enquanto tomava uma xícara de café. Sorriu ao ver ela e foi até lá.

— Um pouco de café? — ofereceu a médica.

— Não, obrigado. — respondeu — Tenho que ir para o bar daqui a pouco.

— Quer me contar o que aconteceu ontem?

Gabriel abaixara o olhar e começou a pensar em que resposta podia dar a mulher. Porém não havia palavras e tudo que fez foi negativar com a cabeça.

— Tudo que posso dizer é que hoje isso vai acabar. Porque eu cansei. — respondeu Gabriel.

A doutora assentiu e se levantou da mesa, indo até a sala pegar sua bolsa. Já tinha de ir para o hospital. Foi até o homem e colocou a mão sobre seu ombro. Quando ele se virou, ela fez um leve carinho em seu rosto, sucedido por um rápido beijo de despedida.

— Tem uma chave embaixo do carpete da porta. Fique o quanto precisar. — disse a médica se retirando.

Antes dela se afastar, Gabriel puxou sua mão e disse um “obrigado” por tudo que ela vinha feito por ele e pelo grupo. Ela sorriu para ele e então o mesmo permitiu que ela fosse ao trabalho.

Após a doutora sair, o rapaz lavou seu rosto e se olhou no espelho. Começava a pensar enquanto via seu próprio reflexo. Olhava seus leves cortes e pensava em Will, olhava para sua expressão preocupada e pensava no que aconteceria com ele e o grupo. Balançou a cabeça se livrando desses pensamentos e foi até o bar se encontrar com os outros.

Chegou nos Sadboys e cumprimentou Lana e Bad Assher que estavam no balcão. Fez apenas um aceno com a cabeça. Entrou na sala de reuniões e lá estava Dwight e Chris sentados nas laterais da mesa e Will na ponta. Ele e o negro trocaram olhares mas nada disseram um ao outro, ele apenas se sentou junto dos outros e começou a ouvir o plano do líder.

Will explicou novamente sobre o acordo com Josh e que o mandaria para o lugar errado. E que marcou um encontro com os russos no galpão Sokolov, onde eles levariam as armas da Dama e a garota em troca de proteção. Falaram dos planos da máfia de roubar suas armas também, por isso marcaram no galpão pois caso Lazarus tentasse alguma coisa, eles estariam preparados.

— Como entregaremos a garota para os russos? — perguntou Dwight.

— Levaremos o corpo dela junto com as armas. Explodiremos o lugar antes de entregar para eles.

Gabriel arqueou as sobrancelhas ao ouvir aquilo e fora obrigado a tomar a palavra:

— O plano então é fazer os russos e os italianos ficarem no mesmo lugar e explodir o galpão? Você não acha que isso contar demais com a sorte? E como diabos vamos explodir aquele lugar?

— Quando todos estiverem dentro do galpão, iremos até nossa SUV, e em vez de entregarmos o corpo e as armas explodiremos os tanques de combustível que há no lado de fora. — respondeu Will olhando para Gabriel. — Se tiver algum outro plano em mente, sinta-se à vontade para compartilhar com a gente.

O rapaz apenas balançou a cabeça inconformado com aquele plano suicida. Chris e Dwight se entreolhavam devido ao tenso clima que fazia naquela sala.

— Então vamos fazer isso. — disse o negro batendo a mão na mesa e saindo da sala.

Inconformado com aquela situação, Gabriel se levanta e sai com pressa do bar. Dirigiu em alta velocidade até o departamento de polícia, onde exigiu que um dos oficiais que cuidavam da entrada chamasse Josh.

Ficou andando em círculos na porta do D.P, até que o detetive saiu lá de dentro ficando surpreso ao vê-lo ali. O rapaz foi até ele e começou a falar:

— Eu preciso que você me escute atentamente. — seu tom de voz era nervoso. — Will deu para você o endereço errado das armas e do encontro dos mafiosos.

Josh franziu o cenho e começou a ouvir o que Gabriel tinha a lhe dizer.

— Eu te dou o lugar correto mas preciso da garantia que nenhum dos meus amigos sejam incriminados juntos.

— Se eles estiverem envolvidos eu terei de prendê-los. — falou o detetive. — Por que Will me daria o endereço errado?

— Porque não será um encontro de máfias apenas para tráfico e troca de garotas sequestradas. Serão duas ameaças para Will juntas no mesmo lugar.

Ao ouvir aquelas palavras tudo ficou claro para Josh. As máfias estariam ocupadas resolvendo suas diferenças que nem mesmo notariam que estavam numa armadilha do negro para acabar com seu maior perigo.

— Qual é o endereço verdadeiro? — perguntou Cohle.

— Não antes de você me garantir que isso não cairá nos Sadboys.

— Se eles estiverem lá não há nada que eu possa fazer, Gabriel.

— Eles não estarão. — respondeu o rapaz com uma expressão de que possuía um plano em mente.


Já estava anoitecendo e estavam todos reunidos na casa do Bad Assher fazendo os preparativos. Todos armados com AK's e glocks. Já havia pegado as armas nos galpões que Cézar emprestara e o corpo de Claire no açougue.

Chris viu Dwight checando suas munições e começou a lembrar da promessa que fez a Barbara de proteger ele. Esperava que fosse possível fazer aquilo.

Estava tudo pronto e os Sadboys foram até uma SUV preta que conseguiram para realizar o plano de Will. Bad Assher dirigia o veículo, enquanto o negro ia no banco caroneiro e os outros na traseira junto das armas e do corpo da italiana que estava num saco preto. O velhote ia dar a partida na van quando o celular de Will tocou. Era Johnny, e o garoto falava tão alto que pudera ser ouvido pelos outros.

— Pai, tem alguns caras atrás de mim. Eu não fiz nada, pai, eu juro!

— Onde você está? — perguntou preocupado Will.

— Em casa. Eles estão aqui, pai. Vem logo! Eles estão armados!

O grupo olhou para o líder sem saber o que fazer. O negro apenas desprendeu seu cinto e falou em alto e bom tom:

— Continuem com o plano! Eu cuido disso sozinho.

Will correu até a picape do velho Bad Assher e se dirigiu até sua casa em alta velocidade. O resto do grupo se entreolhou e Dwight então chamou a atenção deles:

— Vocês ouviram ele. Vamos lá.

O velho assentiu e começou a dirigir a van rumo ao galpão Solokov. Levou cerca de quarenta e cinco minutos até eles chegarem no tal lugar. Era grande e ficava numa trilha que desviava da rodovia que o fazia ser isolado do resto da cidade. Era o lugar perfeito para tráfico de armas.

Estranharam em não ver nenhum veículo por lá. Desceram da van, com exceção do velho que ficou vigiando. E se dirigiram até o armazém. Possuía uma grande porta pela frente, mas eles adentraram a dos fundos.

Para a surpresa de Chris e os outros, o galpão estava vazio. Não havia nem sinal dos russos e de suas armas. Apenas grandes quantidade de feno. Gabriel resmungou um “merda” e começou a falar:

— Eles eram para estar aqui. Eles eram para estar aqui! — berrou.

— Do que você está falando? — perguntou o loiro franzindo o cenho.

— Johnny não está em perigo, eu pedi para que ele atraísse Will até lá. Eu fiz um acordo com Josh, entregando o real local do encontro das máfias e das armas. Eles eram para estar aqui! — voltou a resmungar.

O galanteador do grupo levou uma das mãos a cabeça após ouvir que tudo estava indo por água baixo. Dwight agachou-se e começou a negativar a si mesmo. Ouviram um barulho de motor de carro o irlandês foi até a porta checar. O ruivo fez uma cara espantada com o que viu e falou para os outros:

— Bad Assher deu o fora daqui!

— O que? — perguntou confuso Chris que ia em direção da porta checar.

A atenção dos três foi chamada pelas portas frontais do armazém que se abriram. Seus corações bateram mais forte achando ser os italianos. Porém, para sua sorte, ou não, era Josh e Anna entrando com escopetas e coletes. Apontando as armas para eles:

— Soltem as armas e deitem no chão! — berrou a agente.

Os três ficaram sem o que fazer e soltaram as AK's no chão. Haviam entendido porque o velho fugiu dali, viu os policiais e se certificou de que não encontrassem eles com as armas e a garota.

O detetive se aproximou de Gabriel e estranhando aquele lugar vazio, perguntou:

— Onde estão as malditas armas e os mafiosos?

O celular de Dwight começou a tocar e o irlandês fez um sinal de paz para os dois policiais ali e atendeu. O que ouvira não o agradou, desligou com rapidez e falou para os parceiros:

— Era o Bad Assher. Os italianos estão vindo!

Josh e a agente se entreolharam e a mulher puxou seu rádio, prestes a chamar reforços. Chris parou e olhou para Dwight e Gabriel, começou a raciocinar rápido e pensar em algo.

Quando a agente Danvers ia falar algo no rádio um som de tiro ecoou pelo galpão. Chris puxou sua glock e atirou na nuca da mulher, que sujou Josh de sangue. Dwight e Gabriel olharam assustados sem entender.

O detetive apontou a escopeta para o loiro assustado, que apenas ignorou a arma e começou a falar com os parceiros.

— Deem o fora daqui agora! — virou-se para Josh. — Abaixe essa maldita arma! Eu não vou te matar.

— Chris, o que você está fazen… — ia perguntar Dwight quando fora interrompido.

— Lazarus não compra armas, ele as rouba. Todas as armas que eles e seus homens tiverem são ilegais, será o suficiente para a polícia prender todos eles. — explicou Chris com pressa. — Eu ficarei aqui e enrolarei os italianos enquanto Josh chama o reforço.

— Gabriel, vá. Ficarei aqui com Chris. — disse o irlandês.

— Barbara está grávida! — falou o loiro deixando Dwight sem reação.

Não haveria outra maneira de fazer o seu melhor amigo o deixar ali, fora obrigado a contar para ele naquele momento. O ruivo sem reação estava prestes a dizer outra coisa mas o amigo não permitiu.

— Ela precisa de você, Phillip! Vão logo vocês dois! — falou para os amigos.

Gabriel olhou para o Josh, para ver se o detetive faria algo. E então ele apenas pegou o rádio da agente e assentiu para os dois, num sinal de que pudessem sair. Chris se despediu dos dois e encaminhou eles para saírem pelos fundos.

— Aqui é o detetive Josh. A agente Danvers foi baleada. As equipes podem se dirigir até o local. — falou pelo rádio.

Chris encarava o corpo da agente no chão. Sentia pelo que fez mas não tanto se pensasse que livrou seus amigos da cadeia. Teve seus pensamentos interrompidos por Cohle que falou sério:

— Sabe que será preso, não é?

O loiro olhou para as portas frontais do armazém e começou a ouvir barulho de motores de carro. Provavelmente os italianos.

— Apenas se esconda logo e aguarda o reforço chegar. — disse olhando para frente.

S01E13 - Win [Season Finale]
Spoiler:


Corria até a porta de sua casa desesperado e suando muito. Estava ofegante mas não parava de correr, até finalmente chegar em sua residência. Abriu a porta bruscamente mas já era tarde demais. Estava no centro da sala de estar o corpo de sua mulher, com ferimentos no rosto de prováveis porradas e alguns cortes na barriga.

Começara a chorar dolorosamente, se aproximando lentamente do corpo e se ajoelhando ao lado de sua amada, encostando sua cabeça no peito dela e repetindo diversas vezes que sentia muito. Sentia uma dor inacreditável no peito.

Na porta da casa surgira Bad Assher e Niro, um antigo membro do grupo já falecido. Os dois viram a cena e levaram as mãos a cabeça, podiam sentir a dor que o negro sentia naquele momento.

Will levantou-se ainda chorando, gritando pelo nome de seu filho. No fundo sabia que o encontraria daquela mesma maneira. Procurou pela cozinha e quartos enquanto chamava desesperadamente e quase sem esperanças pelo seu garoto.

Retornou até o corpo de sua mulher e ajoelhou-se, gritando de dor, raiva e tristeza. Os parceiros tentaram acalmá-lo, mas o negro não conseguia parar de pensar que causou aquilo. Sua dor diminuiu um pouco, não pelo conforto dos amigos, mas pelo jovem Johnny de sete anos que surgira das escadas que levavam ao sótão.

A criança olhou para sua mãe estranhando aquilo, era muita coisa para sua cabeça ver ela desacordada e coberta de sangue com o pai chorando próximo dela. Não entendia direito a situação por ser apenas uma criança, mas começou a lacrimejar ao ver seu pai. Will correu até ele quando o viu e abraçou seu filho com força. Johnny olhava o corpo da mãe sem vida no centro da sala, com sua cabeça bastante confusa.


Se libertou das dolorosas lembranças do passado e voltou a se focar no trajeto. Dirigia em alta velocidade até sua casa, com muita preocupação com seu filho. Will não podia deixar a história se repetir.

Freando bruscamente na frente de sua casa, ele desceu do carro com pressa e sacando sua glock correu até a porta da casa abrindo-a com um chute. Adentrou sua residência apontando a arma para quaisquer ameaça que houvesse ali, mas tudo que encontrara foi Johnny andando em círculos falando no telefone.

O garoto desligou o celular e parecia aliviado em ver seu pai. Will ficou sem entender nada do que se passava ali, e começou a abaixar a arma lentamente.

— Johnny? O que…

— Apenas me escute, pai. Eu menti para você, não havia ninguém aqui. — disse o garoto, interrompendo o pai. — Gabriel me contou o que você pretendia fazer com os mafiosos, tivemos que mentir para você antes que mais alguém se machucasse.

Will ficara sem palavras por alguns segundos, colocando uma das mãos na testa e tentando digerir a situação. Voltou seu olhar para o filho com uma expressão inconformada e começou a falar:

— Johnny, os outros podem estarem mortos agora! Isso é algo sério, vocês não podiam simplesmente…

— Gabriel acabou de me ligar, estão todos bem. A polícia está no local e prenderão os italianos. Está tudo certo, pai.

O negro balançou a cabeça não acreditando que havia sido enganado e agiram pelas suas costas. Colocou a glock na cintura e se preparava para sair.

— Fique em casa, não saia daqui. — disse se dirigindo até a porta. — Gabriel vai pagar…

— Por ter salvo você da cadeia? Ou de ser morto pela máfia? — disse interrompendo o filho. — Olha, eu não sei que tipo de problemas vocês andam passando além dessa merda toda com a máfia, mas você em algum momento parou para pensar que Gabriel fez isso porque está cansado de sangue derramado? Parou para pensar que foi por isso que eu ajudei ele?

O tom de voz de Johnny já havia aumentado, trazendo toda a atenção de Will para ele. Por um momento o negro ficara em silêncio e então retornou a falar, indo em direção do filho.

— Filho, tem vezes que não temos outra saída. Eu sei que estamos numa droga de situação, mas não havia outra escolha a se tomar. Gabriel não podia ter feito o que fez.

— Nós sempre temos uma escolha. — disse Johnny olhando nos olhos do pai. — E Gabriel e eu fizemos aquela que protegeria alguém que nos importamos.

O jovem baixou a cabeça e se retirou da sala, indo até seu quarto. Deixando Will parado e sem reação ali, provavelmente fazia dez anos que não ouvia algo daquele tipo de seu filho e por algum motivo começou a pensar por um outro lado. A forma como Johnny se comparou a Gabriel, como se os dois fossem filhos tentando salvar o pai fez o negro bufar e deixar toda a raiva que momentos atrás sentia fosse embora.

Teve seus pensamentos interrompidos pelo toque de seu celular. Checou o visor e se tratava de Bad Assher o ligando. Respirou fundo e então atendeu o velhote.


Pegou o corpo da agente Danvers que estava inanimado no chao e começou a arrastar para trás de uma das pilhas de feno que havia no galpão. Depois correu para outra e ficou agachado espiando a situação. Chris ficou chutando terra e pisando nas marcas de sangue do chão para dar uma disfarçada e os sons de automóveis próximo dali continuaram.

O detetive espiava tudo através de uma fresta entre os fenos, não demorou muito para as grandes portas frontais do armazém serem abertas e enfim, entrou Lazarus junto de umas duas dezenas de homens. Todos armados com glocks, um ou outro com metralhadoras.

O italiano adentrou o lugar olhando em volta e estranhando a ausência das armas, alguns dos italianos haviam suas armas apontadas para Chris, que era o único que ficara no galpão.

— Eu não vejo minhas armas. — disse Lazarus sorrindo.

— É… Tivemos um probleminha com os russos, mas está tudo sob controle. As armas já estão a caminho. — respondeu o loiro.

O mafioso assentiu com a cabeça e começou a circular pelo armazém, enquanto falara:

— Por que tiraram as armas daqui? Quero dizer, elas já estavam aqui. Não era mais simples apenas terem afastado os russos? — olhou rindo para o loiro. — Não que eu esteja questionando a profissionalidade da gangue de vocês, mas parece que fizeram um trabalho desnecessário.

Uma certa preocupação no olhar de Chris estava começando a surgir, não sabia se conseguiria distraí-los tempo suficiente até a polícia chegar no local. Pensava em uma para dar ao italiano.

— Posso fazer uma pergunta? — disse Chris mudando sua expressão para uma confiante, Lazarus assentiu. — Por que um dos mafiosos mais ricos do país, precisa roubar armas dos russos?

— Porque eles assaltaram uma de minhas mansões e assassinaram meus sobrinhos. — respondeu o italiano com um sorriso desafiador. — Roubar essas armas causaria um certo enfraquecimento na Bratva local e poderíamos eliminá-los dessa região.

— Certo, certo… Enfraquecê-los… É que eu sempre imaginei que a máfia fosse mais do tipo que exterminasse quem mexesse com sua família. — falou rindo Chris. — Estava enganado.

Lazarus acompanhou a risada do loiro e começou a mudar lentamente a expressão para uma mais séria.

— Às vezes nem precisamos sujar nossas mãos. Podemos usar outros que já possuem as mãos bem mais sujas que a nossa. — falou o Marconi. — Já terminamos o nosso joguinho?

Chris nada dissera, apenas mudou sua feição para séria assim como o italiano e começou a encará-lo.

— Presumo que junto das armas virão também alguma gangue aliada de vocês. — continuou o italiano. — Então acho melhor eu indo pois não quero ser obrigado a chamar o resto da máfia para exterminar alguns criminosos idiotas como vocês.

— Por que iriamos fazer algo do tipo? — perguntou Chris, ironicamente.

Lazarus fungou uma risada e falou:

— Eu devia ter mandado alguém mais competente do que aqueles negros atacarem você, Christopher. — virou-se para um de seus homens. — Matem-no.

Chris arregalou os olhos e estava prestes a levar sua mão até sua arma que estava na cintura, morreria, com certeza, mas lutaria por alguma mínima chance. O homem que Lazarus falou era um careca alto, portava uma pistola e mirava na cabeça do loiro. Estava prestes a atirar quando a atenção de todos fora chamada por um chiado vindo de trás de uma das pilhas de feno.

O chefe da máfia que se retirava do galpão, se virou e franziu o cenho ouvindo aquele som. Quando então uma voz veio em seguida desse chiado:

— Equipes em posição. Aguardando permissão para entrar.

O loiro suspirou aliviado após ouvir aquilo. E Josh saíra de trás dos fenos com sua escopeta em mãos e falando no rádio que concedia a permissão.

Os italianos apontaram suas armas para o detetive, aguardando uma resposta de Lazarus que começou a entender a situação. A frustração do italiano era prazerosa para o detetive que acabara de prender a parte mais importante de uma máfia.

Sons de freadas bruscas puderam ser ouvidas vindo do lado de fora do armazém e sem muita demora a polícia adentrou o local apontando escopetas e pistolas para todos no galpão, inclusive Chris. Eram cerca de trinta policiais, todos muito bem armados e equipados. Começaram a retirar as armas dos criminosos e deitarem eles no chão, algemando suas mãos pelas costas. Lazarus olhou para Chris com uma feição que misturava raiva e uma vingança prometida, e o loiro apenas ria da cara dele enquanto era algemado por Josh. Um dos policiais dizia os direitos dos bandidos enquanto eram levados para as viaturas, Josh indicara onde estava o corpo da agente para os oficiais e observava a máfia e um dos Sadboys serem levados para a prisão. Aquilo poderia ser só o começo, mas, ainda assim, era uma vitória para o detetive.

Aquela fora uma noite em que Josh não precisara de seus remédios para dormir. Embora o cansaço, pudera ter algumas boas horas de sono que há tempos não havia. Apesar disso, tivera de acordar cedo para ir até o departamento de polícia assinar alguns papéis e fechar alguns casos. Fora recebido com uma salva de palmas quando entrou na delegacia, seus colegas o parabenizavam por ter prendido a máfia, inclusive o capitão foi lhe dar um aperto de mão e as congratulações.

Após fazer o que tinha de fazer no D.P, pegou sua picape e dirigiu até a Normtown State Prison, a prisão do condado de Hueston. Identificou-se lá e solicitou ver Christopher Walker. Fora encaminhado até uma sala de visitas individuais e aguardou pelo presidiário, que após alguns minutos foi levado por um dos guardas da prisão até a sala. Era de certa forma, satisfatório ver o loiro vestido aquela vestimenta azul.

Chris se sentou na frente de Josh, mantinha sua expressão sarcástica de sempre para não apresentar fraqueza, mas, no fundo, o detetive sabia que ele estava perdido.

— Ao que devo a honra, detetive?

— Vim aqui lhe agradecer, pois graças ao seu papinho para Lazarus, temos prova de que ele realmente planejava roubar as armas dos russos, mandou te atacar na rodovia e fora as armas ilegais que eles e seus homens portavam.

— E como recompensa eu sou preso por matar uma agente federal e provavelmente serei condenado a pena de morte no meu julgamento. — ironizou o loiro. — Isso se eu não for morto por italianos aqui dentro.

— Você não precisa morrer se colaborar. — disse Josh se levantando e se dirigindo a saída. — Basta entregar seus amigos.

Chris riu daquela idiotice e apenas indagou:

— Por que você tem essa fixação na gente, Josh?

O detetive parou na porta, se virou para o loiro e respondeu:

— Porque é inaceitável para mim eu conseguir colocar atrás das grades assassinos, estupradores, gangues e até mesmo uma máfia, mas um grupo de meia dúzia de criminosos não.

— Então isso é tudo porque você não aceita perder? — provocou Chris.

— De certa forma. — respondeu o detetive. — Mas para minha sorte essas algemas no seu pulso indicam o início da minha vitória.

Após isso, o detetive deixou a sala e Chris apenas balançou a cabeça negativamente, encarando com desprezo Josh se retirar dali.


Dwight chegou em sua casa após todo o acontecimento no galpão. Embora estivesse preocupado com seu amigo, teve de ir ver sua mulher. Quando abriu a porta da casa, Barbara desceu as escadas do quarto para ver quem era, com uma arma em mãos. O ruivo caminhou lentamente até ela, pegando a arma de sua mão e jogando no sofá. Tocou o macio rosto de sua amada, fazendo um carinho, tentando passar conforto a ela. E após isso, com a outra mão, tocou sua barriga. A mulher de cabelos negros na mesma hora entendeu que Chris havia contado para ele, e o fato dele estar em casa significava que o loiro cumpriu sua promessa de mantê-lo a salvo.

— Nós vamos superar isso… como uma família faz. — disse o irlandês.

Barbara assentiu para Dwight, que a beijou após isso. Depois de tudo que ela passou, conforto era realmente o que ela precisava naqueles dias.

— Temos que pensar num nome para ele. — falou Dwight.

— Ele? — perguntou sorrindo a mulher.

— É, ele. — brincou.

Enquanto isso, numa área isolada da cidade perto da zona florestal. Bad Assher enterrava o corpo de Claire Marconi, se certificando de não deixar nenhuma pista para trás. Já o corpo de Prime havia sido cremado pelo contato funerário de Bradley, o grupo enterraria suas cinzas nos fundos da casa do velhote, para poderem fazer um pequeno funeral em respeito ao garoto.

No outro dia, Will fora o primeiro a chegar na casa do velho. Ele estava nos fundos da casa com um pequeno buraco no chão de tamanho suficiente para que coubesse o recipiente com as cinzas de Prime. Não demorou muito para Dwight e Barbara chegarem também, todos em volta do buraco de cabeças baixas e tristonhos.

Um carro do qual nenhum dali conhecia chegou na casa do velho, causando uma leve preocupação no grupo que logo sumiu quando viram Gabriel saindo de lá. E quem dirigia o carro era Mary, que o acompanhava. O rapaz tentava manter sua expressão firme enquanto caminhava até o grupo, Will o encarava sem nenhuma expressão aparente. Cumprimentou o grupo com um leve movimento com a cabeça, enquanto a doutora trazia consigo flores, que a mesma colocou no buraco junto do recipiente com as cinzas.

Todos ficaram alguns momentos em silêncio em respeito ao irmão que havia partido, Bad Assher havia falado algumas palavras para o jovem Gareth Love, já Dwight apenas disse adeus. Barbara lamentou e o restante permaneceu calado.

— E agora, Will? — perguntou Bad Assher. — O que faremos?

O negro encarava o pedaço de terra que fora enterrado o jovem Prime e refletia sobre as últimas semanas. Sobre tudo que ocorreu após o assalto a mansão Marconi. Olhou para todos em volta, mas parou seu olhar em Mary, que quando percebeu se despediu de Gabriel e dos outros e os deixou a sós.

— Eu não tenho certeza do que faremos. Conseguimos tirar uma máfia da nossa cola, mas agora temos os Bratvas como problema. Mas eu tenho certeza que superaremos isso. — o negro virou o olhar para Gabriel. — Protegendo uns aos outros não importa como. Porque somos uma família.

Heisen ficara surpreso ao ouvir aquilo, não esperava que Will fosse perdoar ele. Concordou com a cabeça ao negro, que apesar de nada falarem um para o outro, os olhares que trocaram foram mais do que suficiente para esclarecerem as coisas.

— Nós iremos nos livrar da máfia russa custe o que custar. Tiraremos Chris da cadeia e nunca mais seremos esmagados por outra gangue. — continuou Will aumentando o tom de voz, com firmeza. — Pelo Prime.

— Pelo Prime. — os outros repetiram.

Dwight e Barbara se despediram dos amigos e se dirigiam até a saída, acompanhados de Bad Assher.  Restando apenas Gabriel e Will ali, ambos iam caminhando lentamente até os carros, quando o mais novo parou e disse:

— Will, eu sinto muit…

O negro colocou a mão sobre o ombro do parceiro fazendo-o parar de falar. E então tomou a palavra:

— Eu falei que você usava muito a emoção ao invés da razão. E eu estava certo. — o negro mantinha um olhar frio. — E eu preciso de pessoas como você do meu lado, filho.

Gabriel não conseguira dizer nada para o homem, apenas assentiu e lhe deu um forte abraço. Will deu uns leves tapas nas costas do parceiro e permitiu que ele fosse até o carro de Mary para irem embora.

E ali o negro permaneceu, observando seus amigos, sua família, irem embora. Lhe frustrava o fato de que ainda corriam perigo de certa forma, e apesar de lamentar a morte de Prime, estava aliviado em ver que ninguém mais se feriu. E esperava que, de onde quer que sua mulher esteja, ela estivesse orgulhosa dele.




LEIAM AQUI PRIMEIRO

Primeiramente gostaria de dizer que nem acredito que consegui fazer a season completa sem abandonar. E VAI TER SEASON TWO NESSE CARALHO, obviamente.

Segundamente, obrigado de verdade pelos comentários sejam motivando, ou dando dicas e inclusive os que teorizavam. Acreditem ou não, era realmente muito bom ler os comentários e ver o que estavam achando, principalmente quando via estar agradando. Então espero que continuem assim para comentar o final da temporada e é claro quando a fic retornar.

Terceiramente, eu sei que muitos gostariam de ver mais ação e talvez até achem o final meio simples. Mas o que eu tinha em mente para a primeira temporada era realmente explorar o drama e estabelecer as relações de personagens. E caso tenham achado que algum personagem estava meio voando ou mal explorado, pode ter certeza que na season two isso mudará, pois o que tenho em mente pra ela é algo que acredito que irão gostar. Terá ação, tretas, dramas, mortes, tristeza, choro, sexo, prometo até me esforçar mais para melhorar a escrita.

Ainda não sei quando irei começar a escrever a próxima temporada, mas enquanto isso vamos curtir Earth Kills que tá do caralho. E novamente agradeço de verdade pela paciência e prestígio de vocês, espero realmente que tenham gostado e estou ansioso pelos comentários seja comentando apenas o final ou a temporada toda ou os dois e etc. Saibam que esses ganchos que deixei não foram preguiça e sim porque pretendo fazer algo na próxima temporada que façam vocês olharem e dizer que valeu a pena continuar lendo. E se quiserem fazer perguntas também, tamo ae.

Boa leitura a todos, meus queridos.




Ver perfil do usuário

54 Re: The Big Deal em Sex Set 23 2016, 09:52

Luckwearer

Desculpa pela demora, Chris, quis fazer um comentário bem elaborado e sincero, não algo apressado.

Então, vamos lá. Primeiramente, tenho que elogiar sua escrita que vem melhorando bastante, tanto ela quanto o desenvolvimento das coisas que antes era meio apressado e ""artificial"" demais, agora tá bem real e maneirado do jeito certo. Os personagens estão bem adaptados da personalidade de cada membro e os nomes foram muito bem feitos também, maioria me fez rir e creio que tenha sido seu objetivo. Mas voltando, os personagens foram bem reais, destaco a cena da Babi matando a garota, o Cera e com o Prime morto nos braços, deu pra sentir toda carga dramática e como o Josh disse, se tornou a melhor cena já feita de uma fic nesse fórum(e quando digo dele, to falando inclusive do original também).

Eu tenho duas dicas ou pedidos, tanto faz, pra você. Uma delas eu creio que o Josh já falou, inclusive.

"— Por ter salvo você da cadeia? Ou de ser morto pela máfia? — disse interrompendo o filho. "

Eu demorei um pouco pra entender quem estava falando aí, só depois que percebi que na verdade você queria dizer algo do tipo "disse o filho, o interrompendo". A dica basicamente é você dar uma mudada na organização dessa frases após o diálogo, principalmente adicionar umas virgulas.

A segunda que é mais um pedido, porque do jeito atual já tá bom também, é que você passe mais um tempo descrevendo a emoção dos personagens. Um exemplo disso, é a despedida do Chris e Dwight, eu imaginei uma cena foda do Chris mandando o Dwight ir e o mesmo ficar insistindo em ficar, falando que eram irmãos e os caralho, aí sem mais nenhuma opção, vem o que você escreveu dele praticamente exclamando sobre a gravidez. O que mudaria nisso? Nada realmente importante, só daria a cena uma carga dramática e uma emoção maior, justificando de forma melhor ainda a exaltação do Chris.


Agora voltando mais uma vez pros personagens, vou tentar comentar cada um da melhor forma que posso, porque escrevendo o Earth Kills, eu sei como é bom ouvir a opinião da galera sobre os personagens e não apenas da história em si.

- Gabriel teve como papel nessa temporada apenas cagar no pau, mesmo que talvez tenha ajudado um pouco no final. Não vou mentir, esperava mais do personagem, mas como você disse, essa primeira temporada é mais uma introdução, então creio que nas próximas temporadas, o personagem vá se tornando alguém mais maduro e, por favor, mais frio.
E pegando desse ponto, porque vou comentar dos dois em seguida, eu só digo que o Will foi e ainda é o melhor personagem dessa história. O cara não é um líder daqueles chatos pra caramba e isso já destoou do Guliel, porque se fosse fiel pra caramba mesmo, chamava o Clay que era melhor. Ele foi o personagem com mais foco e com mais história nessa temporada, tudo aquilo da esposa dele foi do caralho e os problemas com o filho dele foram muito bons. Espero que tudo se acerte com os dois futuramente, mesmo que isso indique a morte de um dos dois.
Agora falando do Gabriel e do Will em si, talvez tenha sido a coisa que mais gostei nas relações dos personagens. Começando a fic, pra mim ia ser aquela velha rixa e acabou, mas na verdade tinha uma história toda por trás, do Gabriel ser um fodido mendigo nas ruas quando moleque e o Will ter trazido ele pro clube, ter dado comida e um lar. Gostei pra caralho dessa relação paterna que você construiu e espero que continue assim, foi uma das partes mais fodas de se ler da fic em questão de personagens.
Só é triste o fato que por essa relação forte, é bem provável que um dos dois vire degrau de desenvolvimento pro outro com a própria morte, só resta saber quem vai ser. Nisso você acertou em cheio, Chris, porque é 50/50, pode servir pra eu virar líder e ficar mais maduro, assim como pode servir pro Will ficar extremamente putasso e perder seu segundo filho, dando todo um nível fodido pro vilão da segunda ou terceira temporada, seja onde for.

- Minha relação com os personagens no EK, é dar um momento pra cada um deles, seja o que for, pelo seu desenvolvimento. Alguns tem um momento melhor que o outro, mas a questão é que eles tem, espalhados pela temporada inteira, no começo ou no fim, mas tem.
E daí que a Babi foi uma surpresa do caralho, porque eu achei que ela faria papel de lavadora de prato e só, mas teve um momento seu maior que todos outros, inclusive o Will que foi o protagonista dessa temporada.
De resto, tem a personalidade da Babi que sempre me faz rir nessas adaptações, ansioso pra ver o futuro da personagem.

- Dwight e Chris vou comentar junto, porque não sei muito bem o que falar desses dois. Dwight é aquele pai de família que vai ter que aprender a dividir seu tempo com a esposa ou vai ganhar um par de chifres, enquanto o Chris... é o Chris. Ganhou meu respeito pelo menos, no final, ao se sacrificar, achei que ia ser FUZILADO, mas sobreviveu.
E espero que o Dwight ganhe mais foco na próxima temporada, pra eu ter o que falar.

- Mary não teve muita importância nessa temporada, porque não dava pra encaixar mesmo tão cedo. Mas espero que ela se torne mais feroz e modafoca com o tempo, então trate de dar um plot daora pra ela, Chris, que não se resuma em mim.

- Prime era nosso novato e estagiário, não esperava aquele final pra ele e me deixou muito surpreso, algo muito bom, porque só via que o destino dele era óbvio, fraquejar pra menina por amor e se foder. Triste a morte dele.

- Badass cai no mesmo patamar da Anna e Cera: foda-se.

- Josh é um personagem com bastante potencial e eu realmente acho que ele tem que conquistar coisas sem ajuda de ninguém, ter seus momentos pra mostrar que ele é foda, porque eu entendi que a situação da primeira temporada realmente limitava ele a ignorar pessoas e fazer cagadas. Dá um jeito aí dele ser foda, Chris.


Falando agora da história no geral, eu gostei bastante, foi simples e curta, nada de mirabolante. Siga meu conselho, faça disso pra um pouco melhor, erro de história é criar algo muito, mas muito foda pra sempre superar o arco anterior. Não to falando que é um erro tentar fazer algo melhor, isso é óbvio e necessário, mas não precisa se forçar a isso, Chris, relaxa que subindo de nível aos poucos já tá ótimo pra nós. Agora voltando pra história, o Lazarus foi um bom vilão, esses cara que é um morto ambulante, sorrindo em momentos certos, são realmente uma ameaça foda.

Sobre esses dois últimos capítulos, com toda punheta que você fez eu esperava mais, não me culpe, mas não me decepcionei. Gostei bastante e me deixou ansioso pra próxima temporada, então seja rápido nisso, meu caro amigo.

Nota da temporada:






Ver perfil do usuário

55 Re: The Big Deal em Sex Set 23 2016, 15:21

Dwight

Desculpa pela demora, Chris, quis fazer um comentário bem elaborado e sincero, não algo apressado.

Então, vamos lá. Vou começar falando do quadro geral, que admito foi o que mais me impressionou. Geralmente em fics as personagens trabalham para a história, e não o contrário, mas você não tentou inundar com informações do plot que deixariam essas personagens no "automático", somente servindo a um objetivo. A caracterização de personagens foi excelente, cada um com suas nuances e/ou passado específicos, (Claro que uns mais, outros menos, mas isso é natural) e esse explorar das complexidades de cada um é algo que valorizo muito em uma história.

A história em si, apesar de sem grandes complicações e desenrolares mirabolantes, ficou bem feita e trabalhada, especialmente ao misturar o plot do crime/investigação com as vidas do clube. Conseguiu acelerar quando precisou, surpreender quando não se esperava, e pisar no freio quando foi a hora, não me incomodou o final ter sido mais "calmo", o ponto alto foi o cap. 10 e não vejo problema nisso. O principal aspecto a se aperfeiçoar no seguimento para mim, é o mais simples possível, mas que denota certo trabalho: maior detalhamento das cenas. Sua escrita é muito boa e confortável, mas quanto mais melhor, coisas inúteis inclusive, que permitam maior imersão no ambiente; e os próprios pensamentos/sensações das personagens, o que só enriquece os mesmos. Consequentemente isso gerará maiores capítulos, também, pro Guliel ficar feliz. Razz

Em relação aos personagens, em particular:
Will: Foi naturalmente um dos melhores trabalhados, tanto o lado líder quanto o lado pessoal, e acho que as relações dele foram uma das melhores, senão a melhor, coisas da fic. O estilo dele potencialmente o coloca em rota de colisão com qualquer um, e isso é vantajoso num líder quando se quer contar uma história. Quero muito ver mais da relação dele com o Gabriel.
Gabriel: Apesar de ser o merdeiro, foi o personagem que mais curti a história x desenvolvimento nesse primeiro arco. O passado dele e a relação com o Will foi uma sacada inteligente, e justamente por ser um merdeiro ele tem bastante margem de desenvolvimento.
Dwight: Não tem muito o que se falar, mas certamente vai ser um dos mais afetados pelos desfechos desse primeiro arco. Ele parece ser o loyal soldier, e pode começar a questionar alguns caminhos com um filho na jogada, não sei o que você planeja mas as possibilidades são diversas em relação ao casal.
Barbara: Foi a que mais me surpreendeu positivamente, muito interessante toda a situação que foi imposta à ela nos capítulos finais, e naturalmente deve ficar um tanto avessa em relação às atividades do marido depois do ocorrido, especialmente com um bebê a caminho. Acho que o clichê de tentar se afastar do crime vai ser inevitável, mas isso sempre acaba com alguém morrendo. :grin:
Prime: Sacanagem matar logo o Anton ;( Fiquei orgulhoso por ele não ter cedido aos encantos, mas chateado com a morte do coitadinho. É aquele cara tão bonzinho que quando morre acaba afetando a todos. ;(
Bradley: Foi o menos relevante no geral, mas eu vejo algum potencial. Pela idade dele, seja qual for a origem do "clube", ele estava lá, e o passado sempre guarda algo relevante que pode ser explorado por meio de lembranças em um possível POV. Pouco foi mostrado das relações dele também, não sei como é o relacionamento dele com o Will, por exemplo. Outra coisa que também pode render.
Mary: Outra que vai precisar de mais tempo no segundo arco. Foi útil nesse primeiro, mas pouco teve a mostrar. Espero que na continuação consiga desenvolver uma integração/confiança maior entre ela e todos os outros, o que não é tão difícil já que é fácil fazê-la necessária.
Chris: Foi um dos que menos apareceu (E imagino que deva ser esquisito escrever sobre um personagem baseado em si mesmo Laughing), mas deixou sua contribuição relevante no final. Pode ter um plot interessante na prisão, no futuro.
Josh: Grande Josh. Acho que ele cumpriu seu papel, é tanta coisa que pode ser dita sobre ele que vou me abster, mas gostei dele ter ficado vivo e querendo mais.

É isso aí, eu certamente esqueci de citar algo, se eu lembrar e considerar relevante comento de novo, mas acho que o mais importante tá aí. Gostei da fic, do final inclusive, e aguardo o segundo arco. Clô



Ver perfil do usuário http://filmow.com/usuario/lamb

56 Re: The Big Deal em Sab Nov 12 2016, 23:23

Josh

Desculpa pela demora, Chris, quis fazer um comentário bem elaborado e sincero, não algo apressado.

Então, vamos lá. Primeiramente, gostaria de falar que gostei bastante do tema que você abordou, bem inspirado em Sons of Anarchy e em partes em GTA V. As cenas de ação foram todas bem escritas e você conseguiu desenvolver uma boa gangue de motoqueiros, todos com personalidade bem distintas entre si e com características únicas. O seu toque especial nessa história foi a parte dramática. Você conseguiu criar algo mais sentimental em meio a essa história de gangue, com problemas entre o grupo e mortes bem marcantes. Gostaria de elogiar especificamente a grande cena com a Barbara, que para mim foi a melhor de toda a fic.

"Você pode não acreditar, mas você cabia aqui na minha mão. Segurei você bem alto e falei 'esse menino vai ser o melhor menino do mundo'. E agora você está sendo esse menino." Eu lembro quando você escreveu a sua primeira fic no fórum, a famosa Carnificina Geek. Apesar da interessante história, sua escrita na época era simples. E é muito interessante ver como você conseguiu desenvolvê-la tanto durante esse tempo. Agora você, além de detalhar mais, consegue criar sentimentos no leitor, fazê-los pensar nos personagens como se fossem reais, com muita personalidade. O melhor exemplo disso é o Will, que foi um personagem bem original e muito bem escrito. A personalidade dele era bem marcante e eu consigo imaginá-lo como uma pessoa real. Além disso, os problemas pessoais e com a gangue que você o fez passar só o fez se tornar o melhor personagem da sua história.

Falando agora sobre críticas construtivas, o Gabriel já falou algumas sobre o modo como você utiliza a vírgula. Além disso, acho que você pode detalhar melhor o cenário e o modo como as pessoas estão falando, com suas expressões, sentimentos, etc. Não lembro se exista algo mais para falar sobre a escrita em si, mas melhorando o que já foi falado já será uma ótima evolução. Sobre o formato da fic, acredito que capítulos maiores, com mais acontecimentos, seja o ideal. Você é bem objetivo e não enrola, mas acho que deveria considerar colocar mais acontecimentos em um certo capítulo ou juntar dois capítulos, dependendo do tamanho deles. Porém, como você postava praticamente todo dia, o tamanho dos capítulos não chegou a incomodar. Mas recomendo a não fazer isso. É melhor capítulos maiores em intervalos longos para que a fic possa durar mais tempo e os leitores possam criar uma certa expectativa.

Sobre os personagens, como já falei, Will foi o meu favorito. Também dou destaque para o Bad Asher, que gostei da personalidade. O resto basicamente estavam no mesmo nível, com importância e qualidades diferentes. O que eu poderia dizer que não gostei muito foi o Josh Cohle. Não por ser o meu personagem, mas acho que, como ele parecia ter uma certa importância à ponto de ter POVs, poderia ter explorado a sua vida pessoal e uma parte sentimental dele. Ficou um personagem vazio, que era um "vilão" sem emoções e sem vida pessoal, com a sua aparente função na história de ser apenas um policial para atrapalhar os planos do grupo principal. Confesso que tinha criado certa expectativa por causa do personagem que você iria se basear, mas acho que ficou muito frio e um detetive não tão bom assim. Claro, se ele fosse um fodão ele iria conseguir as provas dos crimes do bando facilmente e eles todos seriam presos, e acabaria a história. Mas poderia ter amenizado isso. Se você tivesse abordado a vida pessoal do Cohle, ter mostrado algum lado emocional dele à ponto do leitor sentir algo pelo personagem, e tê-lo feito um detetive mais bem estruturado, tenho certeza que teria dado um ótimo personagem.

Enfim, poderia citar mais coisas, mas seria apenas repetição do que já disseram. No geral, gostei bastante e minha média geral sobre a temporada ficaria em torno de um 8,5. Aguardarei a segunda temporada e espero que seja no mesmo nível ou ainda melhor que a primeira. Espero ter ajudado com as críticas e que você possa se tornar um escritor ainda melhor. Depois dessa fic, não se aposente. Quero ver você escrever outros gêneros, como fez com a ótima Gifted sobre super-heróis.




Ver perfil do usuário http://forumgeek.forumeiros.com

57 Re: The Big Deal em Seg Jan 02 2017, 21:57

Prime

Spoiler:

Mesmo fazendo uns quatro meses de fic finalizada, enfim li ela toda - peço perdão pela demora e reconheço que não sabia o que estava perdendo. Chris, te parabenizo pelo empenho posto na história, que te guiou até o fechamento da temporada e o planejamento de uma próxima.

O que mais me agradou na fanfic foi o enredo em si, devo dizer. Gostei dos rumos tomados, das consequências que as ações trouxeram e, principalmente, da harmonia dos fatos no desenvolvimento da história. Os personagens foram bem construídos previamente, e como citaram, você foi fiel na adaptação dos membros. O do Gabriel mostrou que o portar-se lawful good serviu de algo no final, ao contrário do que aconteceu com o Prime, coitado. Também curti os casais, veremos na próxima temporada se a proximidade com o grupo afetará de fato a carreira da doutora Mary e se o bebê dos Phillip será mais um motivo para o pai colaborar com a equipe visando eliminar os inimigos (logo, ameaças para a criança) ou algo que fará o casal recuar temeroso. Também na segunda temporada presumo que teremos algum aprofundamento na relação Will e filho, mas uma das coisas que mais aguardo é um mergulho nesse personagem do Badass, me parece interessante, bem como o detetive Josh. Talvez você já tenha desconsiderado o Lazarus por já tê-lo prendido e citado que os próximos inimigos são outra gangue, mas o personagem foi muito bom ao meu ver, e na minha opinião ainda não devia ser uma preocupação a menos para os Sadboys. Outro ponto forte da sua história é o balanceio construído: a situação com o Gabriel já citada e o Chris (talvez o mais fiel de todos no que concerne à adaptação :grin:), que acabou por caguetar o grupo mas no fim de contas salvou a pele da galera.

Enfim, minhas críticas não diferem do que já foi dito pelo Josh, que é sobre o insight pouco suficiente em alguns personagens como o detetive, e adiciono o Prime também. Entendo que - na minha interpretação - ele foi criado para morrer, mas senti também que algo podia ser extraído de quaisquer aprofundamentos no personagem, o porquê de estar ali, um pouco da sua história, o que já fez pelo grupo e com o grupo para ser querido. Como essa não vai ser a única temporada, é seguro dizer que você vai fornecer o devido insight no Bad Assher e no Josh, então o mesmo não se aplica a eles, não nessa primeira season. Por fim, reconheço seus méritos acerca da escrita, que ficou coesa e gostosa para a leitura.

Apressa essa segunda temporada aí.



Ver perfil do usuário

58 Re: The Big Deal em Seg Jun 05 2017, 01:05

Chris

oi, seu madruga

Estavam ficando com saudades? Hm (com exceção daquele gordo pau no cu que não comentou ainda)

Venho anunciar o retorno da fantástica O GRANDE DEAL, que após quase um ano mesmo igual uma série de verdade voltará :grin: Espero que continuem comentando e acompanhando como da última vez para me motivar e torcemos para que essa segunda temporada possa ser melhor que a primeira, até por eu já estar mais acostumado e quem sabe aprendido com alguns erros, não?

Aqui vai um teaser (também conhecido como junção de cenas aleatórias com uma música clichê de fundo que fiz ano passado com erro de sync, fade aleatório numa parte e amadorismo master, então não deem bola)


Deixem aí suas expectativas pra season 2, o que acham que irá acontecer, pelo teaser ou não, e em breve nos veremos novamente. Hm

E GULIEL COMENTA A PORRA DO FINAL E DPS AS EXPECTATIVAS PRA SEGUNDA TEMPORADA CORNO DO CARALHO




Ver perfil do usuário

59 Re: The Big Deal em Seg Jun 05 2017, 20:22

Luckwearer

Ae caralho, pensei que tu tinha abandonado o projeto, mas bom que não hein Wink

Pelo trailer nota-se que o Gabriel vai entrar numa jornada de auto conhecimento, mas que foi animal de escolher ir pra um lugar com neve e frio pra caralho. O Chris vai basicamente andar pela prisão. Pela cara do Dwight ele deve ter broxado na cena de sexo. Mary vai cair na porrada com os capanga do vilão da s02, por causa de mim. Chris vai continuar andando. Babi vai pegar um onibus. Chris vai andar mais um pouco. Nessa minha viagem, eu vou voltar bombadão e peludo. Badass vai se virar pra camera dramaticamente. Chris continua andando, plot do cara vai ser andar a prisão inteira. Guliel vai se motivar e vai começar andar por corredor, fora que vai aprender a tecnica fade de tão preto q é, vai dar uns 30 fade na cara do inimigo q vai cegar temporariamente KKKKKK. E por fim o Josh vai encontrar a Menta do TBD e vai perguntar se ela quer ir no cantinho escuro conversar sobre os $4DB0Y$.

Full ansioso pela temporada focada em depressão e acho muito maneiro o fato do showrunner escolher inserir o tema fitness com muitas caminhadas e etc.






Ver perfil do usuário

60 Re: The Big Deal em Seg Jun 05 2017, 20:57

Josh

Analisando o que deu para analisar do trailer, vai se focar muito no Chris na prisão por sei lá que motivo, o Josh vai brigar com alguém por sei lá que motivo também, o grupo dos Sadboys deve assaltar algum lugar ou fazer algo do tipo, Gabriel vai se tornar um cara solitário e frio, o Will deve ter problemas dentro da própria casa, vai ter uma referência a Rusty Magic (cena da fogueira), Mary vai batalhar, o Josh é perigoso e aparentemente o grupo Sadboys vai assaltar algum lugar de máscaras (ou seria um novo grupo?).

Enfim, transcrevi o vídeo. Trailers enganam, então vou aguardar o primeiro capítulo para começar a teorizar e ter uma opinião mais concreta sobre o que esperar da segunda temporada. De resto, espero que o Dwight e outros personagens que apareceram pouco na anterior tenham mais destaque nessa. Me pergunto se o Chris e o Lazarus foram parar na mesma prisão.




Ver perfil do usuário http://forumgeek.forumeiros.com

61 Re: The Big Deal em Qua Jun 07 2017, 13:53

Dwight

Não gostei, o trailer entregou de mais. Razz

Começar pela primeira coisa que me chamou atenção no vídeo: o policial com o andar de alguém que tem algo entalado no rabo aos 0:10segs.
Agora falando do resto, o trailer é tão bem feito que mais parece cenas aleatórias sem conexão, de tão bem que esconde os acontecimentos. XD

As que mais chamaram atenção:
- Will quebrando o abajur (?), aquilo tem que ser um momento revelador, quem sabe a morte do Josh? Suspect
- Barbara num trem? Poderia estar indo embora para tirar o bebê de perto da violência? Suspect
- Mary será sequestrada? Estaria Josh utilizando de meios escusos para conseguir informações? Ou teremos uma terceira força se movendo nas sombras? Suspect
- Josh jogando um maluco na traseira de um carro, e a cena assustadora antes dele degolar uma prostituta com aids, estuprar o cadáver e decompor os restos numa banheira do Brooklyn. Suspect

Enigmas, mistérios, fades inesperados, tudo isso, e muito mais, sabe-se-lá quando, em The Big Deal. Suspect

Spoiler:
Spoiler:
Suspect Suspect Suspect



Ver perfil do usuário http://filmow.com/usuario/lamb

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo  Mensagem [Página 3 de 3]

Ir à página : Anterior  1, 2, 3

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum