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Jogo do Detetive - Water Eagle Apartments

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Nilsu

Não acuso ninguém ainda, apesar da atitude suspeita da Babi...



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Josh

Capítulo 1




Joe Wise informou ao departamento que precisaria de alguns dias para conseguir analisar com profundidade todos os dados que ele obteve. Porém, no dia seguinte da investigação, o detetive acordou com uma ligação do seu chefe, lhe informando sobre mais uma morte no Water Eagles.

O assassinato, agora bastante claro, aconteceu na lavanderia do edifício. Joe ainda estava com bastante sono naquela manhã, mas alarmou-se ao ver a cena do crime: um morador, com cortes no pescoço, fios de cabelos arrancados e uma sacola de roupas sujas de sangue ao seu lado. O assassinato provavelmente ocorreu pela madrugada, e quem encontrou o corpo e ligou para a polícia foi um homem chamado Dwight.

Joe pediu a identificação da vítima e começou a fazer as suas anotações.


A maioria dos policiais diziam a Joe que não achavam que este assassinato tinha o mesmo assassino que o anterior, mas outros tinham quase certeza de que se tratava de um Serial Killer. As duas mortes não possuíam, aparentemente, nenhuma relação. Tudo era diferente. Enquanto a primeira morte parecia ter sido friamente calculada, a segunda parecia ter sido feita de modo desesperado.

Joe precisava de mais dados. Aquilo não era suficiente para ele conseguir pensar em nada. Um dos policiais chamou a atenção do detetive para um objeto que a vítima possuía em seu bolso.


Não havia nenhum vendedor de batatas nos apartamentos. Jesus vendia perfumes nas horas vagas, pelo que lhe foi informado. Qual é a relação?

Joe precisava respirar um pouco. Foi até o Hall do Water Eagles, onde duas velhinhas tomavam um chá, sentadas em cadeiras de balanço ao redor de uma pequena mesa. Elas olharam para o detetive com curiosidade, para então voltar ao chá. O homem, desconfiado, resolveu interrogá-las.

As velhas pediram para ele sentar e lhe ofereceram chá. Elas perguntaram sobre os assassinatos com entusiasmo em vez de medo, o que deixou Joe um pouco desconfortável. Depois de um tempo falando tudo que ele havia descoberto, o detetive finalmente pôde tirar algumas informações das velhinhas fofoqueiras.


Joe estava impressionado com o quanto as velhinhas sabiam sobre os moradores do Water Eagles. Ele voltou a ficar empolgado e estava certo de que ali encontraria o pequeno detalhe que o faria descobrir o responsável pelos assassinatos. Era incrível que Joe não precisava perguntar nada: as senhoras já falavam tudo espontaneamente.

Joe já estava cansado das velhas. Depois de um momento, passaram a falar sobre muitas coisas irrelevantes, as quais ele preferiu não anotar. Dispensou-as educadamente e voltou para a cena do crime. Ele percebia algumas contradições nas informações, de acordo com o que ele presenciou dos moradores. O detetive possuía informações demais e, o que ele mais temia, suspeitos demais.
Um policial mais experiente deu sua opinião para Joe, sobre o assassinato daquele dia. Ele anotou.



 
Spoiler:

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Prime

Se o Alan não era fumante e sobre a cadeira no quarto dele tinha um cachimbo, temos então ou um assassino fumante e ridiculamente desatento ou um artista meticuloso e metódico, no qual eu sou mais suspeito - lembrando que tudo isso caso as velhinhas estejam falando a verdade.  É do feitio dele armar as cenas pensando no pós assassinato, assumo.

Na cena do crime, temos que foram várias perfurações até o assassino dar-se por satisfeito. Desse modo, são algumas possibilidades:

a) Como o detetive observou, o assassino não está acostumado a manusear uma faca para um fim como esse. Se assim for, excluo a possibilidade de ser o Leonard, que é açougueiro, ao mesmo tempo que qualquer outra pessoa além dele pode ser o assassino. Entretanto, nesse caso, não sei se seria certo retirar as suspeitas do Lazarus também, que é cozinheiro e saberia manusear melhor a faca.  Suspect

b) O assassino é perfeitamente capaz de manusear a faca ou qualquer fora o objeto usado, mas preferiu matar do jeito que matou por motivos além, sejam eles artísticos ou por mero efeito de distração (uma vez que o assassinato anterior foi muito melhor executado). Sendo assim, Leonard ainda é um suspeito.

Um fato que adiciona à primeira possibilidade e deixa dúvidas quanto à segunda é a presença de cabelo arrancado. Isso pode indicar uma luta entre a vítima e o assassino, o que reforça mais uma vez que quem matou não é bom no método que escolheu ou teve de resolver uma situação às pressas - de qualquer forma, não soube lidar de maneira clean. Por outro lado, pode ter sido efeito estético, o que adiciona à hipótese artística de cena.

O sangue nas roupas da sacola: o detetive diz que é aleatório, mas duvido muito. Naturalmente, pensa-se que Jesus estava indo à lavanderia lavar roupas sujas de sangue (SUSPEITO!!!!!!), mas fico mais confortável pensando que essas roupas foram colocadas ali: o assassino claramente teve um trabalho a mais e com tantos cortes no pescoço da vítima só consigo imaginar o banho de sangue que foi. Levando-se em conta a existência de embate físico (fios de cabelo), não é arriscado pensar que o assassino se sujou bastante com o sangue da vítima. Então, ele pegou as roupas sujas que estavam na sacola da vítima e se trocou para sair daquela situação sem muito alarde. Obviamente isso seria muita burrice, uma vez que poderiam pegá-lo pelas roupas, mas se o assassino estava confiante o suficiente de que o que vestia não era muito característico, que mal faria? Aliás, pode ter sido a intenção dele, ou viu-se forçado a assim fazer. Mas quanto à batata, não faço a mínima ideia. Não acuso ninguém.



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Daenerys

Alguns pontos que tirei após esse capítulo:
1) Pra começar, creio que Jesus e Alan tenham sido pessoas relativamente próximas, possivelmente a grande quantidade de perfumes que Alan possuía foram compradas de Jesus, que inclusive, frequentava a casa de Alan, segundo as duas velhinhas. Pode ser que Jesus tenha descoberto algo, levando em conta sua proximidade com Alan, daí o assassinato repentino e desesperado.

2) Quando Alan fora morto, Gulielmus estava nervoso e disse que não conhecia, e as velhinhas relatam sentir um cheiro forte da casa de Guliel. Como ele é químico, possivelmente o cheiro seja oriundo da extração do veneno, ou até mesmo de algum fumo (Daí o cachimbo encontrado na casa de Alan). Outro ponto é Jesus dizer que produz os próprios perfumes com química, talvez tenha aprendido com Guliel, o que reforça que ele possa ter algum laboratório em seu apartamento. Pra mim, o mais suspeito até então.

3) Lazarus possui um ingrediente secreto em suas receitas, talvez a batata. Como só havia sangue na roupa dentro da sacola, talvez a roupa que Jesus estivesse usando quando o encontraram não fosse dele a princípio, e o assassino decidiu, por alguma razão que desconheço, trocar a roupa da vítima. Porém, como esta morte foi muito desesperada, ele não conseguiu se desfazer da sacola, tampouco retirar a batata do bolso, seu ingrediente secreto. Ele também já foi visto frequentando a casa de Alan, e durante a investigação da morte dele, ele não estava em casa. Fugindo, talvez? Outro suspeito.

4) Leonard ao ser interrogado sobre Alan se manteve calmo, embora eles tenham tido uma briga séria, além dele odiar todos os moradores (Segundo relatos das velhinhas). Comportamento levemente suspeito.  

5) Por que Luckwearer se recusa a cortar o cabelo e a barba de moradores, se quando foi interrogado sobre a morte de Alan, ele disse que se Alan tivesse cortado a barba com ele, aquilo não teria acontecido?

6) Por fim, Jesus ter sido visto na casa de Judith, que afirmou que veneno é uma arma que uma mulher usaria. Ela pode ter tido alguma razão pra matar Jesus, e como ela é taxista, não tem noções de corte, o que explica os cortes desordenados no pescoço. Uma atitude suspeita que merece atenção.

Mas continuo sem acusar ninguém.

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Minusmensch

Detetive ruim de alusões idiotas escreveu:Odassacarf disse que não o conhecia, pois mal saía de seu apartamento.

Senhora Elefante escreveu:Viu ele entrando com alguns homens em seu apartamento, entre eles: Chris, Dwight, Odassacarf, Lazarus, JesusMonroe(!) e Luckwearer.



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Leonard

Suspeito de Lazarus e Gulielmus, principalmente do Guliel por conta da parada do veneno, que pode envolver química além do mal odor vindo de seu apartamento. Jesus já fez perfumes com química, logo Guliel poderia te-lô ajudado, logo Jesus suspeitou da morte de Alan por veneno de Guliel, com medo de ser pego Guliel matou Jesus desesperadamente e de maneira rápida pra evitar problemas futuros.

Não irei acusar ninguém por enquanto, mas meus dedos devem se mover em breve contra Gulielmus.



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LazarusR

Não acuso ninguém.



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Dwight

Eu não acuso ninguém. Para falar a verdade ainda não identifiquei nada que possa remotamente ser uma pista, entendi foi nada dessa batata. A situação do cachimbo é bastante sugestiva, mas se o sujeito esqueceu um cachimbo usado na cena do crime volto a suspeitar da Judith/Leonard. Só acho estranho que ele (a) possa ter esquecido já que a morte não parece ter sido algo de ocasião, mas sim plantado anteriormente.

Estou confuso sobre o que eu devia considerar dicas e o que são erros de continuidade.

Edit: Muito engraçadinho o Josh implicando os próprios desejos sexuais no NPC morto.



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Luckwearer

Não acuso ninguém.



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Gulielmus

Já pontuaram aí tudo que eu reparei, então não tenho muito a acrescentar, além de não estar com muito saco no momento. No geral, também estou meio confuso sobre que tipo de linha de pensamento eu sigo, não sei exatamente o que eu suspeito e o que eu relevo. O lance da batata mesmo, pra mim é claramente uma pista externa e "off", provavelmente alguma referência que eu deveria ter sacado ou algo semelhante. Além disso, tem essas inconsistências que surgiram, como um personagem alegar que não faria tal coisa no cap passado e nesse ele faz o contrário, o que eu duvido muito que seja um erro de continuidade da parte do Josh, mas que é foda de se levar muito em conta porque podem muito bem serem pistas falsas e não acrescentarem em nada. 

Me preocupa é as pistas estarem bem sutis e em pouca quantidade, enquanto essas mais "óbvias" estão pra todo lado servindo só pra confundir a gente. Eu mesmo, estou considerando meus suspeitos muito mais pelos posts que eles fizeram aí em cima do que só pela história, porque muita gente só foi citada uma única vez em cada cap e pode muito bem ser o assassino, como já aconteceu no JDD passado com a Babi, que teve poucas referências e pistas quando comparadas com outros jogadores, mas que no seu post agiu de forma bem mais suspeita, tentando puxar várias teorias diferentes justamente pra confundir o resto de nós. Considerando o quão boa ideia é fazer isso, pode muito bem ser o que o nosso assassino tá fazendo agora, ou o que ele vai vir a fazer...

@Prime escreveu:
b) O assassino é perfeitamente capaz de manusear a faca ou qualquer fora o objeto usado, mas preferiu matar do jeito que matou por motivos além, sejam eles artísticos ou por mero efeito de distração (uma vez que o assassinato anterior foi muito melhor executado). Sendo assim, Leonard ainda é um suspeito.

E ainda tem isso. Se a gente for considerar que é o jogador do assassino que escolhe o método da morte, (como o Josh citou uma vez), então a gente tem que considerar que ele pode inventar métodos aleatórios e sem conexão entre si, tornando qualquer tipo de análise do assassinato completamente inútil. Ainda assim, vou considerar esse lance da falta de força como uma pista válida e continuar suspeitando mais das mulheres...

Enfim, não acuso ninguém também, se me aparecer algum insight novo eu edito aqui ou posto de novo.



 

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Josh

Gostaria de deixar claro que neste jogo a quantidade de pistas que levam ao assassino são bem maiores e talvez não tão sutis. Eu evito colocar pistas falsas, talvez só uma ou duas, sendo que interpretações erradas de personagens da história podem ser algumas delas. As pistas estão espalhadas por todo o capítulo, na cena do crime, nas informações que o detetive obtém, nas inconsistências que ele encontra mas não percebe.

O assassino escolhe o método de assassinato, mas obviamente eu acrescento detalhes que levam a alguém.

Algumas informações de capítulos posteriores podem complementar pistas de capítulos anteriores.

Existem pistas fáceis, que uma simples análise pode levar a alguém, e outras mais profundas, que é necessário prestar mais atenção e, talvez, ter um pouco mais de conhecimento. Mas nada impossível.

No primeiro jogo que eu fiz, existia uma pista por capitulo, e algumas eram bem difíceis e quase todas eram relacionadas ao membro em si, em vez do personagem da história. Isso não acontece nesse. Há mais de uma pista, poucas falsas, e todas estão relacionadas ao personagem, e não ao membro. Porém, é claro, a forma como o membro escolheu matar pode ser uma pista, mas nada além disso leva especificamente ao membro ou a alguma informação sobre ele.

É isso. Tenham um bom dia.



 
Spoiler:

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Gulielmus

Em meio a minha insônia habitual, aproveitei pra dar uma relida nos caps e no caminho de uma página para a outra dei uma bisbilhotada no comentários dos jogadores e qual foi a minha surpresa ao me deparar com isso:

@LazarusR escreveu:Como todo capítulo inicial deste jogo, deve haver uma pista concreta. Mas, neste momento, está flutuando à deriva num mar de ruídos. Não acuso ninguém.

Nota: Eu não estava em casa porque havia saído para comprar batatas.




Pra mim esse foi um redflag tão grande que até tá me fazendo reconsiderar a minha posição e acusar ele agora mesmo, mas vou esperar até o cap seguinte. Ainda vale uma análise mínima pra ver o quão bem o Lazarus caberia no papel do assassino...

Uma suspeita que eu tive no cap anterior foi em todo esse lance do acesso ao apartamento do Puro, até tava colocando minhas suspeitas no Chris e no Nilsu por isso, mas nesse cap essa linha de pensamento foi expandida:

Senhora Elefante escreveu:Viu ele entrando com alguns homens em seu apartamento, entre eles: Chris, Dwight, Odassacarf, Lazarus, JesusMonroe(!) e Luckwearer.

Usando essa linha de pensamento, o Lazarus teve sim acesso fácil ao apartamento do Alan e pode muito bem ter plantado algo ali sem ele ter visto. No geral, eu diria que essa pista é forte o suficiente pra excluir todo o resto dos jogadores não-citados nela, inclusive as mulheres que eu tava suspeitando tanto. Sad 

Mas vamos voltar ao lance da batata, afinal, pode ter sido uma coincidência, né? Eu duvido muito, ele é a única pessoa em todo o cast que pode ser facilmente ligado até esse objeto e o que a Daenerys citou sobre o lance do ingrediente secreto pode realmente bater, ou talvez rolou mesmo esse lance de troca de roupas e ele esqueceu a batata no bolso. Pode ter alguma outra explicação que o exclua da culpa, talvez o Jesus tava guardando a batata pra ele ou qualquer merda do gênero, mas aí é algo que tá fora do nosso alcance de informações atual e só seria revelado no cap seguinte. Independente, no momento atual, pra mim isso é uma evidencia fortíssima sim.

A única coisa que me deixou em dúvida foi o lance dos cortes mal feitos e desajeitados, que seriam nada característicos de um cozinheiro que deve usar uma faca diariamente, porém, parando pra reler de novo o cap eu volto a reforçar totalmente as minhas suspeitas. Considerem isso:

Investigador Experiente escreveu:O responsável pelo assassinato é louco o suficiente para tornar a morte sem sentido nenhum, mas inteligente o suficiente para não deixar provas.

Ou seja, dá pra gente puxar as coisas de volta para o Lazarus facilmente se considerarmos que todo o assassinato foi propositalmente desastrado, (escolhido assim pelo próprio jogador, como o Josh confirmou aí em cima), o que até mesmo justificaria o porque dele ter deixado a bendita batata no bolso da vítima, do que só ter esquecido ela.

Enfim, estou realmente bem tentado a acusar o dito cujo, mas ainda sinto que está meio cedo. Ainda existem algumas questões paralelas que faltam ser resolvidas, como por exemplo todo esse lance envolvendo as visitas que o Alan recebia e qual era o propósito delas, talvez ele fosse traficante de drogas mesmo, quem sabe? Aposto que com a gente tendo a resposta pra esse tipo de coisa, apontar o assassino vai ficar bem mais fácil. 
De qualquer jeito, fiquem de olho no Lazarus. Fry

Edit: Talvez dê pra gente considerar que o assassino pediu pro Josh adicionar a tal batata justamente pra fazer a gente desconfiar do Lazarus por esse comentário, mas eu duvido muito que o jogador consegue ter esse controle nas pistas. De qualquer jeito, vale citar.



Última edição por Gulielmus em Sab Jul 28 2018, 16:39, editado 2 vez(es)


 

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Chris

Esse detetive é um zé mané, parece a Loucademia de Polícia de TBD, mais confunde do que esclarece. No começo eu pensava o mesmo que o Dwi, ou não pensava na verdade, porque não estava conseguindo diferenciar pistas de erros de continuidade, mas até agora me parecem mais pistas mesmo. Muito legal esses posts do Guliel, mas desconsidero totalmente, inclusive vejo ele como mais suspeito que o próprio Lazarus. Quatro de anos de fórum e ele ainda não entendeu que o a função do "mestre" é colocar as suspeitas no Lazarus e o mesmo agir como suspeito para atrair o primeiro infeliz que irá acusá-lo e quebrar a cara.

Continuo suspeitando das mulheres também, em específico da Babi e do Badass, essas duas são danadas... Porém, a Babi tem algo que me faz ficar em dúvida, que é o comportamento off game. O Prime falou esses dias sobre considerarmos ela mesmo ela não postando e etc etc, me faz pensar que ela não estar tão presente no jogo já exclua ela automaticamente. Por outro lado, o Josh ficou pianinho quanto à isso e não nos respondeu... Mas whatever também, isso é só um detalhe, ela poderia ser a assassina e simplesmente ficar nessa distância também, o que só tiraria o dela da reta.

Muito cedo pra qualquer coisa, esperando o terceiro capítulo para ver se tenhamos uma pista forte o suficiente para eu suspeitar realmente de alguém.



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judith

Não acuso ninguém, ainda estou juntando as peças



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Josh

Capítulo 2


Joe Wise fora mais uma vez para o Water Eagles, sabendo que mais alguém havia morrido. Ele estava muito frustrado, sem conseguir dormir bem à noite, por conta deste caso tão complexo que havia pegado.

Alguém havia sido jogado da janela, Joe soube. Porém, o que mais o surpreendeu foi haver uma outra detetive no lugar, analisando a cena do crime, uma detetive que Wise já conhecia.

— Lucy? O que está fazendo aqui? - Joe perguntou, com medo da resposta.
— Ah, olá Joe. Vim lhe substituir. Pode voltar para o departamento.

A resposta foi como uma faca na garganta de Joe. Uma fúria estava crescendo dentro de si.

— Mas eu não pedi para ser substituído. Quero trabalhar no caso até o fim.
— O chefe disse que seu desempenho estava insuficiente para um caso tão complexo. Talvez seja melhor você voltar para os casos mais simples que você trabalhava antes, Joe.
— Não - disse, simplesmente, com raiva em seu olhar. — Ficarei neste caso até resolvê-lo.

Joe ligou para o seu chefe e pediu mais tempo no caso para ficar até o fim, o que lhe foi recusado. Wise, sem muita opção, pediu um dia para conseguir uma pista realmente boa e mais detalhes e, caso não conseguisse, poderia ser tirado do caso. O chefe aceitou, impaciente com a ligação.

Lucy e Joe precisavam trabalhar como uma dupla naquele dia, e Joe estava mais motivado do que nunca.

Era noite. Poucas nuvens cobriam o céu, predominando uma noite estrelada. Estava frio como nunca e Joe queria ter trazido roupas mais quentes para a ocasião. O corpo estava do lado de fora do prédio, caído no chão duro e cinzento, com alguns pedaços de vidro em volta e sangue.

O detetive pediu mais detalhes da morte para Lucy, enquanto anotava em sua caderneta.



Os dois detetives foram interrogar algumas pessoas. No entanto, poucas ou quase nenhuma conhecia o rapaz. Joe ficava cada vez mais nervoso, pois precisava de uma boa pista ou sairia do caso.






Joe e Lucy não tinham conseguido muito com os interrogatórios. O detetive achou a mulher inútil, que só serviu para o atrapalhar. Agora, ele precisava encontrar uma pista concreta ou seus dias naquele caso havia chegado ao fim.

Um policial experiente disse a Wise que um pedaço de vidro havia sido arrancado da janela após a queda de Prime. Ainda não era suficiente. Uma pista concreta, uma pista concreta. Joe andava de um lado para o outro. Analisou a janela quebrada quinze vezes, o corpo no chão mais umas quarenta.

Joe Wise então parou em frente a janela, fechou os olhos e tentou se imaginar jogando alguém da janela. Imaginou-se jogando o Prime da janela quando ele terminou de tocar uma música. Foi então que percebeu: o que houve com o violino?



 
Spoiler:

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judith

@Daenerys escreveu:
3) Lazarus possui um ingrediente secreto em suas receitas, talvez a batata. Como só havia sangue na roupa dentro da sacola, talvez a roupa que Jesus estivesse usando quando o encontraram não fosse dele a princípio, e o assassino decidiu, por alguma razão que desconheço, trocar a roupa da vítima. Porém, como esta morte foi muito desesperada, ele não conseguiu se desfazer da sacola, tampouco retirar a batata do bolso, seu ingrediente secreto. Ele também já foi visto frequentando a casa de Alan, e durante a investigação da morte dele, ele não estava em casa. Fugindo, talvez? Outro suspeito.

@LazarusR escreveu:Como todo capítulo inicial deste jogo, deve haver uma pista concreta. Mas, neste momento, está flutuando à deriva num mar de ruídos. Não acuso ninguém.

Nota: Eu não estava em casa porque havia saído para comprar batatas.

EU ACUSO O LAZARUS, na primeira morte eu achei que poderia ser o Guli mas foi na segunda morte que eu comecei a ver com mais clareza.

bom vamos aos fatos...

(1) A primeira morte foi por envenenamento por Beladona, uma planta que pode ser mortal porém ela também é uma planta medicinal usada em tratamentos anticolinérgico, Cólicas Gastrointestinais ou abdominais, asma, prisão de ventre, dilatação das pupilas para exame ocular.
como podem ver ela é tbm usada em tratamentos gastricos coisa que o Lazarus como cozinheiro deve saber do potencial dela, tanto pra o bem quanto para o mal e não duvido que talvez esse possa ser o ingrediente secreto dele.
(2) O segundo crime foi por cortes de algum objeto cortante e no bolso da vitíma havia uma batata.
Como vemos na respotas de Lazarus sobre o primeiro crime ele saiu para comprar batatas que não desvalida nem um pouco as suspeitas sobre ele muito pelo contrario, e sobre os cortes, bom ele é cozinheiro e utensílios de cozinha fazem parte da sua vida, e reforço o que a Daenerys disse sobre a segunda morte.
(3) O terceiro crime realmente foi muito aleatório, porém uma coisa que me deixa com mais suspeitas ainda, foi o fato do Lazarus ser muito receptivo com os detetives, não que ele não possa ser, mas convidar os detetives pra um jantar é muito estranho, qualquer pessoa normal, ficaria no minimo incomodado com a presença de policiais fazendo perguntas toda hora sobre um serial killer.
Talvez com esse jantar ele poderia ficar mais por dentro da investigação, aproveitar o momento de descontração e descobrir o quão perto eles estão de achar o assasino, psicopatas gostam que saber essas coisas e o nivél do desastre que causam.

Off: por mim o Dwi poderia morrer que não faria falta



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LazarusR

Esperei o máximo possível para levantar minha acusação. Gostaria de esperar até mais. Entretanto, como acabei de ser acusado, é possível que eu não tenha tempo suficiente para elencar mais evidências. Talvez, estas observações sejam postumamente relevantes, no pior dos cenários.

Eu acuso Gulielmus.

Minhas suspeitas contra ele começaram já no capítulo 0. Conhecimento acerca de venenos é um assunto natural para químicos (profissão do Gulielmus). Afinal, isso está entre as primeiras coisas que um profissional dessa área deve saber antes de iniciar suas práticas laboratoriais. Isso ainda não era uma relação suficiente para acusação, visto que outras pessoas eventualmente poderiam ter esse conhecimento por curiosidade e porque Jesus também parecia entender de química (algo posteriormente confirmado pelas velhinhas, conforme Jesus supostamente teria alegado). E, sobre Jesus, em minha opinião pesava o fato do veneno ter sido colocado numa loção.

Entretanto, Jesus foi assassinado. Novamente, minha maior suspeita recaiu imediatamente sobre Gulielmus. Uma pessoa com pouco conhecimento de química provavelmente teria preferido colocar o veneno na água ou na alimentação. Já uma preparação cosmética eficiente é algo que demanda um tipo de conhecimento bem específico. Jesus tinha e está morto.

Pela depoimento das velhinhas, Gulielmus era o único homem morando no mesmo andar de Alan que não entrava na casa do mesmo. Não tenho informações para determinar se é possível que ele se sentisse excluído de alguma maneira. Ou que reprovasse algo que acontecia no quarto do Alan. Talvez, a movimentação o incomodasse.

Jesus, entendendo de química também, talvez fosse algum tipo de concorrente para Gulielmus, na eventualidade de ambos produzirem produtos na mesma linha (cosméticos? Drogas?) ou, pelo menos, Jesus poderia ser alguém mais acessível ao qual outras pessoas poderiam recorrer nestes assuntos.

Adicionalmente, as velhinhas alertaram que o quarto de Gulielmos tinha um cheiro horrível quando sua porta era aberta. Normalmente, produtos químicos em processamento não cheiram bem e, especialmente, beladona não possui odor agradável.

Prime foi assassinado no mesmo andar que Gulielmus reside. E estava praticando uma ação perceptível inclusive por pessoas que não estavam no mesmo andar (se entendi corretamente). Se a movimentação no quarto de Alan fosse suficiente para perturbar Gulielmus a ponto dele tomar uma atitude drástica, então Prime também estaria se colocando em risco tocando no andar de Gulielmus.

Além disso, o violino de Prime desapareceu. Imagino que não estivesse nas mão de Prime quando o mesmo foi defenestrado e, por alguma razão, foi levado e escondido pelo assassino. Entretanto, se o instrumento houvesse sido movimentado entre os andares, então possivelmente teria sido visto por alguém. Isso me faz suspeitar que o violino deve estar escondido no mesmo andar do qual Prime foi arremessado, que é o mesmo andar em que Gulielmos mora. Nesse contexto, o fato dele ter fechado a porta agressivamente pode indicar que o instrumento ainda estava no quarto do mesmo.

Por fim, ao entregar uma flor para os detetives, Gulielmos torna-se o único morador conhecido que dispõem de plantas em seu quarto.

Em face destas considerações, eu acuso Gulielmos agora.



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Gulielmus

Também estava achando muito cedo para começarmos com acusações, tanto que não me dei o trabalho de reforçar a da Judith, mas já que o nosso magnânimo Lazarus resolveu chutar essa bola para mim, farei toda a questão do mundo de retorná-la e acusar o meu maior suspeito. 

Acuso Lazarus.

Lazarus escreveu:Minhas suspeitas contra ele começaram já no capítulo 0. Conhecimento acerca de venenos é um assunto natural para químicos (profissão do Gulielmus). Afinal, isso está entre as primeiras coisas que um profissional dessa área deve saber antes de iniciar suas práticas laboratoriais. Isso ainda não era uma relação suficiente para acusação, visto que outras pessoas eventualmente poderiam ter esse conhecimento por curiosidade e porque Jesus também parecia entender de química (algo posteriormente confirmado pelas velhinhas, conforme Jesus supostamente teria alegado). E, sobre Jesus, em minha opinião pesava o fato do veneno ter sido colocado numa loção.

Deve ser o argumento mais forte que usam contra mim, mas ainda não vejo como sendo prova o suficiente para sustentar uma acusação. Considerem o seguinte: O veneno de beladona não exige nenhum processo químico complexo para ser extraído, na verdade, com um simples chazinho usando as folhas você consegue ter o veneno pronto, e isso é algo que qualquer um no cast é capaz de fazer. Além do mais, o veneno só foi usado uma vez até agora, seguindo a sua narrativa, o assassino teria que ter mantido uma coerência no método. (Obviamente ele pode retornar para os venenos se eu me manter no jogo, mas vai ser a partir de agora).

Lazarus escreveu:Entretanto, Jesus foi assassinado. Novamente, minha maior suspeita recaiu imediatamente sobre Gulielmus. Uma pessoa com pouco conhecimento de química provavelmente teria preferido colocar o veneno na água ou na alimentação. Já uma preparação cosmética eficiente é algo que demanda um tipo de conhecimento bem específico. Jesus tinha e está morto.

Como citei, o método usado nesse assassinato foi completamente diferente, não é necessário nenhum conhecimento de química para se usar um objeto cortante. Talvez você quis implicar que o assassino planejava envenenar Jesus de outra forma, talvez por meio dos perfumes, mas isso seria um elemento completamente novo que não foi citado em nenhum momento no que a gente leu e que só serviria para fortalecer a sua narrativa. 

Lazarus escreveu:Pela depoimento das velhinhas, Gulielmus era o único homem morando no mesmo andar de Alan que não entrava na casa do mesmo. Não tenho informações para determinar se é possível que ele se sentisse excluído de alguma maneira. Ou que reprovasse algo que acontecia no quarto do Alan. Talvez, a movimentação o incomodasse.

Novamente, você supos algum tipo de motivação baseada em bem pouco, enquanto é bem mais fácil de imaginarmos que, exatamente por eu não ter tido acesso ao apartamento, que as chances de eu ter plantado um veneno no creme de barbear do Alan serem baixas. Lembremos que não foi citado nenhum sinal de arrombamento no apartamento e, aliás, o senhor é um dos citados entre os visitantes frequentes do Alan, você teve acesso direto ao apartamento dele. 

Lazarus escreveu:Prime foi assassinado no mesmo andar que Gulielmus reside. E estava praticando uma ação perceptível inclusive por pessoas que não estavam no mesmo andar (se entendi corretamente). Se a movimentação no quarto de Alan fosse suficiente para perturbar Gulielmus a ponto dele tomar uma atitude drástica, então Prime também estaria se colocando em risco tocando no andar de Gulielmus.

O trecho grifado enfraquece o seu argumento, o assassino pode ter ouvido o som e subido até ele, ou até mesmo pode ter sido o que chamou Prime para tocar no andar de cima.

Lazarus escreveu:Além disso, o violino de Prime desapareceu. Imagino que não estivesse nas mão de Prime quando o mesmo foi defenestrado e, por alguma razão, foi levado e escondido pelo assassino. Entretanto, se o instrumento houvesse sido movimentado entre os andares, então possivelmente teria sido visto por alguém. Isso me faz suspeitar que o violino deve estar escondido no mesmo andar do qual Prime foi arremessado, que é o mesmo andar em que Gulielmos mora. Nesse contexto, o fato dele ter fechado a porta agressivamente pode indicar que o instrumento ainda estava no quarto do mesmo.

Um violino não é um instrumento tão grande, seu transporte não seria um puta empecilho, além disso, nosso cast já tem um histórico de não relatar nenhuma movimentação que bata com os horários das mortes, ninguém nunca vê nada, não seria tão improvável de imaginar que o assassino conseguiu descer com ele de volta para seu andar. 

Lazarus escreveu:Por fim, ao entregar uma flor para os detetives, Gulielmos torna-se o único morador conhecido que dispõem de plantas em seu quarto.

Não vejo muito valor nesse tipo de ato de personagens, principalmente se considerarmos que praticamente TODO mundo fez algo suspeito nesse cap. Mas já que você quis citar esse, também citarei a forma que Lazarus recepcionou os detetives, da forma que se referiu aos assassinato de Prime como "algo aleatório" e não movido por motivação, como se tivesse alguma informação a respeito disso, como se soubesse que Prime foi escolhido apenas por azar. Também cito o amor que Lazarus tem por música, um excelente motivo para ter sido atraído até o Prime e por ter pegado seu violino de recordação, uma motivação bem mais sólida que a minha, (que até o momento seria inexistente).

No mais, se mais pessoas votarem em mim, cairei sem nenhum problema, ao menos a atenção foi voltada para o Lazarus e o jogo vai continuar mais algumas partidas.



 

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LazarusR

Notas acerca das considerações de Gulielmus, aliviando minhas suspeitas sobre si:

Naturalmente, se o assassino cometeu o primeiro assassinato empregando conhecimentos de sua profissão, então não repetiria a mesma linha de ação a menos que fosse realmente louco (não imagino que seja o caso deste assassino). Como o próprio Gulielmus reconheceu (e eu já havia cogitado), não precisa ser químico para saber manusear tal veneno, mas a utilização mais simples envolveria coisas como um "chazinho", não a mistura com uma loção.

Logo, o assassino só manteria sua "coerência do método" se fosse um serial killer obcecado. Eu acredito que as motivações do mesmo sejam muito mais prosaicas.

No segundo assassinato, apesar de haver algum ruído nas pistas, eu acredito que a imprecisão dos golpes seja realmente uma falha do assassino, no sentido de carência de habilidades mesmo. Algo compatível com um professor. Conhecimentos de química não são mesmo necessários para o manuseio desastrado de objetos cortantes.

Em nenhum momento eu cogitei que o assassino desejasse envenenar Jesus. Para mim, ele queria exatamente da maneira que ele fez.

Gulielmus não ter tido acesso ao apartamento é uma suposição. Coerente com aquilo que sabemos. Mas, uma loção envenenada não constituiria uma ação metodicamente planejada? Quem poderia saber a quanto tempo Alan estava sendo visado. Não seria difícil fazer a loção parar nas mãos da vítima mesmo que fosse por meios indiretos. Sem nenhuma necessidade de arrombamento.

Eu não acredito que o assassino subiu nenhuma escada por ter ouvido Prime. Mas, mesmo que eu esteja errado, é muito provável que não tenha descido. Um violino não é um violoncelo, mas ainda assim não é um objeto que pudesse ser escondido no bolso da calça. Na minha opinião, esta é sim uma forte evidência de que quem matou Prime reside no mesmo andar que ele estava tocando.

A entrega da flor por Gulielmus não é um simples ato suspeito, mas sim um de dois atos suspeitos ocorrendo com um mesmo personagem: Possuir uma planta em casa (num contexto onde já houve um assassinato envolvendo botânica) e estar nervoso com a presença dos detetives em sua porta (supondo que seja mesmo o assassino e que ainda esteja com o violino, teria motivos de sobra para estar assim).


Por fim, eu não acredito que as mortes sejam aleatórias. Só não acredito que seja o mesmo motivo para todas.



Última edição por LazarusR em Sab Jul 28 2018, 01:14, editado 1 vez(es)


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Gulielmus

Lazarus escreveu:No segundo assassinato, apesar de haver algum ruído nas pistas, eu acredito que a imprecisão dos golpes seja realmente uma falha do assassino, no sentido de carência de habilidades mesmo. Algo compatível com um professor. Conhecimentos de química não são mesmo necessários para o manuseio desastrado de objetos cortantes. 

Sim, assim como é compatível com todos os outros membros do cast, com exceção de Leonard. Na teoria, isso abrandaria as suspeitas sobre você e ele, mas vamos considerar uma citação de um dos detetives: 

Investigador Experiente escreveu:O responsável pelo assassinato é louco o suficiente para tornar a morte sem sentido nenhum, mas inteligente o suficiente para não deixar provas.

Considerando que o método de assassinato está sendo escolhido pelo jogador e não pelo Josh, é bem plausível que o assassino propositalmente tentou fazer os cortes parecerem desastrados para não se incriminar.

Lazarus escreveu:Gulielmos não ter tido acesso ao apartamento é uma suposição. Coerente com aquilo que sabemos. Mas, uma loção envenenada não constituiria uma ação metodicamente planejada? Quem poderia saber a quanto tempo Alan estava sendo visado. Não seria difícil fazer a loção para nas mãos da vítima mesmo que fosse por meios indiretos. Sem nenhuma necessidade de arrombamento.

Concordo, até por isso que não excluo todos que não tinham acesso ao apartamento do Alan dos suspeitos, o que tem que ser considerado, porém, é a força do argumento nesse momento do jogo. Nós temos a informação de que não houve arrombamento e nós temos a informação que a loção de barbear estava envenenada; não temos a informação de que a loção de barbear é recente nem se é antiga, (o que nos diria se ela chegou ao Alan já envenenada ou se o veneno foi plantado nela), e não temos a informação de que ela foi dada de presente por um vizinho. Por isso, não consigo ver esse argumento fortalecendo a sua narrativa. 

Lazarus escreveu:Eu não acredito que o assassino subiu nenhuma escada por ter ouvido Prime. Mas, mesmo que eu esteja errado, é muito provável que não tenha descido. Um violino não é um violoncelo, mas ainda assim não é um objeto que pudesse ser escondido no bolso da calça. Na minha opinião, esta é sim uma forte evidência de que quem matou Prime reside no mesmo andar que ele estava tocando.

Concordo que pode ser considerada uma evidência, mas não uma forte o suficiente para justificar uma acusação. E aliás, eu nem acho que o assassino precisaria ter escondido o instrumento, o meu ponto é exatamente ele ter conseguido passar com ele em mãos e não ter cruzado com ninguém pelo caminho, algo que é bem plausível com os acontecimentos até agora. 

Lazarus escreveu:A entrega da flor por Gulielmos não é um simples ato suspeito, mas sim um de dois atos suspeitos ocorrendo com um mesmo personagem: Possuir uma planta em casa (num contexto onde já houve um assassinato envolvendo botânica) e estar nervoso com a presença dos detetives em sua porta (supondo que seja mesmo o assassino e que ainda esteja com o violino, teria motivos de sobra para estar assim).

Bem, se formos considerar atos suspeitos, eu diria que você não está nem um pouco atrás de mim. Contemos essa sua interação com os detetives que eu já citei no último post, o fato de você já ter estado no apartamento da primeira vítima, o seu desaparecimento no dia do primeiro assassinato e o fato de ter uma batata no bolso da segunda vítima, (o que liga diretamente ao cozinheiro). No mais, citarei o quão o meu nervosismo perde a força quando comparamos com o comportamento dos outros personagens, (como as frases esquisitas do Luckwearer, as mentiras que Dwight e Odassacarf contaram para os detetives, a agressividade de Babi com eles, e etc).

Reforço que ainda acho cedo para as acusações e nem acho que os argumentos contra você sejam muito fortes, eu no lugar da Judith teria sido um pouco mais paciente, mesmo que custasse outro jogador. De qualquer forma, mantenho o que eu disse e que o resto dos jogadores julguem.



 

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LazarusR

Sem novos acréscimos e mantenho minha acusação.



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Minusmensch

@Josh escreveu:O assassino deve: Me mandar uma mensagem privada antes de cada capítulo, informando quem pretende matar, em qual local, a forma que matou e outras informações que julgar interessantes dizer.

Não faz sentido associar a causa mortis do PuroOsso com determinada role, uma vez que ninguém sabia de seu trabalho antes do primeiro capítulo. Do contrário, o narrador abusaria da boa vontade – ao falar do respectivo trabalho do assassino ao mesmo que, convenhamos, não seria tão idiota a ponto de fazer alusão a ele logo na primeira morte. Reitero o dito por um usuário: o assassino é alguém com familiaridade ao universo medieval, diria que alguém que joga RPGs ambientados nesta época.

Igualmente, não faz sentido relacionar a batata claramente plantada – um novo atento ao ‘outras informações que julgar interessantes dizer’ para os cegos – com uma pista plantada pelo narrador, que seria um grande idiota se o fizesse. A batata, a meu ver, foi uma informação plantada pelo assassino em visita ao post do Lazarus, o que pensei ser óbvio a todos; pelo visto estava enganado.

Destarte, vejo como irrelevantes os dois primeiros itens da acusação da Judith, apesar de o primeiro fazer sentido caso se parta do pressuposto do Lazarus ser inteligente o bastante para ter conhecimento acerca do veneno utilizado. O terceiro item, ademais, faz sentido, mas não se sustenta sozinho. Aplica-se a mesma lógica em relação a Gulielmus-químico-veneno.

Descarto como assassinos, baseando-me no conhecimento em relação à beladonna: Odassacarf, Judith e Leonard. Também descarto o Chris, por uma questão de lógica: Josh não faria o assassino ser o primeiro a ver o corpo, devido ao nosso desconhecimento por parte das roles, que ele poderia simplesmente trocar durante a elaboração do post – e não há uma escolha cuidadosa acerca, algumas sequer fazem sentido.

Uma questão lógica também poderia se aplicar ao Lazarus, que foi o único que teve uma intensidade em relação à suspeita, mas fica a critério do leitor. A não-estadia aliada à mesma suspeita reforçam o sentimento, pois, por mais que entre em contradição com outra ação do personagem (algo que o pobre Lazarus não pode controlar), o assassino necessita de uma boa imagem para livrar-se de suspeitas; e uma primeira comunicação com o detetive seria de vital importância.

O restante é momentaneamente (primeira morte) suspeito.

Links relacionados aos itens:

Cachimbo: uma alusão aos fumantes em jogo? Anyway: Daenerys é minha principal suspeita, pois é uma dentista fumante. Alan não era um fumante, segundo uma das velhas da segunda morte, e acho difícil o narrador dificultar nesse sentido, pois necessitaria de planejamento, por mais simples que fosse.

Guarda-roupa limpo: não consegui associar com nada (ou consegui, e apenas não quis citar). É outra questão que dá obviedade ao personagem do Chris.

Celular: Alan pretendia ligar para Nilsu (enfermeiro) antes de morrer, sinal que se conheciam – não venham com ‘o assassino plantou’ pois, novamente, ninguém sabia das roles, isto foi uma obra puramente do Josh. Além disso, havia um celular ali, bastaria ao genioso detective Joe verificar os contatos para linkar quem (des)conhecia Alan de fato.

Temos, em confirmação, que conheciam Alan: Chris, Dwight (disse que não o conhecia), Odassacarf (mesmo que tenha dito que não, eu não sou o assassino, logo sou uma prova-viva de que o Josh está plantando pistas falsas), Lazarus e Luckwearer – vistos pelas velhas; Nilsu (ligação e não-contrariedade do personagem); Daenerys (própria personagem); Leonard (foi visto discutindo de forma séria com ele, por uma das velhas).

Indecisão: Gulielmus (disse que não o conhecia); Babi; Judith.

Morte de número II

Dwight é a obviedade da vez. Não sei os traços que norteiam a personalidade vigente do Josh, mas talvez ele assuma um papel intermediário ao assassino na história[?] De qualquer forma, ele não deve ser descartado. Lembremo-nos que o Jesus foi a primeira escolha e, pautado em certos critérios, diria que Gulielmus e o próprio Dwight escolheriam-no de cara; mesmo que seja decepcionante ao realizar, no futuro, caso um deles seja o assassino, que a Judith não tenha sido a escolha.

Itens da vez:

Batata: idiotice associar com o Lazarus, novamente. Vejo como algo plantado pelo assassino em suas informações, por MP.

Velhas: dá para tirar muitas conclusões, em especial do prédio ser um antro de homossexuais e, disso, podermos tirar o modus operandi do assassino. Não se sabe se há camadas por trás dos personagens, mas a citação do Alan ser um homossexual – e seu conhecimento por parte dos demais personagens – pode embasar os falsos depoimentos de Dwight e Odassacarf que também são homossexuais e “não gostariam de ser amplamente descobertos” – por mais que seja um prédio com poucos moradores e, em teoria, todos conheceriam todos, na prática alguns se desconhecem.

De fato, Alan ser homossexual daria brecha para um crime passional, mas isoladamente não para um serial killer. Jesus também era homossexual pois também foi visto com um sorriso e um parceiro no apartamento de Alan, mas e o Prime? Também era um homossexual? Estava tocando (violino) para alguém em especial? Voltarei a ‘tocar’ neste ponto na análise da morte de Prime.

Tópicos:

1. Dwight é bissexual, pois mantém uma relação com a Judith (taxista), segundo uma das velhas. Ele tinha um par nas festas do Alan e visitava constantemente o apartamento de Judith, e isso explica a preocupação dela em relação à possibilidade dele ter sido morto no capítulo subsequente.
2. Descrevem o Prime como um homem solitário, mas isso é questionável.
3. Gulielmus e o cheiro do apartamento, relacionado ao cheiro químico que o Lazarus citou. Por mais óbvio que seja. Não preciso reescrever aqui.
4. Babi é uma pessoa legal?
5. Leonard é ranzinza e, possivelmente, homofóbico. Uma boa aposta para o assassino baseado apenas no roleplay.
6. “Lazarus é um cozinheiro que utiliza ingredientes misteriosos em suas receitas.” que RAIOS de informação é essa? Como conseguiram?
7. Nilsu, possivelmente homossexual e (ex)drogado.
8. Luckwearer não corta o cabelo/barba de ninguém do prédio, segundo elas, mas disse que Alan deveria ter feito a barba com ele. Uma contradição ou apenas uma falta de informação das mesmas e Luckwearer faz serviços nos mais próximos: lembrando que ele também é homossexual e foi visto no apartamento de Alan.

Os cortes desajeitados podem ter sido obra de um homossexual afeminado. Pelo capítulo, pode-se concluir um padrão que pode nortear o agir de um serial killer, se analisarmos os assassinatos como obra de um, e não apenas isolados.

Um ponto a levantar: por que o ~ótimo~ detetive não entrevistou os personagens que se contradisseram?

Terceira Morte

Ótimo, Joe agora tem uma parceira. Finalmente uma companhia para dar início a Os Trapalhões.

1. Dwight disse que “apenas quando a música acabou é que, segundos depois, ele ouviu o som do vidro se quebrando.” Notem que não há relatos de campainha, toc-toc, nada, e passaram-se segundos do fim da música ao som do vidro, ou obvieseja: o assassino já estava lá dentro. Em companhia de Prime, outro homossexual que estava tocando (ou ouvindo, o que explicaria a ausência do violino) para um querido, ou escondido. “Um olhar admirado às janelas, ao som do amado. O som abruptamente para, e, por ele impulsionado, começo a voar.”

2. Interessante o relato do homossexual Luckwearer. Isso me fez imaginar várias coisas. Um homossexual assistindo de forma admirada o violinar de outro; um Prime cuja clemência permitira uma última música…

3. Don McLean tem um tributo a van Gogh. Dwight é o assassino.

4. Vidro. Glass. Dwight é o assassino.

Preguiça, então não vou revisar, adicionar outras informações ou traçar o perfil e modus operandi do assassino, mas pra quem leu o post tá bem óbvio, por mais absurdo que pareça. Reitero que tudo o que levantei é relativo uma vez que não se pode compreender com exatidão a cabecita do Narrador.



Última edição por Odassacarf em Sab Jul 28 2018, 12:56, editado 1 vez(es)


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Gulielmus

Excelente post, não decepcionou. 

Badass escreveu:Reitero o dito por um usuário: o assassino é alguém com familiaridade ao universo medieval, diria que alguém que joga RPGs ambientados nesta época.

Não acho, com uma simples pesquisa no google tu consegue saber sobre a beladona e a relevância dela na idade média, foi como eu cheguei a essa conclusão e como o assassino pode ter chegado. E eu sinceramente não consigo enxergar alguém além de mim e você que saberia sobre essa planta nesse contexto, isso porque eu próprio nem conhecia essa merda. É só ver a Judith, que numa pesquisadinha já sabe até as aplicações que essa merda tem no trato intestinal.

Badass escreveu:Batata: idiotice associar com o Lazarus, novamente. Vejo como algo plantado pelo assassino em suas informações, por MP.

Depende, só é algo descartável se o jogador/assassino tiver liberdade para incluir uma pista ao invés de só escolher o método da morte, algo que o Josh não deixou claro. É bem estranho o Lazarus ter mandado essa parada de propósito sendo o assassino, mas sei lá, pode ter sido tão óbvio que ele imaginou que ninguém levaria a sério. Ou não, mas eu não descartaria tão rapidamente...

A narrativa homossexual é interessante, eu nunca teria tentado enxergar por esse lado e imagino que todo o resto descartou isso como uma simples piada. Eu pessoalmente não acho que o Josh teria culhones de puxar a história pra essa lado não, imagino é que a explicação pra isso vai ser algum tipo de serviço que o Alan fornecia, provavelmente tráfico de drogas ou algo do gênero, (não o próprio cu). Isso continua encaixando no lance de ser algo vergonhoso que faria o Dwight e Odassacarf mentirem sobre. Não descartarei, porém, nunca se sabe...

O que teu post provou, é que realmente tá muito cedo pra acusações, e que a gente não tá tentando olhar essa história por outros ângulos. Se eu puder retirar minha acusação sobre o Lazarus eu tiraria, mas ainda vou esperar para ver se alguém vai tentar me acusar, assim mantemos o empate.



 

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Minusmensch

Gulielmus, o assassino pode adicionar qualquer coisa junto a morte:

@Josh escreveu:O assassino deve: Me mandar uma mensagem privada antes de cada capítulo, informando quem pretende matar, em qual local, a forma que matou e outras informações que julgar interessantes dizer.

A discrição do assassino por parte do narrador tem de ser obrigatória, ou o jogo perde o sentido. Por mais excêntrico que o Josh possa soar em determinados momentos, não faz o mínimo sentido ele pegar uma informação completamente fresca e adicionar como a principal (seria) pista.

E bem, o Josh com certeza tem uma história que conecta tudo, com ou sem as camadas dos personagens. Do contrário, ele teria o papel mais fácil e inútil do mundo, e sequer faria sentido ele escrever tudo o que escreveu. Boa sacada a questão das drogas, não havia pensado além do óbvio.



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Dwight

Agora eu quero que a teoria do edifício ser o ponto de encontro nacional de homossexuais seja verdadeira.

Admito de antemão que não tive saco para ler todas as réplicas e tréplicas dos acusados, mas acho que acusações no momento foram precipitadas e pouco fundadas. A primeira acusação, inclusive, ao meu ver não teve embasamento em pista alguma, somente suposições pouco inspiradas. Me recuso a acreditar também que o Lazarus produziria provas contra si mesmo, na questão da batata. No máximo, desconfio de sua postura no interrogatório, alá Hannibal Lecter, quem faria mal para um menino adorável daqueles, né? De qualquer forma, diz muito pouco.

Diria que suspeito ainda menos do Gulielmus, a questão do cheiro forte, segundo a Wikipédia, é uma ventosidade anal conhecida como flatulência ou flato (do latim flatus, sopro), produzida em demasia pelo próprio. Já a questão da flor, assim como as incongruências de outros que no momento não acredito serem os assassinos (Eu mesmo, Odassacarf e Luckwearer, que nos contradizemos), são formas do Josh criar pistas falsas e deixar uma pulga atrás da orelha de todos. A desculpa é provavelmente que mentiram por medo/nervosismo, sobre os três últimos.

De qualquer forma, entendo a acusação do Lazarus como uma forma de se defender, só não teria feito a escolha por alguém que já havia demonstrado suspeita nele antes.

Sobre a escolha da primeira vítima, acho que a morte do Jesus aponta mais ao Chris do que a mim ou o Gulielmus, meu primeiro alvo seria outro (a) e eu não mataria o Prime, mas é óbvio que todo mundo vai negar ser o assassino, então whatever. Gosto, porém, da teoria de que o assassino já estava lá com o Prime. O que não aponta para ninguém (ainda). Outra ideia que gostei foi da questão das drogas dita pelo Guliel, apesar de preferir o bacanal gay.

Sobre a relação da beladona com algo medieval e os RPGs (>implicando que nossos RPGs chegam a este nível de detalhes), bastou uma busca minha agora por "beladona poisons books" no Google para chegar a um Top 5 Venenos da Agatha Christie, dentre eles:

Deadly Nightshade (Belladonna) - The Cretan Bull, The Caribbean Mystery, The Thumb Mark of St. Peter

Atropa belladonna, or deadly nightshade, is just one of many plants that contain the lethal compound atropine.

Atropine affects the nerves, increasing heart rate, reducing sweating and, famously, causes the pupils of the eyes to dilate. The juice of belladonna berries was once dropped into the eyes of renaissance women to dilate their pupils.

Atropine is still used today, in appropriate doses, to dilate pupils allowing better examination of the interior of the eye. Christie's poisoners used atropine to induce terrifying hallucinations in their victims driving them to madness and suicide.


Aparece numa quantidade expressiva de livros da autora, o que já amplia o radar para muito além da leitura medieval. Sei de alguns que já leram a obra da Agatha Christie (grupo que não me incluo, infelizmente), porém eu ainda duvido que o veneno escolhido diga necessariamente algo (se é que foi escolhido pelo assassino), sendo que é muito mais provável ter surgido de uma busca rápida no Google do que qualquer conhecimento anterior. Autismo meu ter me disposto a procurar literatura onde a mesma foi aplicada.

Ainda me defendendo, e peço perdão por estar na defensiva, concordo com o que o Guliel disse sobre a observação do Don McLean (no chat). Me parece mais pura coincidência, por gosto pessoal do autor, ou uma referência a música largamente mais famosa dele (American Pie), que se encaixa bem com o sugestionado tanto pelo texto quanto pelo Luckwearer sobre uma suposta vontade do Prime de morrer. ("This'll be the day that I die")

Odassacarf escreveu:“Um olhar admirado às janelas, ao som do amado. O som abruptamente para, e, por ele impulsionado, começo a voar.”

Adorei esse trecho.

Enfim, não farei mais posts desse tamanho se não for para acusar pois, ao término dele, chego a conclusão de que não cheguei a conclusão alguma. Isso por si só prova como a acusação foi precipitada, o que não anula a possibilidade de um dos dois (Gulielmus e Lazarus) serem o assassino, mas ao meu ver vai ser apenas uma ajudinha ao real. Por isso, não acusarei ninguém.

Desconfio de todos, a exceção do Nilson, que é apenas um homem maravilhoso.

Gostaria de deixar dita minha desconfiança, contudo, no Leonard. Ele combina um comportamento bastante esquisito e a situação da mão cortada. Foi pontuado, no final do capítulo: "um pedaço de vidro havia sido arrancado da janela após a queda de Prime". É seguro supôr que Leonard se cortou no ato, o suficiente apenas para sujar uma parte da vidraçaria, a qual ele fez sumir. De qualquer forma, vou confiar na palavra dele por enquanto, acho muito pouco para sequer cogitar acusar. Mas meus olhos estão abertos. Suspect




@judith escreveu:
O segundo crime foi por cortes de algum objeto cortante



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