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#Mesa 003 - Fire and Blood

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851 Re: #Mesa 003 - Fire and Blood em Qui Ago 31 2017, 19:55

Josh

— Lembre-se de enviá-la já morta, definitivamente — Skyron disse, retribuindo a brincadeira. Com Daeron estendendo a mão, Skyron a apertou com firmeza e olhou em seus olhos com respeito. — Este talvez não seja um adeus. Mas até mais, Targaryen.




 
Spoiler:

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852 Re: #Mesa 003 - Fire and Blood em Sab Set 02 2017, 21:35

Luckwearer

Com um pouco de dificuldade pela perda de alguns dedos, Rhaego incendiou a criatura matando-a. Caiu de joelhos, olhando para a própria mão, observando o que sobrara daqueles três dedos que aquele maldito morto arrancara.

Você precisa tirar 13 para não ficar doente pra caralho.





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853 Re: #Mesa 003 - Fire and Blood em Sab Set 02 2017, 23:57

Dwight

Dwight efetuou 1 lançamento(s) de dados 1d20 (Imagem não informada.) :
11



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854 Re: #Mesa 003 - Fire and Blood em Sab Set 09 2017, 15:29

Luckwearer

A reação dos homens ao ouvirem Daeron anunciar as notícias foram diversas: os nortenhos ficaram muito preocupados e perturbados, os poucos que não acreditaram foram convencidos pelos comandantes que já sabiam; os mercenários do Banco de Ferro estranharam, a maioria não acreditou, chegando a rir; já os mercenários da Companhia Dourada ficaram irritados, tinham perdido grande parte da sua companhia naquela guerra e agora que ela estava em suas mãos, o Targaryen queria ir rumo ao Norte e não ao inimigo; os dorneses estranharam também, mas não falaram muita coisa. Os Greyjoy que sairiam pela manhã também ouviram aquilo com curiosidade, vendo o Targaryen dominar bem seu exército.

Talia estava um pouco distante, viu o marido anunciar aquilo, notando que ele falava com mais firmeza que antes. Daeron, por mais que o amasse e o respeitasse, tinha um coração muito bom e a humildade dele era tão boa quanto ruim, as vezes errava em tratar os soldados de igual para igual, mas ali ele parecia mais um comandante do que um bom homem, soltava as ordens num tom de quem não aceitaria alguma reclamação e que iriam querendo ou não. Suspirou e virou-se, indo em direção à uma das saidas do acampamento, onde meia centena de soldados lhe esperavam.

— Dez de vocês vem comigo, meus filhos devem estar à um dia daqui, então quanto menos melhor, cavalgaremos com pouquíssimas pausas — disse Talia, já montada no seu cavalo. — O resto espere no ponto de encontro que falei. Tomem cuidado dos meus filhos como se eles valessem por todas suas vidas... porque eles valem. Eu vou atrás de cada um de vocês se não receber notícias deles.

Os soldados apenas acenaram com a cabeça, entendendo.


Quando a manhã chegou e Daeron acordou de uma noite muito mal dormida, encontrou-se sozinho na tenda de Melisandre, tinha ido dormir ali por não querer ficar em sua própria tenda. Suspirou e se levantou, saiu para o acampamento e começou andar por ali, vendo alguns nortenhos arrumando suas coisas desesperadamente, mas a maioria já tinha tudo arrumado e ansiava pelo inicio da viagem, algo raro. Soube até mesmo de algumas deserções, mas entendia esses homens, se sua família morasse numa fazenda nas profundezas de um lugar qualquer, que obviamente o exército não alcançaria ou passaria, ele também iria embora.

Sua atenção foi embora dos nortenhos assim que chegou na mulher vermelha, ao lado de uma carroça, alguns soldados e um cavalo. Ela arrumava suas coisas, iria embora, mas não com ele.

— Você tem tudo que precisa? — perguntou Daeron ao chegar.

Melisandre, de costas para ele, sorriu ao ouvir o homem. Virou-se para ele, ainda estava pálida, mas parecia ter mais energia do que antes.

— Sim, meu rei, eu tenho.

Observou-a indo para o cavalo, checando se a sela estava bem presa e voltando-se novamente para ele. Daeron foi em sua direção e a abraçou, ficaram assim por alguns instantes, a conhecia há anos, ela era o motivo dele e sua irmã terem um dragão.

— Tome cuidado, meu rei, tudo que eu vejo nas chamas é escuridão... e frio — falou ela. — Se você pretende ajudar Serena, eu recomendo que o faça o mais rápido possível.

Daeron apenas acenou com a cabeça, silencioso.

— Você viu a Talia? — perguntou ele.

— Ela partiu durante a noite — respondeu Melisandre, simplesmente.

Daeron repetiu o gesto com uma expressão triste, mas que durou apenas alguns segundos, logo deu um meio sorriso e disse:

— Espero que nos encontremos novamente.

— E iremos — respondeu ela, sorrindo novamente. — Eu não vou embora para sempre, meu rei. Asshai me espera e precisa saber do terror que irá assolar essas terras. Eu voltarei, mas não sozinha. Nós seguidores de R'hollor temos uma missão muito maior que um trono, meu rei, e você faz parte dela. Você é o Príncipe Prometido, o homem que derrotará o Grande Inimigo. Vocês não lutarão essa guerra sozinhos.

Melisandre, então, subiu em seu cavalo e foi embora para o leste. Daeron sempre a escutou chamando-o de Príncipe Prometido, mas não ligava para religiões e tampouco acreditava nas palavras dela, mas naquele momento, pelo menos, o significado daquele título ia muito além de um destino, era um herói, alguém a seguir, e no leste os seguidores de R'hllor eram muito numerosos, alguns seguiriam suas ordens sem pensar duas vezes. Ele não notara, mas a ajuda de Melisandre era muito maior do que os Mãos Ardentes, os famosos mil guerreiros de R'hllor, e seu sacerdotes.

Quando finalmente voltou para sua tenda, encontrou uma carta em cima da mesa, acompanhada de uma adaga com chifres gravados no punho. Pegou a carta e reconheceu a letra de Talia facilmente.

"Gostaria de dizer que arrependo-me daquela discussão, e que mudei de ideia, mas ainda acredito ser estúpido ir à norte e como você conhece-me sabe que raramente retrocedo em minhas convicções. No entanto, está feito, e agora só me resta pedir perdão por minhas palavras, pois posso confirma-lhe que, grande parte do que eu disse, foi um ato impulsivo e impensado. Peço perdão por isso, Daeron, notei o peso de minhas palavras e não quero que leve consigo que considero-o como qualquer outro Rei. Apesar dos seus atos significarem-o como um completo idiota mostra também que você vai além de um maldito trono de espadas. Sei quem você é, e infelizmente, é inegável que foi essa personalidade que trouxe-me até aqui. Diante disso, não disponho-me a perdê-lo novamente e que possa me desculpar por não estar ao seu lado por enquanto, porque com toda a sobrecarga de notícias tornou-se uma escolha que não poderia deixar de fazer e espero que me entenda. Quando disse-lhe que pouco me importo com a coroa falei com sinceridade, mas aquele objeto de ouro vai além de ser rainha e fico grata que significa lutar ao seu lado. Por isso, como sua rainha e sua esposa ordeno que tome cuidado, Targaryen. Buscarei nossos filhos e em seguida rumarei ao seu encontro, por isso, junto a carta envio-lhe algo de grande valor para mim, e que mesmo sendo um artefato irrelevante na batalha que lutaremos, espero que traga-lhe sorte. Mantenha-se vivo, seu babaca, ou buscarei-o em qualquer um dos sete infernos."

Respirou fundo ao terminar de ler, ficou alguns instantes ali parado, até que um dos soldados entrou na tenda e pediu licença, avisando que todos já estavam prontos para partir. Daeron encarou a carta por mais alguns segundos e ordenou que o rapaz enviasse alguém para pegar suas coisas, enfiando o papel no bolso e pegando a adaga, levando aqueles itens como se fossem um pedaço da mulher que amava, com a certeza que iria encontrá-la novamente e provar que ela estava errada.

Mas Talia que já estava distante aquela altura, estava incomodada. A sensação de que algo ruim aconteceria não passava de jeito algum e ela sabia qual era o tipo de coisa ruim. Ela conhecia muito bem.





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855 Re: #Mesa 003 - Fire and Blood em Sab Set 09 2017, 17:05

Luckwearer

Se racionarem MUITO bem, as duas mochilas tem suprimentos suficientes para alguns dias, para todos os quatro, mas se curiosamente mais pessoas se juntarem, ou alguns vão ter que ficar sem comer, ou vão ter de racionar num nível onde todos vão ficar com tanta fome que uma pedra vai parecer um prato digno de banquete. Lembrando, fraqueza = penalidade nos dados.

Winterfell fica uns 4 ou 5 dias de Hornwood, então vocês sabem que deve faltar mais ou menos isso. Já para voltar pro porto, deve ser uns 3 dias, que foi o que vocês andaram.

A densidade do inverno diminuiu e a escuridão também, agora é possível ver a lua, começando a se assemelhar mais com uma noite normal.

Agora é hora de dialogarem, contarem as novidades, planejarem e decidirem o que fazer.

Pra situação não demorar três anos, não tem mínimo de linhas.





Droenn[Prime]
Vestimenta: Algumas camadas de couro fervido sob um casaco de pele. Isso é uma representação do que você tá vestindo sob o casaco de pele.
Armas: Espada de aço valiriano, tão negra quanto linda, com a empunhadura de ouro e o pomo de um leão, em seus olhos haviam cristais vermelhos, que deveriam valer uma fortuna.

Malditos cavalos, amaldiçoou Droenn, lembrando-se de vê-los escapar na presença do Outro.

Serena estava em choque, seguia Droenn para onde ele ia, respondia o homem com algumas poucas palavras e parecia se forçar a andar. O Stark estava se sentindo cada vez mais desesperado, não sabia onde a esposa estava, se eles tinham sobrevivido, o que fazer com os dois doentes e como ajudar Serena. Passou tantas horas focado em fugir que ao finalmente poder resfolegar e dar uma pausa naquilo, notou que não possuía mais homens, estava sozinho contra um mundo de perigos, sem saber como estava o resto do Norte, como estava Winterfell, se deveria continuar ou se deveria escapar, sua determinação continuava de pé, mas tinha seus tropeços, os momentos onde sua mente lhe dizia para escapar dali, da óbvia situação contra ele.

Encontraram uma caverna pouco depois de fugirem do local onde encontraram o Outro, entrando no local e caminhando até seu fim, era longa suficiente para que pudessem acender uma fogueira sem preocupar-se de chamar a atenção de todo Norte. Serena deitou num canto, de lado, encarando uma das paredes da caverna, enquanto os dois rapazes nem precisaram ser presos, ficaram num canto qualquer quietos. Fogo parecia fazer muito bem à eles, estavam melhorando aos poucos. Já Droenn, não conseguia dormir, incomodava demais não saber em que momento do dia estava, em que dia estava, sabia que não tinha se afastado demais da última contagem, que eram 3 dias, talvez aquele fosse o quarto. Netuno estava encostada num canto, perto de Serena e as mochilas com suprimentos, uma delas de Orlan, que Droenn pegou para si. A espada que Droenn carregava agora era outra, a com o pomo dos Lannister, era a mais segura naquele momento.

Acordou de seus pensamentos ao escutar algumas vozes e barulhos, vindas do exterior da caverna.


Rhaego[Dwight]
Vestimenta: Sua armadura era modesta, uma camada de cota de malha por baixo de couro fervido, o que ajudava muito na sua movimentação, já que tinha o peso e a dificuldade de se mover com o casaco de pele.
Armas: Arakh de Aço Valiriano e duas adagas com o punho em formato de cavalos-marinhos esculpidos em prata presas cada uma a um lado da cintura.

Alayne[Mary]
Vestimenta: Vestimentas modestas sob duas camadas de couro, uma cobrindo todo seu tronco e outra por cima protegendo completamente seus ombros, a última fundida com uma cota de malha resistente que ia até sua cintura, onde Solar era mantida pacientemente. Por cima, tinha um casaco de pele. Numa bainha no lado contrário da espada, era guardado a lâmina de obsidiana que Henrik havia lhe dado, um dia fora para sorte, agora por precaução.
Armas: Espada nomeada como Solar, a empunhadura negra é feita de couro e o pomo feito de prata, em formato de sol, daí o nome. Uma adaga com os dizeres de sua casa gravado na lâmina curvada: o sol no inverno. Tem a empunhadura negra e sem adornos. Um escudo de madeira com bordas de metal.

O Arakh continuou em chamas mesmo após todos mortos terem sido queimados, só cessando meia hora depois, sozinho. O aço, por sorte, pareceu suportar o calor.

A dupla continuou fugindo, parando num canto ou outro, numa cabana aos pedaços ou numa árvore qualquer em meio a floresta. Rhaego tinha adoecido naquelas horas, ficando mais pálido e mais fraco, ele e Alayne improvisaram o que puderam para tampar suas feridas, mas desde o primeiro momento ele sabia o que fazer quanto aos dedos. Assim que as chamas abandonaram o arakh, o aço continuou fervendo, então, com muito receio, pegou algo, mordeu e enfiou o que tinha restado daqueles três dedos no aço. O Velaryon estava bem ruim, mas Alayne não estava muito distante daquilo, também estava fraca e sentia que estava adoecendo também. Estavam congelando ali naquele frio.

Andaram e andaram, até finalmente chegarem nas redondezas de uma caverna, que passariam direto, se não tivessem tido uma pequena impressão de ter visto alguma luz ali de dentro. Conversaram entre si, mas no fim decidiram ir em direção à caverna, apoiados um no outro, aos tropeços.

Rhaego agora tem penalidade de -1 em agilidade e combate. Ambos estão MORRENDO de fome,
não comeram desde que estavam em meio ao exército.


Mapinha: http://prntscr.com/gj5t8c


Talia[Babi]
Vestimenta: Roupas bem quentes.
Armas: Duas espadas curtas.

Alcançou o grupo que levava seus filhos para Correrrio em menos de um dia. Talia passou boas horas com as crianças até despedir-se novamente, sofrendo mais do que a última vez. Encarou o grupo dando meia-volta, dessa vez acompanhados dos soldados que trouxera, até sumirem no horizonte. Agora ela estava sozinha e iria assim para o Norte, os soldados até tentaram continuar com ela, mas ela não quis.

Seguiu na mesma direção que tinha vindo, mas escolhendo caminhos diferentes que a levariam para o Norte. Horas depois, quando parou ao lado de um riacho e deixou seu cavalo descansar um pouco, começou escutar barulhos em sua volta e sacou suas espadas. O que saiu da densa floresta foi um homem a cavalo, com metade do rosto queimado, uma queimadura que descia do rosto pelo pescoço e as costas também. Talia reconheceu o homem, era Arthur Dayne, que Daeron tinha falado tanto sobre e ela nunca tivera oportunidade de conversar. Ele estava vestido de uma armadura modesta, mas que ficava bem nele.





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856 Re: #Mesa 003 - Fire and Blood em Dom Set 10 2017, 18:11

Babi

Antes de partir em busca de seus filhos, ouviu ao pronunciamento de Daeron, e apesar de ainda achá-lo estupido, ficou satisfeita de vê-lo agindo como um comandante e não um soldado. Mesmo sendo algo natural e de estima em um rei, precisaria de comandá-los para que não desertassem, como provavelmente muitos fariam depois daquelas noticias. No entanto, sem delongas, virou seu cavalo dando ordens aos seus próprios homens e esporeando o castrado negro em direção a Correrrio. Não tinha tempo a perder e nada obstante ainda sentia  que algo muito ruim estava prestes a acontecer.

Em cerca de um dia alcançou as crianças e levou seus filhos o mais rápido possível e junto a eles, os serventes que haviam os acompanhado por todo esse tempo. Enviou os seus soldados e mais uma vez foi obrigada a despedir-se de suas crias. Dessa vez com maior pesar devido ao temor que tinha de não voltar. Considerava extremamente capaz de vencer a batalha contra seu tio, mas tratando-se dos Outros, suas esperanças minguavam-se. Agradeceu aos soldados por quererem acompanhá-la, mas sentia que precisaria fazer aquilo sozinha, então separou uma mochila com suprimentos e logo estava na estrada novamente.

Algum tempo depois, sentou-se em uma clareira e preparou uma pequena fogueira para que aquecesse-a, mas não chamasse atenção. Porém, quando começou a ouvir barulhos em meio a floresta, suspeitou ter falhado em seu proposito. Manteve seus olhos fixos no fogo, disfarçando sua percepção, enquanto suas mãos sobre o manto preparavam para pegar uma das espadas.  Só levantou o olhar quando viu um novo cavalo aproximando-se e ao deparar-se com um homem com metade de seu rosto queimado, apenas soltou o pomo da espada e voltou seu olhar as chamas.

— Você demorou, — Falou seria. Sabia exatamente o motivo dele estar ali, mesmo que não tivera muito tempo de conversar com o antigo guarda real. —  Porém não imaginei que Daeron enviaria Arthur Dayne em meu encalço.



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857 Re: #Mesa 003 - Fire and Blood em Dom Set 17 2017, 17:12

Luckwearer

Era estranho que mesmo após quinze anos seu nome tinha alcançado os ouvidos de uma nova geração, vários dos soldados jovens o olharam com respeito e alguns até mesmo vieram pedir dicas, mas por melhor que o tratassem, notava também os olhares de duvida, surpresa e pena... acima de tudo, a pena. Não gostava daquilo, talvez por refletir seu próprio sentimento, de todas pessoas provavelmente era o que mais sentia pena de si mesmo, por isso não sentia-se bem quando o reconheciam como "o cavaleiro herói dos camponeses e das crianças, o homem que as mulheres desejavam e os outros homens invejavam". Ele não era aquela pessoa há quinze anos, nem merecia ser reconhecido como tal.

— Peço desculpas pela demora, Vossa Graça — falou Arthur com um sorriso modesto, descendo do cavalo. Não esperava encontrá-la com soldados em volta, Daeron já tinha lhe avisado da personalidade da mulher. — Ele, de fato, me enviou para protegê-la, mas pelas histórias que ouvi sobre você, creio que só estarei aqui como companhia mesmo.





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858 Re: #Mesa 003 - Fire and Blood em Dom Out 01 2017, 09:05

Babi

Ouviu várias lendas acerca do famoso Arthur Dayne e, mesmo que não gostava da idéia de Daeron ter mandado alguém para protegê-la, sentia-se honrada de conhecer o melhor cavalheiro dos sete reinos. Sorriu para os comentários do homem com um sorriso simpático assentindo com a cabeça para que sentasse e aproveitasse da fogueira.

- Será uma companhia muito bem vinda, sor. - falou ainda com o sorriso e calou-se por alguns segundos esperando o homem juntar-se a ela. - Já ouvi muitas vezes sobre você, Arthur, mas não sei como sobreviveu a rebelião do meu tio. Como vc está vivo até hoje? - perguntou tentando descobrir mais sobre o cavaleiro.



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