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Mesa #002 - Autalley

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26 Re: Mesa #002 - Autalley em Dom Nov 29 2015, 11:52

Dwight

Se os homens tanto temem andar por aquelas bandas, então, certamente devem conter algum tipo de perigo, entende? Você já os enfrentou? ─ O jovem elfo parecia se esforçar para dialogar com os presentes.

Erik hesitou por alguns segundos, abaixando o olhar e pensando em tudo que já vira naqueles bosques. É bem verdade que já havia ouvido coisas assombrosa vindas da floresta, assim como olhares de entre as árvores repousando sobre si durante a noite, talvez fossem apenas animais selvagens ─ mas o que quer que fossem nunca havia, de fato, os enfrentado. ─ Não, nunca. ─ Sua resposta foi curta, porém não havia nenhum sinal de arrogância em suas palavras.






A névoa do amanhecer subia dos campos e criava uma forte neblina na manhã seguinte. O elfo despertou antes do sol e se dirigiu até o estábulo de Folha, colocando-a para pastar antes da viagem. Arrumou seus itens, guardando ervas, frutas frescas e seu odre na bolsa que sempre carregava consigo, amarrando à sela de sua égua. Preparou suas flechas e levou quantas pudesse carregar, enchendo sua aljava e guardando mais algumas caso precisasse. Com tudo pronto para viagem, vestiu sua capa e se dirigiu até o ponto estipulado, onde, além dos que recrutavam no dia anterior, só encontrara o shadery, sentado ao lago, e Knut, com quem dividiu um longo olhar. Apesar de tê-lo encarado, o saxão pareceu não reconhecê-lo ainda. Erik caminhou até o pé de uma árvore com sua égua e deitou-se, torcendo impacientemente para que em algum momento a ação pudesse finalmente começar.



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27 Re: Mesa #002 - Autalley em Dom Nov 29 2015, 13:37

Cuttt

Spoiler:

  Pela manhã ao acordar em minha casa, decidi tocar uma boa música para animar o dia.

 De imediato lembrei que eu estava atrasado, como sempre. Vou me arrumar, pego a minha capa, vou limpar meu Bandolim , afiar minha adaga e por ultimo meu florete, e arrumo minhas ervas e já estou pronto para a viagem.
 A abertura da porta e a luz do sol me forçam a fechar os olhos e em seguida sigo em direção aos meus companheiros, para que nossa esperada e adorada missão se inicie.

Espero que eu não seja recebido com olhares de desprezo pelo o meu atraso. ─ E então? Vamos. ─ Olhava para seus companheiros esperando uma ação.

Com um pouco de sono que me restava, bocejo e me espreguiço, em seguida sento na grama até o início da jornada. ─ Acho que eles não irão se importar... ─ Penso tirando meu Bandolim das costas e me preparando para tocar uma melodia.

Spoiler:



n contah pra ninguem blz?

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28 Re: Mesa #002 - Autalley em Dom Nov 29 2015, 17:23

Kick Aspinwall

Lentamente o som estrondoso dos relâmpagos cessaram, dando lugar a um céu límpido e iluminado pelas estrelas. O grupo teve uma última conversa sobre o ponto de encontro na manhã seguinte, e então, todos partiram. Ao chegar em casa, Meldos não perdeu tempo para contar para seu pai sobre a aventura, aproveitando para explicar o por que de não terem carne fresca na mesa naquele dia. A reação de Lugaid foi bem diferente da que Meldos imaginara, uma vez que o mesmo se mostrou animado e orgulhoso com relação ao filho, até mesmo se dispondo à ajudar a organizar suas coisas para a viagem.

A ansiedade não permitia que o elfo dormisse, então passou grande parte daquela noite acordado com seu pai, conversando sobre o que foi, e o que é. Como uma despedida. O que não seria bem um problema dado ao tempo curto de sono que os elfos necessitam, e então, antes do primeiro raio de sol, Meldos já estava desperto e pronto para partir.

Se apressou, saindo de casa o quanto antes, pois estava desprovido de uma montaria e temia chegar depois de todos. De última hora, apenas organizou as flechas na aljava e talhou uma palavra em seu arco, Vίκη.  

Chegou ao ponto de encontro, se desculpando imediatamente pela sua demora. Sentou-se à sombra de uma árvore, apanhando de sua bolsa um cantil cheio d'água e levando-o a boca. Esperava o momento em que partiriam.



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29 Re: Mesa #002 - Autalley em Dom Nov 29 2015, 18:11

Gulielmus

Aquela não havia sido uma boa noite de sono, principalmente numa cama tão desconfortável quanto a que possuía, sempre lhe rendendo uma torcicolo matinal. Além disso, tivera desconexos pesadelos, provavelmente causados pela bebida na noite passada, que persistia em atacá-lo mas dessa vez com uma irritante dor de cabeça. Podia escutar o cantarejar dos galos enquanto caminhava para a latrina no lado de fora de sua casa.

Graças ao javali mal cozido do dia anterior, só saiu dali quase meia hora depois, voltando para dentro da casa logo depois. Antes de se preparar para sair, comeu um pedaço de pão velho e bebeu de uma caneca de vinho, resolvendo deixar para se alimentar mais na viagem, onde provavelmente acamparia assim que começasse a anoitecer. Só então começou a se aprontar, vestindo, por baixo da usual cota de malha, um grosso gibão de couro fervido, que lhe fornecia alguma proteção para os ombros, além do tronco. Apanhou o escudo e os machados, gastando mais alguns minutos ao amola-los com uma pedra própria para isso. Escolheu levar uma mochila adicional de suprimentos, além das que seriam carregadas no lombo de Fenrir, precavendo-se para quaisquer fatalidades que pudessem ocorrer com o animal. Se administrado bem, o pão e o vinho transportado poderia ser suficiente para algumas semanas, mesmo em grupo, e se precaver com uma mochila adicional podia salvar sua vida. Carregava também uma pequena barraca, costurada a mão com couro e linho, que era mais que o suficiente para suportar a umidade das noites de Outono. 

 Acho que isso é o suficiente, se esses palermas forem espertos para levar tanto quanto eu, não vou ter que dividir merda nenhuma...   resmungou, vestindo a alça do cinturão que mantinha os dois machados e escudo suspensos. Apesar de tudo, era um profissional e estava mais do que pronto para turbulências de uma viagem tão arriscada. Foi depressa para o estábulo nas imediações, quase sendo recebido a coices ao despertar Fenrir de um agitado sono. Equipou seu lombo com toda as tralhas pesadas, além das placas de metal para proteção, e o guiou para a saída, se pondo a cavalgar para o ponto de encontro fora da cidade.

 É bom todo mundo estar pronto, desbravar o desconhecido costuma dar muito errado, principalmente quando não temos o incentivo do dinheiro...   foi a primeira coisa que disse assim que chegou, lançando um olhar fulminante para Fellon e cuspindo no chão. Acenou para Shardok e conduziu seu cavalo para perto de Knut, onde se manteria pelo resto da viagem. Notou o elfo menos discreto, que veio a pé para o encontro.

 Ô rapaz! Você tá esperando que alguém te dê carona? Vai acompanhar a gente como? Voando? ─ o questionou, impaciente.



 

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30 Re: Mesa #002 - Autalley em Dom Nov 29 2015, 21:06

Josh

Shardok III


O homem de cavalo negro havia sido um dos últimos a chegar. Teve que organizar suas coisas e treinar um pouco com seu martelo de guerra, já que fazia um bom tempo que não lutava a sério. O Rhing não estava velho ainda, nem um pouco. Conseguia fazer bons movimentos durante o aquecimento, apesar de utilizar uma roupa pesada para treinar adequadamente. Ao final, estava pronto para ir e deitou-se apenas para descansar um pouco. Olhava para o teto de sua casa pobre e imaginava a floresta que em poucas horas estaria dentro. Que tipo de coisas irei encontrar? Refletiu.

Cavalgou calmamente pelas ruas de Spockville, ignorando os olhares de desgosto das pessoas que o viam passar, por ser um mercenário. Chegando no ponto de encontro, visualizou a situação do grupo. Eram diferentes em diversas formas, com quase nada em comum. Muitos pareciam ser fortes, outros nem tanto. Alguns estavam animados para a viagem, enquanto o restante possuía uma expressão de tédio ou sono; não saberia dizer. A maioria tinha uma boa montaria e conseguiriam viajar sem problemas. Estava contente por não ter acontecido nenhum problema entre eles ainda. Ainda.

Shardok observava as expressões dos membros do grupo e, principalmente, a de Baldur. Não parecia tão violento quanto antes, apesar de achar que ele ainda seria capaz de destruir uma vila inteira e matar toda sua população. Eu teria o matado quando tive a oportunidade naquela época, se tivesse a mesma mentalidade de hoje, pensou Shardok. A ideia de que ele iria junto era boa, pois era provavelmente o mais forte dali, mas não sabia do que era capaz. Será que nos trairia se o oferecessem ouro o suficiente para tal? Os dois mercenários eram grandes amigos, mas o Rhing nunca concordava com certas ações de Baldur. Ele mesmo se arrependeu de ter participado de algumas missões com o Lothbrok.  

Após um curto discurso de Fellon, explicando sobre a viagem, cavalgaram até adentrarem a floresta. Estava calma, assim como o dia como um todo, mas não havia sons de pássaros nem de qualquer outra coisa além de vento e movimento de folhas das árvores. Cada passo dos cavalos criava um som nas folhas caídas de outono, mas não era tão alto a ponto de se preocupar. O céu era quase completamente coberto pela vegetação das árvores, sobrando apenas alguns pontos onde a luz da manhã passava. Era um cenário bonito de se ver, uma bela paisagem, diferente do que se imaginava do outro lado onde as pessoas temiam chegar perto dali. Mas o guerreiro Nartt sabia que aquilo não era um mar de rosas.


Passaram alguns minutos caminhando e observando o lugar, armados e preparados para qualquer ataque, mas nada encontraram, nem mesmo um movimento ou som. Fellon estava confuso, provavelmente se perguntando onde estavam as criaturas que tinha visto antes. Shardok acreditava que não tinha sido alucinação do Nartt, pois o garoto estava bem determinado e tenso, mas não sabia o que os outros do grupo estavam pensando. Todos mantinham uma atenção máxima, observando tudo ao redor.

- Devem ter regressado para mais longe daqui – disse o loiro. - Eu vi todos juntos já no início da floresta – não demonstrava medo, mas parecia preocupado.

A caminhada havia continuado. Alguns homens tentavam rastrear pegadas ou qualquer sinal da passada de algum animal ou criatura, mas nada encontraram. Era como se naquela floresta nunca alguma coisa tivesse passado.

Observavam até em cima das árvores, atentamente, mas nenhum sinal de nada. O arvoredo era apenas um lugar bonito e calmo, mais silencioso que qualquer bosque sagrado algum dia já visto em Autalley. Que tipo de lugar é esse? Shardok questionava-se.

Passou-se uma hora desde que haviam entrado na floresta. Muitos já estavam enfadados com a procura, mas o ânimo do grupo aumentou quando conseguiram ver uma saída da mata bem próxima. Apressaram o passo para chegar lá o mais rápido possível. Após alguns minutos, já estavam a poucas braças do fim da floresta.

Quando finalmente saíram, o céu tornou-se estranhamente negro e tomado por nuvens cinzas em poucos segundos. Tudo havia ficado muito escuro, inclusive a floresta, obrigando os viajantes a acender as tochas imediatamente. Fellon havia trazido algumas e começou a distribuí-las entre todos. O shadery já havia criado uma luz azul com o seu cajado, não precisando de tocha e já iluminando muito a parte onde estavam. Não conseguiam ver muito bem o que existia além da floresta, mas observavam que existia uma pequena vila de cinco casas logo a frente.

Antes de pensarem no que fazer, ouviram um som estranho vindo de trás, algo como um gemido de dor. Fellon estava a pé, de frente para a floresta, iluminando com sua tocha o que quer que poderia ter causado o som. Não encontrava nada além de mais escuridão no fundo do avoredo. No entanto, em um dado estante, algo saiu rapidamente do mato e atacou com um pedaço de madeira afiado o rosto do Nartt, fazendo-o cair.

A criatura não era alta, com estatura semelhante a de uma criança de doze anos. Porém, era magra e feia, com pele cinza e costelas aparecendo, corpo isento de pelos e vestimentas, uma cabeça sem nenhum tipo de pelo e com dois buracos no lugar de olhos, brilhando uma pequena luz vermelha naquelas escuridões orbitais. A boca estava rasgada, mostrando apenas carne viva e dentes na região. Gruínha qualquer coisa em uma voz rouca, em uma língua provavelmente própria deles.

O ser estava perto de dar um segundo ataque em Fellon, pronto para matá-lo com outra tacada na cabeça, mas Alleny foi mais rápida e cortou a cabeça do bicho com sua espada fina. A criatura caiu no mesmo instante, com a cabeça distante do corpo, que havia voado para perto de Baldur.

- Mas que infernos?! - dizia Fellon enquanto gritava de dor. Quando levantou, o grupo viu que o golpe em seu rosto havia cortado profundamente seu olho esquerdo, o deixando meio cego. Tentava conter o sangramento com a mão.

Pensaram em socorrer o amigo, mas quando olharam para a floresta viram o caos. Existiam mais daquelas criaturas vindo, com uma quantidade próxima de cem, ou mil; não tinham tempo para contar.

- De onde vieram esses monstros? - perguntou Fellon, para ninguém em especial, enquanto corria para mais longe da vegetação. Estava com a visão atordoada, mas tentou visualizar a vila que estava próxima deles. - Não conseguiremos matar tantos ao mesmo tempo. Rápido, vamos para aquelas casas!





/*Mensagens do narrador*/


Agora vocês terão que decidir o que fazer. Estão em cima de suas montarias e um exército de criaturas vêm da floresta em sua direção. Podem tentar enfrentá-las agora mesmo, ou planejar algo. A vila logo em frente é pobre, velha, abandonada e têm cinco casas. Está escuro demais para saber o que há depois dela ou nos lados.




Mapas:
Spoiler:





NPCs:

Fellon Nartt
Shardok Rhing
Alleny Oaggie
Alyon Forles

Jogadores:

Yvon Korust
HP: 100
MP: 100
Arma primária: Cajado
Arma secundária: Adaga

Benjamin Talen
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Espada curta
Arma secundária: Adaga

Erik
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Duas lâminas élficas simples
Arma secundária: Arco de madeira

Knut Lothbrok
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Espada
Arma secundária: Adaga

Baldur Lothbrok
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Machado de uma mão e um escudo
Arma secundária: Machado de duas mãos

Meldos
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Arco curto composto com flechas comuns
Arma secundária: Adaga

Gowther Xades
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Espada florete
Arma secundária: Adaga




 
Spoiler:

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31 Re: Mesa #002 - Autalley em Dom Nov 29 2015, 22:18

Gulielmus

Ao ver aquela asquerosa criaturinha avançar em Fellon, o saxão não pensou duas vezes ao puxar o machado menor do cinturão e ao chicotear as costas de Fenrir, avançando na direção do ataque. Se esqueceu, naquele momento, qualquer tipo de picuinha que pudesse existir entre ele e o rapaz. Por sorte, Alleny estava mais perto e foi mais rápida, decepando a cabeça da criatura e a fazendo rolar até as patas do selvagem cavalo que a pisoteou no mesmo instante, esmagando-a com seu peso. Baldur mal teve tempo de comentar sobre o ferimento do rapaz, já que pode ver da floresta o que parecia ser um exército deles vindo na direção do grupo. 

O saxão pensou rápido, galopando até o cavalo de Fellon que guiava a carroça e tomou suas rédeas, o guiando na direção da floresta, enquanto berrava para que a dupla dentro dela saísse. Ergueu sua tocha e a jogou sobre as lonas que tampavam a carruagem, já dando a entender para o grupo o que pretendia. Berrou para Yvon:

─ Você, mago! Ajude com a porcaria da fogo! ─ olhou para a floresta e depois mentiu. ─ Não se preocupem, eu vou soltar o cavalo, já sei um jeito de empurrar a carroça.



 

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32 Re: Mesa #002 - Autalley em Dom Nov 29 2015, 23:02

Prime

Ao saírem do sossego do bosque alaranjado, nuvens escuras amontoavam-se sobre suas cabeças: o dia tornou-se noite num estalar de dedos, fazendo as tochas serem acesas. Problemas, previu. Além da luz de seu cajado, Yvon utilizava de seus benefícios naturais, enxergando nitidamente tudo aquilo que era escuridão para o grupo. Interromperam o galope para observar a vila ao horizonte. Ao menos temos estadia.

Ruídos desconhecidos saíram por entre as árvores em suas costas, fazendo todo o grupo volver-se, intrigado. Uma figura no mínimo anormal portava um pedaço de madeira e avançava contra Fellon, atingindo o rosto do jovem que assistia sem reação. O mago fitou a criatura desnuda, seus olhos ardiam em vermelho, sua pele era tão cinzenta quanto o céu daquela suposta noite; e que felizmente perdeu a vida brevemente para a espada de Alleny. Na grama, o crac da cabeça a ser esmagada pôde ser ouvido, assim como vários grunhidos que originavam-se das árvores.

Recuou junto de Juni e olhou por entre os troncos: centenas de outras criaturas caminhavam em direção ao grupo. Baldur ralhou:
─ Você, mago! Ajude com a porcaria da fogo! ─ o bárbaro planejava algo. Yvon o fitou com estranheza, se perguntando o porquê da raiva. Avançou para a carroça, dizendo:
─ Canis incendiae! ─ do globo azul saiu uma faísca, a flutuar no ar e pairando sobre a grama, dando forma a um lobo em chamas. Seguindo as ordens do mago, o animal subiu na carroça, preparado para atacar as criaturas. Yvon regrediu, esperando um bom resultado.



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33 Re: Mesa #002 - Autalley em Dom Nov 29 2015, 23:21

Kick Aspinwall

Assim que o grupo se distanciou do bosque, o céu tornou-se negro e foi tomado por nuvens cinzas, fazendo com que tochas fossem acessas. Puderam observar uma vila ali perto, mas antes que tomassem qualquer decisão, foram interrompidos por um som estridente e estranho, como um gemido, vindo detrás. Uma criatura grotesca e selvagem avançou contra Fellon com um pedaço de madeira, disferindo um golpe contra seu rosto, derrubando-o. Por sorte, Alleny estava perto e contra-atacou a criatura com um golpe certeiro, decepando-a. Sentiu alívio, mas antes que pudesse comentar qualquer coisa, pode se notar da floresta o que parecia ser um exército de criaturas semelhantes, vindo na direção do grupo.

O mercenário Baldur foi rápido ao tomar as rédeas do cavalo que guiava a carroça enquanto Fellon se levantava. Não pensou duas vezes ao seguir as ordens do homem, que berrava para que descesse da carroça. Tomou o arco em mãos e subiu na garupa do primeiro cavalo que via à frente ao perceber que tinham o que podia ser chamado de plano.  

-Canis incendiae!- o que parecia ser um lobo em chamas foi conjurado, subindo na carroça, preparado para atacar as criaturas.

-Temos que sair daqui rápido!



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34 Re: Mesa #002 - Autalley em Dom Nov 29 2015, 23:22

Gulielmus

Baldur não pôde esconder a surpresa ao ver o mago moldar do fogo uma criatura bastante semelhante a um lobo, que saltou para dentro da carroça, tornando o fogo das tochas ainda mais intenso do que antes. Não havia mais como voltar atrás, se demorasse demais, talvez as chamas consumissem a carruagem antes mesmo de ela chegar ao alvo, o que tornava a ideia de empurrá-la uma idiotice sem tamanho. O cavalo de Fellon precisava ir junto. 

─ Açoitem as costas de seus cavalos, e você mago, faça alguma magia para enxergar no escuro e lidere! ─ berrou, não sabendo que Shaderys enxergam no escuro. Moveu as rédeas do cavalo que puxava a carroça, o fazendo dar alguns passos para a frente antes do que estaria por vir. O saxão não pensou duas vezes e estapeou o lombo do animal, que assustou-se e galopou o mais rápido que podia levando a carroça em chamas consigo. As cordas que o prendiam à carruagem dificultavam sua movimentação, o obrigando a correr unicamente para frente, exatamente na direção das criaturas da noite, levando consigo o lobo mágico que trucidaria quantos pudesse antes de sumir. 

─ Vamos! ─ berrou para o resto, não demonstrando nenhum sentimento pelo cavalo que corria para sua morte. 



 

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35 Re: Mesa #002 - Autalley em Dom Nov 29 2015, 23:54

Luckwearer

Depois de andarem muito na floresta, o céu tornou-se negro e foi tomado por nuvens cinzas, fazendo com que tochas fossem acessas. Havia uma vila ali perto, mas antes que tomassem qualquer decisão, foram interrompidos por um som estridente e estranho, como um gemido, vindo detrás. Uma criatura grotesca e selvagem avançou contra Fellon com um pedaço de madeira, disferindo um golpe contra seu rosto, cegando-o.

Depois de vários atos, o grupo decidiu então avançar para o castelo, apontado pelo Shadery que possuía visão noturna.





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36 Re: Mesa #002 - Autalley em Seg Nov 30 2015, 00:34

Josh

A carroça em chamas foi em direção à floresta, com o lobo flamejante em cima. Muitas criaturas foram atropeladas e queimaram junto. O animal conseguiu matar muitos deles, cerca de dezenas, antes de desaparecer. O fogo estava começando a se espalhar pela floresta, matando cada vez mais criaturas. Porém, muitas ainda conseguiram passar e estavam indo em direção aos onze guerreiros.

O grupo decidiu seguir em direção ao castelo distante, avistado pelo shadery. O jovem elfo que antes estava na carroça subiu na montaria de Shardok, enquanto o bardo foi na montaria de Yvon. Fellon havia ficado sem montaria após Baldur ter feito a carroça junto com o cavalo ir em direção à floresta. Alleny se ofereceu para ajudá-lo, levando-o consigo.

Tentaram correr o mais rápido possível com os cavalos, enquanto mais criaturas surgiam da floresta, mas eram deixadas para trás rapidamente. A escuridão continuava dominando tudo, com o céu lotado de nuvens negras, sem rastro de estrelas ou da Lua. Passaram aproximadamente metade de hora cavalgando até chegar próximo do castelo, que não era tão visível para o grupo. Apenas o shadery era capaz de ver como o lugar era: um castelo de pedra cinza, abandonado e velho, sem nenhum sinal de vida interior. A floresta já estava distante, mas era possível ver uma certa parte iluminada pelo fogo. Parecia que nenhuma criatura havia seguido-os.

Ao chegar próximo do castelo, o grupo viu à esquerda uma grande luz vermelha vindo de Spockville, parecendo estar pegando fogo. Em relação a isso, o shadery viu claramente que toda a região estava com fogo por toda a parte, mas tinha inteligência o suficiente para saber que aquela chama não tinha nenhuma relação com a que fizeram na floresta. Algo acontecia em Spockville. Esta é a chama vermelha dos Firall, Yvon sabia.





Yvon Korust
HP: 100
MP: 50 (-50)
Arma primária: Cajado
Arma secundária: Adaga




 
Spoiler:

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37 Re: Mesa #002 - Autalley em Seg Nov 30 2015, 01:05

Prime

À primeira vista, o plano corria como planejado e o fogo consumia uma parcela das criaturas. No meio do festival de cabeças a rolar e tripas a saltar, o lobo começou a ofuscar-se até a morte.

Dali partiram, a galopar o mais rápido que os cavalos permitiam. Yvon avistou um castelo, temia que fossem encurralados por mais daquelas coisas e que aquele lugar fosse moradia delas. Aparentemente, tudo ali era cinza, até mesmo a composição da fortificação. Tinha as mãos em Juni para descer quando viu um clarão avermelhado no horizonte: por um momento pensou ser da floresta que acabara de ser incendiada, mas não era. Puta vida, murmurou, os Firall. O grupo pareceu notar aquela luz.

─ Spockville está em chamas ─ anunciou.



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38 Re: Mesa #002 - Autalley em Seg Nov 30 2015, 05:19

Kick Aspinwall

Aparentemente, as coisas tinham ocorrido como o planejado. A carroça em chamas foi em direção à floresta, juntamente com o lobo flamejante. O estrago parecia significativo, uma vez que o fogo que se espalhava era notório. Entretanto, algumas das criaturas sobreviveram e continuaram a perseguir o grupo. Mais rápido!- exclamou o elfo. Torcia para que as habilidades de Shardok com o cavalo fossem o suficiente para não serem alcançados. Por um momento invejou a companhia do Nartt. De fato Alleny era muito bonita, mais Meldos imaginava se talvez a sua beleza não fosse uma fantasia para esconder a fera que existia dentro dela. O golpe certeiro contra o pescoço da criatura que outrora tentou ferir Fellon já provou isso.

Aceleraram, tentando correr o mais rápido possível com as montarias, enquanto mais criaturas surgiam da floresta. Felizmente, eram deixadas para trás. Me lembre de nunca mais pegar carona com você- disse Meldos, seu tom era amigável, fazendo seu comentário soar mais como sarcástico. Sentiu-se aliviado em demasia por finalmente terem se livrado daquelas grotescas criaturas, entretanto, a escuridão continuava dominando tudo, o que fez com que Meldos continuasse atento, com seu arco em mãos. Nunca buscou se aprofundar nas artes mágicas, mas se lembrara de histórias contadas na antiga vila élfica nos bosques de Deller, histórias com situação semelhante que eram, em sua maioria, ligadas a magia negra. Tinha abandonado muitas das superstições élficas desde que começou a morar em Spockville, mas para o jovem Meldos, era menor prevenir do que remediar. O grupo passou aproximadamente metade de hora cavalgando até chegar próximo ao que aparentava ser um castelo, o elfo mal conseguia enxergar, mas podia perceber a grande estrutura da construção. Todos se aproximaram.

-Vamos descansar um pouco antes de continuar. Ou ao menos esperar que o céu se normalize.- o elfo opinou, mas antes que pudesse concluir seu pensamento, a atenção de todos foi tomada pela luminosidade avermelhada que conseguiam ter vislumbre. Parecia vir de Spockville. Em segundos, mil teorias foram formuladas na mente de Meldos. Não conseguia identificar o que era. Mas Yvon conseguia.

-Spockville está em chamas- o mago anunciou.

-Tem certeza do que vê?- Meldos gelou. Se de fato Spockville estava em chamas, então seu pai estava em perigo. Por um momento questionou se o que o shadery dizia era verdade. Sua raça não era da mais confiáveis. Mas havia algo diferente nele. Ele é um bom homem. Não tem o por quê de estar mentindo, pensou.- Meu pai está lá. Eu sei que pode demorar, mas... Precisamos ir. Por favor.



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39 Re: Mesa #002 - Autalley em Seg Nov 30 2015, 22:13

Josh

Post feito pelo Chris logo abaixo:

Chris escreveu:
Após a reunião com seus já considerados amigos, Ben despediu-se e retornou para casa. Deitado em sua cama o ansioso rapaz ficava imaginando a aventura que lhe esperava no dia de amanhã.

- Amanhã será um grande dia, Mr. Diggle. - disse Ben com um sorriso no rosto.

Após uma boa noite de sono, o alquimista acordou cedo e começou a preparar suas coisas para a jornada. Seu pai já havia saído para trabalhar e sua irmã nem ao menos havia acordado, teve de sair sem se despedir. Montou em Alazão, o cavalo da família e foi de encontro até o grupo no local combinado.

Na imaginação de Ben, ele estava adiantado por ter acordado cedo, mas a verdade veio a tona quando viu o grupo na entrada da floresta prestes a adentrá-la sem ele.

O mesmo bate com as pernas em Alazão para o mesmo ir mais rápido e alcançar o grupo.

- ESPEREM POR M... - berrava o rapaz até por descuido cair junto de Mr. Diggle perto dos companheiros.

Ele se levanta rapidamente e limpa a poeira que sujou sua roupa, depois volta a olhar seu redor e com um sorriso simpático cumprimenta os "amigos".

- Hey, pessoal!

O grupo adentrava a floresta e nada de suspeito notavam. Fora um tempo de cavalgada, Ben não parou de falar a viagem inteira. Puxava diversos assuntos, obviamente irritando alguns do grupo, mas o coitado queria apenas agradar.

- Eu acho que nosso grupo deveria ter um nome. Como os 10 Bravos de Autalley, eles são bastante reconhecidos. Nós poderíamos ser... Os 11 Campeões de Spockville! Ou melhor, os 12 contando o Mr. Diggle aqui. O que acham? Hum? - mesmo sem resposta o garoto não parava de falar. - Somos demais! Eu acho que...

Benjamin para de falar quando notara a escuridão repentina que toma o local quando os mesmos saem da floresta. Todos se perguntam o que há, eis que surge uma estranha criatura que atacara rapidamente Fellon. Mais daquele ser aparecem e não há outra opção, enfrentar aquelas centenas de inimigos seria loucura. O shadery faz um encanto de fogo, que faz Ben soltar um baixo "uau", e incendeia a carroça, acaba por matar alguma das criaturas também. O homem dos olhos púrpura também avisa o grupo de um castelo que avistara graças sua visão noturna e todos correm em tal direção. No meio da fuga, lhe és avisado que Spockville estava em chamas, uma grande preocupação com sua família surge, mas devia se focar na fuga, pois um deslize e podia ser o fim.




 
Spoiler:

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40 Re: Mesa #002 - Autalley em Seg Nov 30 2015, 22:37

Josh

Shardok IV



O grupo acabara de sair de uma situação quase morte, onde milhares de criaturas estavam prontas para matá-los, porém conseguiram derrubar alguns e fugir. O mercenário estava sem muitas opções com tudo acontecendo tão rápido. Levava o elfo na garupa do cavalo quando tiveram que ir para próximo do castelo. Observava o rosto danificado de Fellon e sua expressão que misturava raiva com derrota.

O céu continuava tão negro quanto a escuridão ao redor. Shardok gostaria de entender como tudo aquilo aconteceu. Como ficou escuro do nada? O que há com esse lugar? Refletia se seria seguro continuar adentrando Terra Abandonada, já que poderiam enfrentar situações piores do que aquela. O que os aguardava na região não era nada amigável; nem muito bonito, pensou, lembrando do corpo da criatura.

Demoraram cerca de metade de hora até chegar no castelo. Shardok já estava cansado de levar o garoto elfo. Preferia cavalgar sozinho. Não via a hora de poder parar e ficar livre. O castelo era bem cinza e velho, mostrando que aparentemente ninguém morava ali.

No entanto, antes que pensassem se entrariam ou não, perceberam uma luz vermelha vindo de Spockville. Após a fala do shadery, ficaram sabendo que o lugar estava em chamas. Shardok não tinha família lá, não mais, mas sabia que os outros possuíam e isso os incomodariam. O único desejo do Rhing era continuar a viagem deixar todo o passado para trás, mas alguns já insistiam que deveriam regressar, então não teve escolha.

Quando cavalgaram por apenas alguns segundos, observaram de longe os olhos vermelhos se formando na escuridão da direção para onde estavam indo. Haviam vindo de diversas direções diferentes, mas Yvon os observou tarde demais. Eram muitos deles, pelo que parecia, se juntando em um exército, não muito longe, para atacá-los.

O shadery tinha ideia de que eram tantas criaturas quanto havia na floresta. Olhou novamente para a direção do arvoredo e percebeu que lá também possuía olhos vermelhos e muitos deles vindo para atacar o grupo.

- Mas que infernos?! - berrou Shardok, percebendo estar cercado novamente por aquelas criaturas. - Parece que agora seremos obrigados a lutar.
- Não – disse uma voz que não sabiam bem de quem era, mas logo viram que era de Alyon. - Vamos para o castuelo. Talvez sêrra mais segurro.

Todos então encararam o castelo, obscuro e abandonado. Não parecia amigável, mas as criaturas ao redor que estavam vindo matá-los eram bem menos amigáveis.






NPCs:

Fellon Nartt
Shardok Rhing
Alleny Oaggie
Alyon Forles

Jogadores:

Yvon Korust
HP: 100
MP: 50
Arma primária: Cajado
Arma secundária: Adaga

Benjamin Talen
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Espada curta
Arma secundária: Adaga

Erik
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Duas lâminas élficas simples
Arma secundária: Arco de madeira

Knut Lothbrok
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Espada
Arma secundária: Adaga

Baldur Lothbrok
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Machado de uma mão e um escudo
Arma secundária: Machado de duas mãos

Meldos
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Arco curto composto com flechas comuns
Arma secundária: Adaga

Gowther Xades
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Espada florete
Arma secundária: Adaga




 
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41 Re: Mesa #002 - Autalley em Ter Dez 01 2015, 03:49

Kick Aspinwall

O grupo não teve tempo de sequer tomar uma decisão dada a situação. Parecia que voltaram a ser cercados por mais um grupo de criaturas grotescas que habitavam a floresta. Inúmeros olhos vermelhos brilhavam por entre o arvoredo, apesar de não ter uma visão ampla, a situação era bem clara para o elfo. Aquela imagem trazia todo o passado trágico de volta contra as costas do elfo, como se a situação de Spockville e o risco que seu pai corria não fossem o suficiente.

-Mas que infernos?!- berrou Shardok, percebendo estar cercado novamente por aquelas criaturas. -Parece que agora seremos obrigados a lutar.

- Não – disse uma voz que não sabiam bem de quem era, mas logo viram que era de Alyon. -Vamos para o castuelo. Talvez sêrra mais segurro.

-Então o que ainda fazemos aqui fora?- Meldos se manifestou, buscando não demonstrar fraqueza diante dos companheiros de viagem.

Encarou o castelo por poucos segundos, indo em direção à entrada mais próxima o mais rápido que podia, tentando adentrar à estrutura utilizando de todas as formas possíveis até que finalmente pudesse adentrar. Fez sinal para que os demais o seguissem, dando a frente a Yvon, que possuia maior visão do cenário em que se encontravam.



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42 Re: Mesa #002 - Autalley em Ter Dez 01 2015, 12:35

Luckwearer

Não é fácil encontrar localidades sem alguma floresta por perto, mesmo em desolações restos sempre estão a vista, sempre carregando um tipo de atrativo aos viajantes, cada uma com sua própria beleza. Lea costumava ensiná-lo sobre a geografia do continente, algo que ela adorava e esperava que ele gostasse também, algumas vezes pedia que fosse um ranger e voltasse regulamente para contar suas aventuras. Ela sempre adorara bosques, venerando-os pela beleza e vida que continham. Knut aproveitara sua vida de mercenário para cumprir algum de seus desejos, observando atentamente as paisagens, principalmente as florestas que ela tanto amava. Esta era única. Conforme adentraram no emaranhado de árvores, perceberam o quão silenciosa era, os únicos sons emitidos vinham de seus animais e das rodas da carroça enroscando-se em pedras e raízes no caminho, exceto isso estavam solitários naquela vastidão laranja. Virou-se para o pai, notando sua impaciência durante o avanço, cada árvore decepcionava-lhe mais, o bárbaro queria que algo pulasse de uma delas, mas nada acontecia, e provavelmente pensava o mesmo que o filho: será que o criador dessa excursão confundiu algum lobo com uma criatura demoníaca?

Ele não sabe o que fazer, refletiu observando o líder em frente ao grupo, continua caminhando nessa floresta com medo de virar-se e nos dizer que foi engano, sabe que o menor respeito virará cinzas e sabe-se lá o que poderá acontecer, mesmo com a ajuda de alguns bons companheiros. Talvez o pai estivesse certo e virara um estúpido altruísta, entrando em loucuras apenas para perder o tempo. Preparava-se para avançar contra o homem quando o fim da vegetação apareceu dentre troncos, elevando o pouco de esperanças que tinham daquela viagem não ser completamente inútil.

- Não se preocupe, pai, até o final dessa viagem você encontrará algo para enfiar seu machado. O que acha de uma marmota? – zombou demonstrando um de seus sorrisos desdenhosos que irritava o velho várias vezes.

Não recebera uma resposta, ninguém dissera sequer uma palavra. O céu tornou-se negro no primeiro contato com o campo, contrastando com o límpido de quilômetros atrás. Que merda é essa, pensou enquanto olhava em volta, acendendo uma tocha para melhorar sua visão. Escutou barulhos de trás do grupo e voltou-se para ver o que era, sua reação foi uma mistura de animo pela viagem não desperdiçada, nojo daquela criatura bizarra e pena do líder ferido por ela. Tão pouco durou o ser, pois a loira surgira decepando-lhe a cabeça, e tão pouco durou a vitória, pois centenas deles surgiram das árvores. Foram rápidos incendiando a carroça e jogando-a contra eles, junto ao lobo feito magicamente pelo shadery, algo que surpreendeu o bárbaro. Aproveitaram essa chance para escapar, ignorando a vila e seguindo o homem horroroso em direção ao castelo que ele alegava ter.

- Spockville está em chamas – anunciou o shadery quando chegou ao castelo mórbido.

- Parece que não vamos precisar da sua visão dessa vez – respondeu-lhe, observando claramente o dobro das criaturas avançando contra eles.

- Mas que infernos?! – berrou Shardock, percebendo estar cercado novamente por eles. – Parece que seremos obrigados a lutar.

- Não – disse a menina do sotaque estranho. – Vamos para o castuelo. Talvez serra mais segurro.

- Então o que ainda fazemos aqui fora? – o elfo afeminado tentou demonstrar força e correu para lá, procurando alguma entrada.

Knut não teve outra escolha se não segui-lo, cavalgando velozmente para os interiores daquela grande construção coberta de escuridão e mistérios.





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43 Re: Mesa #002 - Autalley em Ter Dez 01 2015, 21:32

Josh

Shardok V


As nuvens negras pareciam simbolizar algo, e isso se confirmou quando começou a chover. As fortes gotas de água caindo do céu escuro acompanhavam o som violento de trovões e a luz branca de relâmpagos, que iluminava um pouco aquela noite negrume. Shardok percebeu que era uma chuva muito mais forte do que a que presenciaram antes de entrar na taverna, no dia anterior, onde tudo era mais calmo. A tempestade combinava com o aspecto cinzento e vazio do castelo. Já haviam entrado, após perceberem que o portão de madeira estava aberto. Não perderam tempo e já fecharam a entrada, colocando um pedaço de madeira que havia do lado na fechadura. Pelo tamanho e material do portão, talvez aguentasse os prováveis futuros ataques das criaturas tentando adentrar.

Logo após o portão de madeira existia outro mais adiante, mas era de ferro, em formato de grade e meio aberto, com uma parte dele ainda por cima. A abertura que havia no portão de ferro era muito baixa, suficiente para passar se abaixando, mas tornando impossível os cavalos passarem normalmente. Necessitariam abrir a grade totalmente, provavelmente utilizando uma alavanca localizada no interior.

Estavam agora em uma espécie de mini caverna que separava eles do interior do castelo e o exterior, também os protegendo da chuva. O local era largo, provavelmente feito para passar-se uma grande quantidade de homens ao mesmo tempo. Pelas brechas do portão já conseguiam ver o interior da cidadela, mostrando-se bastante volumosa, com uma grande área externa e um único sub-castelo interior. Existiam estábulos logo à frente, onde poderiam colocar as montarias e adentrar a fortificação na parte de dentro sem se preocupar com os cavalos. Mas precisavam abrir totalmente o portão de ferro, antes.

Fellon, já sangrando bastante, caiu do cavalo de Alleny e desmaiou. A garota imediatamente desceu do cavalo e examinou o corpo do Nartt. Ele ainda estava vivo, mas não sobreviveria muito tempo se continuasse sangrando. A garota rasgou um pedaço do tecido do seu braço e enrolou na cabeça de Fellon, a fim de retardar um pouco o sangramento.

- Algum de vocês tem conhecimento de medicina? Precisamos parar o sangramento, ou ele morrerá - disse Alleny, ajoelhada perante o corpo do guerreiro caído no chão duro.

Alyon desceu do cavalo e se agachou para passar pelo portão de ferro e entrar na parte externa do castelo. Possuía uma expressão séria e desconfiada, observando todos os lados do lugar. Seu cabelo e sua roupa estavam molhados por conta da chuva, e molhavam-se ainda mais enquanto estava fora da mini caverna. Havia tirado da bolsa o seu arco, completamente de ferro e com um formato simples, mas diferente do que qualquer homem do grupo jamais vira. Suas flechas também eram de metal, com uma aparência que mostrava uma resistência maior que muita espada já vista.

Após alguns segundos, a garota desapareceu da vista do grupo. Não sabiam para onde ela poderia ter ido. Quando pensaram em passar pela abertura e procurá-la, o portão de ferro havia sido aberto totalmente e em um dado instante observaram Alyon descer e se apoiar no chão.

- Agorra os cavalhos podem passarr – disse a garota Forles, com um sorriso curto e molhado pela chuva.




Mapa: http://i68.servimg.com/u/f68/19/34/18/84/castle10.png


NPCs:

Fellon Nartt
Shardok Rhing
Alleny Oaggie
Alyon Forles

Jogadores:

Yvon Korust
HP: 100
MP: 50
Arma primária: Cajado
Arma secundária: Adaga

Benjamin Talen
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Espada curta
Arma secundária: Adaga

Erik
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Duas lâminas élficas simples
Arma secundária: Arco de madeira

Knut Lothbrok
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Espada
Arma secundária: Adaga

Baldur Lothbrok
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Machado de uma mão e um escudo
Arma secundária: Machado de duas mãos

Meldos
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Arco curto composto com flechas comuns
Arma secundária: Adaga

Gowther Xades
HP: 100
MP: 0
Arma primária: Espada florete
Arma secundária: Adaga




 
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44 Re: Mesa #002 - Autalley em Ter Dez 01 2015, 22:20

Luckwearer

Entraram facilmente no castelo, alojando-se num tipo de túnel que conectava o exterior com o interior de uma maneira vantajosa para o castelo, para o bárbaro era claro que os criadores do lugar foram muito sábios, uma invasão teria poucas opções se não atravessar este caminho e, infelizmente para eles, seriam bombardeados por flechas, fracassando. Ele e os outros homens correram para o portão, fechando-o o mais rápido que puderam, não lembrava de ter visto qualquer criatura perto da entrada, muito menos aproximando-se, porém não arriscaria. Virou-se, observando o líder desmoronando no chão, desmaiado e perdendo cada vez mais sangue, iniciando um pequeno desespero no grupo pela vida em risco.

A mulher desceu de seu cavalo e abaixou-se, adentrando no interior do castelo e sumindo por alguns minutos. O portão subiu de repente, abrindo o caminho para os animais e revelando uma sorridente mulher do outro lado. Olhou para seu pai, acenando para que fossem explorar e foi em direção à saída, deixando que Agro ficasse com o restante do grupo, não pretendia botá-lo em perigo antes de ter certeza da total segurança do local.

- Bom trabalho - disse à ela, devolvendo o sorriso e em seguida olhando em volta, já sério novamente.





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45 Re: Mesa #002 - Autalley em Ter Dez 01 2015, 23:23

Josh

Alyon olhou rapidamente para Knut, com um meio sorriso, e depois voltou a encarar o cenário.

Knut observou o exterior utilizando a luz de sua tocha, que havia acabado de acender, para se guiar. O castelo não era tão grande quanto alguns outros que já vira, mas o tamanho deste ainda era fascinante. O chão era composto por às vezes grama, às vezes terra. Existiam algumas árvores e vegetação em volta, mas eram quase insignificante em relação ao tamanho do sub-castelo que se localizava no centro. A grande casa de pedra era bem negra, possuindo dois andares bem altos. Apesar de abandonado, o castelo não estava velho. Provavelmente duraria muito tempo antes de tudo desmoronar ou quebrar. Era o que esperavam.

O jovem Lothbrok acendeu algumas outras tochas que ficavam ao redor e observou que a porta para entrar na parte interior do castelo ficava na parte esquerda da direção inicial. Em frente ao túnel onde estavam os outros, apenas existiam os estábulos. As janelas eram completamente fechadas, evitando que alguém pudesse ver por entre elas.

Ao terminar a exploração, Knut viu que realmente não existia mais ninguém ali, pelo menos na parte exterior. Viu também que existiam quatro torres nas pontas onde poderiam ficar de vigia ou observar a situação ao redor do castelo. Nessa parte de cima, era possível alterar de torre sem precisar descer e subir em outra, apenas andando por cima dos muros.

Agora Knut sabia que Alyon havia escalado a muralha para puxar a alavanca do portão, quando observou que existiam duas dessas acima do túnel onde estavam os outros.




 
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46 Re: Mesa #002 - Autalley em Ter Dez 01 2015, 23:57

Luckwearer

Não há nada aqui, percebeu enquanto explorava os arredores do castelo encontrando apenas alguns resquícios de natureza e o estabulo já visto anteriormente. Analisou o quão rápido a mulher fora abrindo o portão, principalmente naquele tipo de alavanca e encarou-a por alguns minutos, pensando se havia algo mais do que aparência entregava. Voltou para o túnel e avisou-lhes que não havia nada no pátio.

- Eu irei para dentro do castelo explorá-lo, se quiserem levá-lo para lá façam por conta própria, não me encarrego de sua segurança. Quem quiser vim comigo, que venha - disse calmamente, virando-se para o shadery logo depois: - Há torres lá em cima que dão uma visão clara da região, aproveite sua visão noturna e olhe em volta, analise nossa situação atual e o que há em volta nessa área.

Orbirth deslizou pela bainha, libertando-se do enjaulamento e eclodindo no mundo, mostrando sua beleza para quem estivesse em volta, mas era óbvio que o chamativo da espada não era sua lindeza e sim sua clara qualidade, poderia atravessar uma armadura facilmente. Knut preparou-se para o que pudesse acontecer e abriu a porta, jogando uma tocha lá dentro caso visse que fosse seguro de qualquer incêndio e muito escura.





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47 Re: Mesa #002 - Autalley em Qua Dez 02 2015, 01:14

Gulielmus

─ Esse foi um passeio e tanto, eh? ─ bravejou de peito estufado, estampando satisfação no rosto. Sentia que toda aquela viagem estava começando a valer a pena, principalmente agora que encontraram um castelo pré-grande guerra limpo de cadáveres ou qualquer vestígio de pilhagem, pelo menos até então. Não via a hora de explorar o interior e buscar por algum tesouro esquecido, quase que deixando para lá o fato de Spockville estar, supostamente, em chamas. Afinal, por que confiaria na palavra do shadery? Sua magia não lhe dava visão de águia, poderia muito bem estar mentindo, talvez esperando que o grupo voltasse para a cidade por sua própria covardia. E se realmente fosse verdade, o que eles poderiam fazer? Mesmo se pudessem impedir o exército real, não chegariam a tempo. 

Galopou para perto do desacordado Fellon, avaliando rapidamente a gravidade de seu ferimento, que como ele havia notado antes, lhe renderia uma bela cicatriz caso sobrevivesse. Imaginou que o falante rapaz que se dizia alquimista o ajudaria, provavelmente com alguma de suas bruxarias. 

─ Geralmente quando uma "buceta" dessas se abre na sua cara você a cobre no mesmo instante, e digo por experiência própria... ─ comentou com Alleny, não esperando, ou muito menos querendo que ela o respondesse. Guiou Fenrir para perto de Knut, que acabara de retornar de uma rápida inspeção do pátio interno, logo depois que a mulher de sotaque estranho abriu o portão. Assistiu enquanto ele puxava sua espada de lordezinho do sul, que gostava de ostentar como se fosse feita de ouro. Anunciou que desbravaria o interior do castelo, logo tendo uma resposta de Baldur:

─ Acha mesmo que vai ficar com os tesouros desse lugar só "pra" você, rapaz?! ─ soltou uma gargalhada, saltando de Fenrir. Revirou uma das mochilas que carregava, tirando de dentro uma capa de seda marrom grossa o suficiente para protegê-lo da fria chuva. A vestiu por cima dos ombros e cobriu os cabelos molhados com o longo capuz, apressando o passo para acompanhar o filho, que já avançava para a porta principal do Castelo. Desprendeu o machado menor do cinto, girando-o por entre as mãos habilmente, enquanto resmungava para Knut:

─ Você aos 11 não era tão verde quanto esse Fellon, foi um erro confiar a liderança pra esse palerma... ─ conduzia seu cavalo pelo interior do local, usando da mão livre para manusear suas rédeas. Se guiava pela precária iluminação emanada pela tocha de seu filho, notando que ele a usará para acender as que estavam presas as paredes e colunas do local. Depois de deixar Fenrir no pequeno estábulo, foi até perto da recém aberta porta, empunhando seu escudo com a mão esquerda. Mesmo não querendo ser surpreendido, ansiava para que alguma criatura surgisse pronta para sentir o gosto de seu aço saxão.



 

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48 Re: Mesa #002 - Autalley em Qua Dez 02 2015, 16:59

Dwight

─ Algum de vocês tem conhecimento de medicina? Precisamos parar o sangramento, ou ele morrerá ─ A jovem parecia desesperada, ajoelhada perante o corpo do rapaz que acabara de desmaiar.

Erik desceu do cavalo às pressas e se ajoelhou ao lado de Alleny, se juntando ao corpo do jovem. ─ Sei uma coisa ou outra, segure firme a cabeça dele. ─ O elfo removeu a atadura improvisada e examinou o olho perfurado, logo notando que havia rompido o globo ocular. Não tinha muito o que fazer, o máximo que podia no momento era limpar o ferimento e estancá-lo.

Tirou seu odre e um pano limpo de sua bolsa, agradecendo a Odin pelo rapaz ter desmaiado, inundando o lenço com o conteúdo do recipiente. Afastou cuidadosamente as pálpebras usando o indicador e o polegar, limpando o ferimento e buscando remover quaisquer lascas de madeiras que pudessem ter permanecido em volta da laceração. Cobriu o machucado com um tecido leve de algodão, atando-o bem firme sobre o olho para impedir que se movimente.

─ Não há mais nada que possamos fazer por agora, a dor vai ser intensa quando ele acordar, posso fazer um chá para isso e trocar as ataduras, ─ Sabia que Fellon não teria mais visão no olho esquerdo, mas não queria correr o risco de infecção. ─ precisamos levá-lo para dentro e tratá-lo com calma.



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49 Re: Mesa #002 - Autalley em Qua Dez 02 2015, 23:04

Prime

Calmo, Juni trotava por entre as árvores alaranjadas. A mansidão preocupava todos do grupo, Yvon podia deduzir pelo semblante dos aventureiros, que se encaravam confusos. O mago pensou em voltar, pensou que aquilo seria um bosque infinito, pensou que criaturas apareceriam repentinamente e acabariam com todos. Quando finalmente colocaram-se para fora e assistiram a mudança súbita no céu, desejou nunca ter saído daquela calmaria infernal. Felizmente, tiveram um final ─ não tão ─ feliz quanto aos monstros que os perseguiam. Fellon sangrava bastante e aparentemente, perderia a visão do olho atingido. Yvon lançou um olhar observador de cima de seu cavalo para o rapaz moribundo a repousar inconsciente sobre o chão. Que pena, lamentou, espero que isso não afete seu ânimo com a jornada, provavelmente estará muito decepcionado quando acordar. Recebeu os cuidados devidos do elfo Erik, que aconselhou levá-lo dali.

Os únicos barulhos que a fortificação reproduzia eram os da chuva a cair nas pedras, na grama e na terra. Knut anunciou que iniciaria uma exploração e complementou dizendo para Yvon:
─ Há torres lá em cima que dão uma visão clara da região, aproveite sua visão noturna e olhe em volta, analise nossa situação atual e o que há em volta nessa área.
─ Às ordens ─ deixou Juni no estábulo e dirigiu-se para torre à esquerda, onde julgava ser o melhor ponto. Passou por algumas árvores, iguais às que espalhavam-se por em volta do castelo. O entorno da torre crescia frente ao mago, que a olhou de cima a baixo. Sua adaga era simples, ornada por ossos no punho e sua lâmina moldada como um espinho; não tardou em desembainhá-la e fazer luz com seu cajado ─ apesar de não ser necessária para seu uso comum, o shadery imaginava que aquelas criaturas a temiam ─, preparado para possíveis perigos. A porta rangeu ao se abrir, Yvon passou os olhos pelo interior, encontrando nada mais que teias e insetos vagando pelo chão. Acompanhou as escadas pela direita e ignorou o andar onde jaziam algumas alavancas. Subiu mais um pouco e finalmente encontrou o ponto mais alto, onde, para os lados, estendia-se o muro da fortificação. Encheu o peito com o ar fresco daquela noite, enquanto se banhava da chuva. Sobre si, o céu negro a carregar mais nuvens. A visão de Yvon durante a noite não divergia muito daquilo que era durante o dia no quesito nitidez: algumas cores frias beiravam o roxo, como o azul, o verde; as cores quentes como o vermelho, o amarelo, tendiam ao tom amarelo. Primeiro passeou o olhar pelo gramado por onde vieram, buscando enxergar qualquer sinal dos monstros. Então viu as terras de Spockville e mais no centro, o fogo. Maldição, o que será que os Firall inventaram dessa vez, perguntava-se.



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50 Re: Mesa #002 - Autalley em Qua Dez 02 2015, 23:15

Kick Aspinwall

O grupo adentrou ao castelo após perceberem que o portão de madeira estava aberto. Não perderam tempo e fecharam a entrada, provavelmente impedindo ataques futuros das criaturas.

-Conseguimos.

Se encostou na parede, aliviado por terem conseguido entrar, mas ao mesmo tempo nervoso. Viu a queda de Fellon com certa indiferença em dado momento, mas agradeceu aos deuses por Erik puder socorrê-lo. Tudo que passava por sua mente naquele momento era a situação que seu pai estava passando em Spockville.

Não demorou muito para que Alyon abrisse as portas do portão de ferro, tornando o acesso ao estábulo possível. Meldos observou seu arco, completamente de ferro e com um formato simples, com flechas que aparentavam possuir uma resistência maior do que muitas espadas. Melhor do que essa porcaria aqui...- pensou com os olhos fixos em sua arma. Talvez eu devesse... Não.

-Eu irei para dentro do castelo explorá-lo, se quiserem levá-lo para lá façam por conta própria, não me encarrego de sua segurança. Quem quiser vim comigo, que venha.- Knut falou com um tom de liderança, dando ordens a Yvon logo em seguida.

-Claro, oh Lorde!- ergueu-se, apressando os passos para segui-lo. Por um momento pensou em confrontar o shadery, mas não parecia que teria algum bom resultado devido ao temperamento em que se encontrava. Se manteve calado após o comentário irônico e desnecessário.



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